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  • Sarau Libertário Fevereiro 2020 | “Culturas Pelo Mundo”
    Sarau Libertário Fevereiro 2020 | “Culturas Pelo Mundo”
    Sarau Libertário Fevereiro 2020 | “Culturas Pelo Mundo”

    O Sarau Libertário realiza sua segunda edição em 2020 no dia 9/2 (domingo), a partir das 14h, na Casa Kubitscheck. Desta vez, foram convidados para debater o tema “Culturas Pelo Mundo” o poeta, compositor, artista visual e arte-educador Renato Negrão; a cantora, compositora e percussionista Elisa de Sena; o cantor, compositor e instrumentista Sérgio Pererê; e o grupo de teatro Mulheres Míticas. Gratuito, o evento é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

    Para Elisa de Sena, é de extrema importância que eventos como o Sarau Libertário aconteçam na cidade, fortalecendo o trabalho dos artistas autorais. “Neste caso, os artistas têm ainda a oportunidade de debater com o público temas bastante importantes”, sublinha a cantora, que lançou em agosto de 2019 o elogiado álbum “Cura”, pela Natura Musical.

    “A arte tem um papel crucial na construção e no fortalecimento de identidades individuais e coletivas”, continua Elisa de Sena. “Minha expressão artística, sutilmente ou não, é também política. E ter um espaço como o Sarau Libertário fomenta meu trabalho e contribui para uma transformação social que deve ser coletiva”, completa a artista, que também é integrante do coletivo Negras Autoras e do Tambor Mineiro.

    Renato Negrão ressalta também a potência da proposta do Sarau Libertário, de misturar diferentes linguagens artísticas que se constroem a partir da palavra. “O mesmo tema visto por perspectivas diferentes, por pessoas que operam em linguagens diferentes, é sempre algo muito instigante, muito salutar”, afirma.

    “Participei recentemente de uma mesa em Poços de Caldas e observei como uma questão vista por um artista plástico ganha outro olhar quando é vista por uma pessoa da arquitetura ou da literatura”, diz ainda o poeta, autor de “Odisseia Vácuo”, “Vicente Viciado” e outros cinco livros de poemas.

    Sobre o Sarau Libertário

    Em 2019, o Sarau Libertário realizou oito edições entre os meses de abril e novembro, que ocuparam quatro diferentes aparelhos culturais da Região da Pampulha. Participaram da temporada nomes como Luiz Ruffato, Julia Branco, Teuda Bara, Helio Flanders, Kdu dos Anjos e Bia Nogueira, entre outros. Mesclando teatro, música, literatura e artes visuais, o evento surgiu em 2016, movido pelo desejo de criar um espaço novo e plural para artistas independentes de Belo Horizonte.

    Até hoje, foram realizadas 11 edições, que contaram com a participação de 35 artistas. A lista tem ainda nomes da música, como Di Souza e Deh Mussulini; da literatura, como Lucia Castello Branco, Nívea Sabino e João Maria Kaisen; e do teatro, como as atrizes Lira Ribas e Mariana Arruda. “Começamos em 2016, com quatro ótimas edições. O tema do primeiro foi ‘Primeiras Palavras’ e o segundo ‘Cantar o Amor’. Já o terceiro foi ‘O Silêncio e o Grito’ e, o quarto, ‘Metamorfoses’”, relembra a produtora Bruna Kalil Othero.

    “Em 2017, estreamos com um novo formato do Sarau, com o tema ‘Beagá em Cena’. No mês de junho, o tema foi ‘Gênero e Diversidade’ e, em setembro, ‘Poéticas da Mulher’. Para fechar, eu e o Octávio Cardozzo, que também produz o Sarau, montamos uma edição especial, chamada ‘Amor Amargo’”, completa. Em 2018, foi a vez de debater o tema "Passados & Futuros", com Ana Elisa Ribeiro, Sidarta Riani e o Bremmer Guimarães. “Também fizemos uma linda e potente edição sobre ‘Poéticas Negras’, com o professor Marcos Alexandre e a cantora Josi Lopes”, finaliza.

  • Sarau Libertário Março 2020 - “Arte nos Anos 20 – O Que Virá”
    Sarau Libertário Março 2020 - “Arte nos Anos 20 – O Que Virá”
    Sarau Libertário Março 2020 - “Arte nos Anos 20 – O Que Virá”

    Quais os desafios e potências do fazer artístico na década que se inicia? Essa é a provocação proposta pelo Sarau Libertário, cuja próxima edição traz como tema “Arte nos Anos 20 – O Que Virá” e acontece neste sábado (21), a partir das 14h, na Casa Kubitscheck. Para o evento, que fecha uma temporada de 11 edições realizadas em aparelhos culturais da Região da Pampulha, foram convidados o Grupo Galpão, que será representado pela atriz Lydia del Pichia e pelo ator Luiz Rocha; o cantor e compositor Octavio Cardozzo; a escritora Bruna Kalil Othero; o grupo Interioranas, formado pela poeta Nívea Sabino e pela cantora Luiza da Iola; a escritora Laura Cohen, criadora do ateliê de escrita Estratégias Narrativas; e a banda Enversos.

    Um dos produtores do Sarau Libertário, Octavio Cardozzo defende que a ligação entre os convidados se dá pela diversidade. “Cada um tem um tempo de estrada, uma relevância na cidade. Temos a banda Enversos, que é novinha, e ao mesmo tempo tempo o Galpão, que está na ativa há 38 anos. A ideia foi justamente trazer essas perspectivas diferentes”, afirma. “Ainda existem poucos espaços para a gente pensar no futuro cultural do Brasil, principalmente neste momento político atual. Precisamos refletir sistematicamente quais os próximos passos. O que deu certo até aqui e o que devemos mudar”, completa. Integrante do Grupo Galpão, Lydia del Pichia sublinha a dificuldade dos tempos atuais, em que o artista tem sido visto com desconfiança. “A gente está percebendo a dureza destes tempos. A desconfiança não só com as artes, mas quanto aos artistas, é uma carência de quem não vivencia a arte, de quem não teve acesso. É um reflexo da falta de investimento. Só mostra que a gente deve continuar, insistindo, levando a arte para as pessoas”, reflete. “A arte responde muito rápido ao que acontece, ela antevê os momentos de uma maneira muito sensível. Arte é resistência, é questionamento”.

    A atriz ressalta que a própria história do Galpão mostra a maleabilidade e a capacidade de transformação da arte. “Começamos na rua de uma maneira muito precária, juntando cinco artistas que queriam fazer do teatro sua profissão. O Galpão cresceu muito e de uma maneiro não exatamente planejada, mas seguindo a ideia de fazer sempre, de nunca parar. São 38 anos de atividades ininterruptas”, conta. “A gente também está respondendo a este momento. Estamos nos provocando e provocando ao público e à comunidade artística”, completa, revelando que serão apresentados no Sarau textos e músicas da peça “De Tempos Somos”. “O formato sarau tem esse aspecto íntimo, do olho no olho, de reunir artistas que não se encontram nos palcos, que nem sempre têm oportunidade de trocar artisticamente. Eu adoro”, afirma del Pichia. “É uma delícia poder ver o trabalho do outro, trocar, discutir. Independente de como éramos, de como somos, de como seremos. E que é o teatro? A poesia? A música? Cada vez uma arte bebe mais da outra”, instiga.

    Sobre o Sarau Libertário

    Desde abril de 2019, o Sarau Libertário tem realizado edições mensais em quatro diferentes aparelhos culturais da Região da Pampulha. Participaram da temporada nomes como Luiz Ruffato, Julia Branco, Teuda Bara, Helio Flanders, Kdu dos Anjos e Bia Nogueira, entre outros. Mesclando teatro, música, literatura e artes visuais, o evento surgiu em 2016, movido pelo desejo de criar um espaço novo e plural para artistas independentes de Belo Horizonte. Até hoje, foram realizadas 11 edições, que contaram com a participação de 35 artistas. A lista tem ainda nomes da música, como Di Souza e Deh Mussulini; da literatura, como Lucia Castello Branco, Nívea Sabino e João Maria Kaisen; e do teatro, como as atrizes Lira Ribas e Mariana Arruda. “Começamos em 2016, com quatro ótimas edições.

    O tema do primeiro foi ‘Primeiras Palavras’ e o segundo ‘Cantar o Amor’. Já o terceiro foi ‘O Silêncio e o Grito’ e, o quarto, ‘Metamorfoses’”, relembra a produtora Bruna Kalil Othero. “Em 2017, estreamos com um novo formato do Sarau, com o tema ‘Beagá em Cena’. No mês de junho, o tema foi ‘Gênero e Diversidade’ e, em setembro, ‘Poéticas da Mulher’. Para fechar, eu e o Octávio Cardozzo, que também produz o Sarau, montamos uma edição especial, chamada ‘Amor Amargo’”, completa. Em 2018, foi a vez de debater o tema "Passados & Futuros", com Ana Elisa Ribeiro, Sidarta Riani e o Bremmer Guimarães. “Também fizemos uma linda e potente edição sobre ‘Poéticas Negras’, com o professor Marcos Alexandre e a cantora Josi Lopes”, finaliza.

  • Sarau Lírico
    Sarau Lírico
    Sarau Lírico

    No dia 5 de novembro, terça-feira, o Coral Lírico de Minas Gerais apresenta no Hall de Entrada do Palácio das Artes, mais uma edição do Sarau Lírico. Sob a regência de Lara Tanaka e acompanhamento de Fred Natalino, o Coral apresenta um repertório composto de 3 compositores extremamente importante para a história da música Benjamin Britten, Ralph Vaughan e Gabriel Fauré. A apresentação começa ao meio dia e possui entrada gratuita. O Coral iniciará o concerto com duas obras de Gabriel Fature, Madrigal, escrita pelo escritor, romancista, poeta, narrador, libertista e crítico francês Paul-Armand Silvestre, e Cantique de Jean Racine, cujo O texto utilizado é do dramaturgo francês Jean Racine e foi parafraseado do hino gregoriano Consors paterni luminis. Depois os trechos Sigh No More, Ladies e Drinking Song da canata In Windsor Forest do compositor britânico Vaughan Williams, composto por cinco movimentos, apresenta textos de Shakespere (de ‘Much Ado About Nothing) e de serus contemporâneos próximos. O encerramento é com cinco trechos da obra A Ceremony of Carols de Benjamin Britten, Procession, Wolcum, Balulalow, This Little Babe e Deo Gracias são cinco dos onze movimentos que compõem a obra, que foi escrita enquanto Britten estava no mar, viajando dos Estados Unidos para a Inglaterra.