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  • Sempre Um Papo recebe Karla Maria - Lança biografia de Irmã Dulce na Igreja São José
    Sempre Um Papo recebe Karla Maria - Lança biografia de Irmã Dulce na Igreja São José
    Sempre Um Papo recebe Karla Maria - Lança biografia de Irmã Dulce na Igreja São José

    A jornalista e escritora Karla Maria é a convidada do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do livro “Irmã Dulce – A Santa brasileira que fez dos pobres sua vida” (Ed. Paulus).

    Este livro traz detalhes da história de Irmã Dulce. Sua vida, seus passos e milagres são reconstruídos a partir de registros históricos, de um trabalho de apuração e de escuta atenta das testemunhas vivas que conviveram com a freira que dedicou sua vida a amar e servir. Como poucos e à frente de seu tempo, Irmã Dulce denunciou a miséria baiana com seu trabalho silencioso. Seus gestos “gritavam”. Articulou suas influências religiosa e política na aplicação de iniciativas que se tornaram políticas públicas e que ainda hoje asseguram direitos aos cidadãos. Este livro prova isso. Filha de Augusto e Dulce, Mariinha, a dona da boneca Celica, aquela que ajoelhava-se também para limpar o chão dos desvalidos, tornou-se a “mãe” dos pobres, o Anjo Bom da Bahia, a Santa do Brasil.

  • Sempre Um Papo recebe Kiko Ferreira
    Sempre Um Papo recebe Kiko Ferreira
    Sempre Um Papo recebe Kiko Ferreira

    O escritor mineiro Kiko Ferreira participa do Sempre Um Papo na próxima quinta-feira, 31 de março.

    Ele conversa com a jornalista Jozane Faleiro sobre seus livros e seus 40 anos de carreira literária. Com transmissão pelas redes sociais do projeto (YouTube, Facebook e Instagram), o bate-papo acontece às 19h e conta com tradução simultânea em Libras.

    Além de escritor, Kiko é jornalista, crítico musical e produtor cultural. Possui extensa trajetória no jornalismo cultural, tendo trabalhado em veículos como Estado de Minas, Hoje em Dia, Rádio UFMG, Rádio Inconfidência, da qual foi diretor artístico, TV Horizonte, entre outros.

    Além disso, foi presidente da Rede Minas de Televisão, vice-presidente da Associação das Rádios Públicas Brasileiras (Arpub) e diretor de produção musical da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Kiko Ferreira é autor de 10 livros, entre eles “Stet”, “Beijo Noir” e “Manual de Berros e a Poesia Física”, seu mais recente, lançado em 2020 (compre aqui o livro no site da editora).

    Durante o Sempre Um Papo, ele fala sobre essas e outras obras, assim como sua carreira literária, que completa quatro décadas.

  • Sempre Um Papo recebe Laurentino Gomes
    Sempre Um Papo recebe Laurentino Gomes
    Sempre Um Papo recebe Laurentino Gomes

    O Sempre Um Papo segue com a programação de 2021, ano de comemoração dos 35 anos do projeto, recebendo, no dia 6 de julho, terça-feira, às 19h, o jornalista e escritor Laurentino Gomes para falar com Afonso Borges sobre o livro “Escravidão - Da Corrida Do Ouro Em Minas Gerais Até A Chegada Da Corte De Dom João Ao Brasil” (Globo Livros).

    Essa será mais uma edição do #SempreUmPapoEmCasa, com acesso gratuito e transmissão pelo YouTube, Instagram e Facebook do Sempre Um Papo.

    O Sempre Um Papo é viabilizado com o patrocínio do Itaú, Rede Mater Dei e Usiminas, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. “Escravidão - Da Corrida Do Ouro Em Minas Gerais Até A Chegada Da Corte De Dom João Ao Brasil” (Globo Livros) Este é o segundo livro da trilogia de Laurentino Gomes, iniciada em 2019, que se dedica a contar a história da escravidão no Brasil.

    O volume II concentra-se no século XVIII, auge do tráfico negreiro no Atlântico, ocasionado pela descoberta das minas de ouro e diamantes em território brasileiro e pelo crescimento, em outras regiões da América, do cultivo de cana-de-açúcar, arroz, tabaco, algodão e outras lavouras e atividades que faziam uso intensivo de mão de obra africana escravizada.

    De acordo com Laurentino, este volume enfatiza o cenário do Brasil – que se tornou o maior território escravista do ocidente naquela época -, ao contrário do primeiro, cujo foco foi a África.

    “Entre outros aspectos, procuro descrever a violência e as formas de trabalho no cativeiro, a família escrava, as irmandades e práticas religiosas, o papel das mulheres, as fugas, revoltas e formação de quilombos e outras formas de resistência contra o regime escravista”, afirma o autor.

    Assim como os outros livros do autor, este também possui uma escrita fluida e acessível, reunindo observações e conclusões de Laurentino ao longo de mais de seis anos de pesquisa.

    Além de estudar a bibliografia sobre o assunto, o autor esteve em quilombos nos estados da Paraíba, Alagoas, Minas Gerais e São Paulo, em antigos engenhos de cana-de-açúcar e terreiros de candomblé no Nordeste e em diversas cidades históricas brasileiras.

    O resultado de todo esse trabalho está reunido nas mais de 500 páginas - e 31 capítulos ilustrados com imagens, mapas e tabelas - que compõem o livro.