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  • Sempre um Papo recebe Líria Porto
    Sempre um Papo recebe Líria Porto
    Sempre um Papo recebe Líria Porto

    O Sempre Um Papo recebe a poeta Líria Porto para falar sobre a sua trajetória na literatura e conta sobre os seus livros “Quem tem pena de passarinho é passarinho” (Ed. Peirópolis), Asa de Passarinho (Ed. Lê), Cadela Prateada (Ed. Penalux), Olho Nu (Ed. Patuá) e Garimpo (Ed. Lê) - finalista do prêmio 57º Jabuti de Poesia.

    A conversa, com mediação da jornalista Jozane Faleiro, acontece no dia 15 de março, quarta-feira, às 19h, com acesso gratuito e tradução em Libras e vai ao ar pelo canal do YouTube do projeto.

    O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio do Instituto Cultural Vale, Cemig e Usiminas, com o apoio da Rede Mater Dei de Saúde, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo.

  • Sempre Um Papo recebe Luciana Burlamaqui
    Sempre Um Papo recebe Luciana Burlamaqui
    Sempre Um Papo recebe Luciana Burlamaqui

    Escritora, jornalista e cineasta, Luciana Burlamaqui participa do Sempre Um Papo para lançar seu primeiro livro “Quiseramor” (Editora Histórias para Contar), que faz um mergulho intimista no universo feminino, por meio de poemas e bordados que contam histórias e trazem sensações extraídas das relações amorosas.

    A conversa, que acontece sob a mediação da jornalista Jozane Faleiro, será exibida no formato online, pelo YouTube do projeto no dia 1º de dezembro, quinta-feira, às 19h.

  • Sempre Um Papo recebe Lucíola Macêdo
    Sempre Um Papo recebe Lucíola Macêdo
    Sempre Um Papo recebe Lucíola Macêdo

    Dando sequência ao ciclo de debates com escritores mineiros patrocinado pela Cemig, o Sempre Um Papo recebe Lucíola Macêdo, psicanalista e poeta, para conversar a respeito do seu livro “Balões Vítreos”, publicação do selo Dulcineia, da Editora Quixote+Do.

    O bate-papo acontece no dia 26 de setembro, terça-feira, às 19h, sob a mediação da jornalista Jozane Faleiro, e de forma on-line, através do canal do YouTube do projeto.

    Se você não sabe o que são balões vítreos, não encontrará pistas para descobrir do que se tratam nos poemas que fazem parte de mais uma publicação do selo Dulcineia, da Editora Quixote+Do. Não se trata da prática simbolista de Mallarmé, um dos muitos poetas dialogando com Lucíola, de obscurecer a linguagem dos poemas, já que os balões vítreos trazem cores e brilhos, e não as névoas, aos versos.

    Tampouco estão lá para trazer o peso da memória. Em várias linguagens, a nostalgia gerou palavras e expressões poéticas nas suas essências, mas carregadas de melancolia: nossa saudade, a alemã sehnsucht, a japonesa mono no aware, ou a celta hiraeth.

    Já os balões vítreos evocam a sensação de leveza, o poder de flutuar. Dividido em cinco partes (“Nordestinas”, “Entre galhos, peixes”, “Enluaradas”, “Linha d’água” e “Semáforo”), Balões vítreos alcança com sua música vasta e seu palavreado único aquele fruto em que a linguagem viceja, plena de maravilhas. “À boca do átrio”, em meio a cardumes e águas – e dialetos e pedras – em “genuína ferocidade”, a poeta ergue na pronúncia sua convocação de corpo e de dança. Caberá ao leitor decidir o que são balões vítreos.

    Algo que talvez aconteça apenas ao final da leitura. O que não será nenhum problema, afinal, o resultado será Poesia. Balões Vítreos está disponível nas principais livrarias do Brasil e no site da editora. Lucíola Macêdo nasceu em Fortaleza (CE) e mora em Belo Horizonte.

    É psicanalista e poeta. Viveu em Salvador, Brasília e Ghirlarza, na Sardenha. Membro da Escola Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise, é mestre em Filosofia e doutora em Psicanálise pela Universidade Federal de Belo Horizonte (UFMG). Realizou estudos de pós-doutorado na Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais (2017).

    Como poeta, participou da coletânea Vida Esperança (Contemp, 1985), publicou Soante (Scriptum, 2013) e Balões vítreos (Quixote+DO, 2022), além de Primo Levi, a escrita do trauma (Subversos, 2014), livro finalista do Prêmio Jabuti em 2015.

    Publicou ainda artigos em revistas nacionais e internacionais que tratam de sua experiência clínica, epistêmica e institucional. Dirigiu a coleção de psicanálise Estudos Clínicos, editada pela Scriptum. Editou as revistas Curinga (EBP-MG) e Correio (EBP). Foi curadora do Lacan na Academia – conversando com a Literatura (EBP-MG & Academia Mineira de Letras).

    Sempre Um Papo Criado em Belo Horizonte, em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros.

    Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

    O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio da Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, via Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – Secult – MG.