Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Sessão Noturno - Era uma Vez no Céu: Andrômeda e Perseu
    Sessão Noturno - Era uma Vez no Céu: Andrômeda e Perseu
    Sessão Noturno - Era uma Vez no Céu: Andrômeda e Perseu

    O Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG recebe novamente a Sessão Netuno, uma experiência pensada para acolher diferentes públicos e tornar a astronomia ainda mais acessível e sensível. Com linguagem adaptada, iluminação suave e recursos que garantem maior conforto sensorial, a sessão convida o público a mergulhar no universo de forma tranquila, promovendo inclusão e ampliando as possibilidades de vivenciar a ciência de maneira respeitosa e envolvente. Voltada também ao público infantil, a atividade transforma o céu em um espaço de imaginação, aprendizado e encantamento, despertando a curiosidade desde cedo e criando vínculos afetivos com o conhecimento.

    O Espaço do Conhecimento cumpre um papel fundamental para a cidade ao fortalecer a educação, a cultura e a acessibilidade em Belo Horizonte, reafirmando o museu como um lugar de encontro, diversidade e troca de saberes. Para a infância, sua importância se revela na oportunidade de aprender de forma lúdica, sensorial e inclusiva, estimulando o desenvolvimento cognitivo, emocional e social em um ambiente seguro e inspirador. Cada visita amplia horizontes e reforça a ideia de que o conhecimento deve ser para todos, sem barreiras. É um convite para viver uma experiência acolhedora, se encantar com o céu e descobrir novas formas de aprender no coração da cidade.

  • Sessão Noturno I Dois Pedacinhos de Vidro
    Sessão Noturno I Dois Pedacinhos de Vidro
    Sessão Noturno I Dois Pedacinhos de Vidro

    O Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG recebe novamente a Sessão Netuno, uma experiência pensada para tornar o contato com a astronomia mais acolhedor, sensível e acessível a diferentes públicos. Com linguagem adaptada, iluminação suave e recursos que proporcionam maior conforto sensorial, a sessão convida o visitante a vivenciar o céu de forma tranquila, estimulando a curiosidade e o encantamento pelo universo em um ambiente inclusivo e respeitoso. A proposta reforça o museu como um espaço onde a ciência se aproxima das pessoas, criando experiências significativas e memoráveis.

    O Espaço do Conhecimento exerce um papel fundamental para a cidade ao ampliar o acesso à cultura científica e fortalecer Belo Horizonte como um território de educação, diversidade e inovação. Para a infância, sua importância se destaca na possibilidade de aprender de forma lúdica, segura e inclusiva, despertando desde cedo o interesse pelo saber, pela imaginação e pela descoberta. Cada visita contribui para a formação de vínculos afetivos com o conhecimento e amplia horizontes para diferentes gerações. É um convite para viver uma experiência especial, se conectar com o universo e descobrir o museu como um lugar de aprendizado, acolhimento e inspiração.

  • Terra Oculta
    Terra Oculta
    Sessão "Terra Oculta"

    Dia 30 de janeiro, o Cine Humberto Mauro recebe a “Sessão Terra Oculta”, que apresenta ao público um conjunto de filmes recentes realizados por novos cineastas brasileiros, cujos trabalhos revelam não apenas talento individual, mas uma atenção sensível ao mundo que os cerca. São obras que nascem de diferentes regiões, experiências e imaginários, compondo um retrato múltiplo e vivo de um cinema em formação — atento às particularidades de cada território e, ao mesmo tempo, aberto a questões universais.

    Há nesses filmes uma confiança rara na criatividade como forma de conhecimento. Cada realizador parece partir de um ponto íntimo — uma paisagem, uma memória, uma inquietação — para, a partir daí, construir imagens que ultrapassam o dado imediato da realidade. O que se vê não é a simples descrição de lugares ou situações, mas o esforço de compreender o que pulsa sob a superfície: os afetos, os medos, as ausências e os desejos que moldam a experiência humana.

    Embora diversos em linguagem, ritmo e abordagem, os curtas reunidos em Terra Oculta dialogam entre si pela maneira como transformam o espaço em expressão. Estradas, cidades, sertões, edifícios ou árvores deixam de ser meros cenários e passam a atuar como forças vivas, capazes de revelar conflitos internos, tensões sociais e modos singulares de habitar o mundo. Cada filme carrega a marca de uma regionalidade específica, não como limite, mas como ponto de partida para uma observação mais ampla da condição contemporânea.

    Essa diversidade não fragmenta a sessão; ao contrário, é justamente ela que lhe confere unidade. O conjunto sugere um cinema brasileiro jovem que se permite experimentar, fabular e imaginar, sem perder de vista a realidade que o atravessa. Ao apresentar esses trabalhos lado a lado, Terra Oculta oferece ao espectador a oportunidade de acompanhar o surgimento de novos olhares — ainda em formação, mas já capazes de afirmar uma relação própria, sensível e criativa.