Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: "Cayana" de Anna Colom
    Show: "Cayana" de Anna Colom
    Show: "Cayana" de Anna Colom

    Anna Colom apresenta” Cayana”, uma revisão do folclore e dos ritmos que influenciaram o flamenco ao longo da história. 

    Um álbum com referências que vão do samba brasileiro ao candombe uruguaio; do fandango de Veracruz ao fandango de Huelva. Um passeio pela “guajira” e o “cabal”, a “zamba argentina” e a “soleá”. 

    Uma homenagem a Cádis, das “bulerías” às “bamberas” e “cantes de columpio”. 

    Um olhar sobre o passado através dos cantos de trabalho; temporeras, trilhas flamencas e cantos da roça de Segóvia e Extremadura.

    Uma oferta sentida a uma mãe através de alguns “abandolaos lucentinos”. 

    O “Cayana” é flamenco e mestiçagem. É a história da música contada através da música.

  •  Show: “Cazuza, o poeta está vivo” - Banda Jacksoul Brazuza
    Show: “Cazuza, o poeta está vivo” - Banda Jacksoul Brazuza
    Show: “Cazuza, o poeta está vivo” - Banda Jacksoul Brazuza

    O show “Cazuza, o poeta está vivo”, da Banda Jacksoul Brazuza, será apresentado no dia 13/11, domingo, às 19h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

    Considerada a melhor banda tributo ao Cazuza de Minas Gerais e uma das três melhores bandas tributo a Cazuza do Brasil, o grupo promete celebrar a memória do cantor e compositor brasileiro morto em 1990.

    Os ingressos, que podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no sie eventim.

    A classificação é livre.

    Umas das principais características da banda é transmitir para o público emoção e muita energia, tendo relato de alguns fãs que disseram voltar ao tempo e reviver o show do Cazuza.

    A mãe do artista, Lucinha Araújo, já reconheceu a banda e abençoou sua homenagem à Cazuza.

    A Jacksoul Brazuza conta com quatro integrantes, Jorge Rios (Vocal), Raffa Cordeiro (Guitarrista), Fabiano Mexicano (Baixista) e Thiago Fernandes (Baterista).

    Sem muito rebuscamento, com simplicidade, a Jacksoul Brazuza procura dar continuidade ao legado de um dos mais importantes nomes da música nacional.

  • Show CD “Azul Anil”, de Nila Branco
    Show CD “Azul Anil”, de Nila Branco
    Show CD “Azul Anil”, de Nila Branco

    Belo Horizonte, novembro de 2019 - Após 10 anos sem se apresentar em Belo Horizonte, a cantora mineira Nila Branco volta à cidade para o show de lançamento do seu novo CD, ‘Azul Anil’, 9º da sua carreira. O disco traz parcerias com compositores de diferentes regiões do Brasil, como Bahia, Tocantins, São Paulo, Goiás e da sua Minas Gerais. “Por sinal, o grande desafio (e trunfo) deste álbum é a sua diversidade: alinhavar as canções e referências de compositores de diversas regiões, com temperos diferentes, ao meu trabalho”, revela Nila Branco. O show já passou pelo interior de São Paulo, Goiânia e Brasília. Em BH acontecerá no dia 07 de dezembro (sábado), às 19 horas, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. No palco, Nila vai estar acompanhada do violonista Front Jr e contará com a participação de Eduardo Filizzola. Para Nila Branco, voltar aos palcos mineiros é um resgate de toda a sua história. “A emoção é grande, já que eu saí de Minas, mas Minas nunca saiu de mim! É o retorno daquela velha garota do interior que nadava nos córregos e via o mundo das alturas dos pés de manga, ouvindo os grandes do Clube da Esquina”, relembra Nila. O single de estreia e música de trabalho, “Jardim da Vida”, já vem sendo executado nas principais rádios do país e se encontra disponível para streaming nas plataformas digitais. As músicas mostram a versatilidade da cantora (sua característica marcante), ao mesclar MPB, pop e baladas. Uma das surpresas fica por conta da interpretação de “Cuidado”, de Maura Matiuzzi, uma rapper de Mogi Mirim. O disco traz, no total, 11 canções, entre elas “Vedor D’água” (Beto Marcio), “Eu te amo” (Rafael Alves) e outras. Nila explica que as canções retratam o cotidiano em provocações sobre as diferentes formas de amar, “fachos de luz no inverno dos dias atuais”, conforme define a cantora. “Azul Anil é um desfile de tendências e uma gama de cores, misturadas. E eu entro como uma intérprete visceral, multifacetada, que cai bem com banda completa, plugada, com voz e piano, com voz e violão. O disco cai bem para quem aprecia ouvir a boa música brasileira”, diz a cantora.