Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: Gangrena Gasosa
    Show: Gangrena Gasosa
    Show: Gangrena Gasosa

    Um batuque sombrio surge dos Terreiros de Macumba.

    Espíritos ancestrais evocam maldições do mais profundo submundo e jogam seus feitiços bem na sua cabeça! .

    Formada no Rio de Janeiro no início da década de 90, a Gangrena Gasosa- @gangrenagasosa e suas entidades invadem o território antes dominado pela mitologia europeia e cruzam elementos da Umbanda com Heavy Metal e Hardcore, regados a pontos de Macumba, colocando Orixás, Exus, Caboclos e Pretos-Velhos como protagonistas do ocultismo no Rock’n’Roll. 

    “A Gangrena é muito folclórica, então atribuem à banda coisas que não aconteceram”, explica Ângelo Arede, vocalista do Gangrena Gasosa, banda que, ao misturar elementos do metal e da umbanda, marcou época, não apenas pela musicalidade agressiva e inusitada, como pelas vestimentas (ou falta delas) e pela interatividade desajeitada com o público.

    Ou, como eles preferem descrever, pela “escrotice da Gangrena”.

    “Gangrena Gasosa vem na linha da Calunga, despacha todo quiumba pra firmar o Saravá!”.

    E para abrir a noitada teremos as bandas: .

    -- APNEA (SP)-- @apneaband .

    -- PESTA (MG) -- @pestadoom

  • Show: Geovane Santos
    Show: Geovane Santos
    Show: Geovane Santos

    Ponte Aérea New Orleans BH é um show de música autoral do guitarrista mineiro Geovane Paiva Santos.

    Belo-Horizontino vivendo no berço do jazz desde 2015, Geovane é uma referência do “Brazilian Jazz” e da música autoral na cena musical de Nova Orleans, onde seu trabalho criativo e acadêmico explora as intersecções de raça, apropriação cultural e processos de construção de narrativas históricas da música Afro-brasileira.

    No repertório do show constam arranjos modernos de clássicos da MBP e composições que abraçam as tradições do samba, da bossa nova, do baião, e do ijexá, assim como influências diversas da música Afro Americana que foram assimiladas pelo músico ao longo de oito anos trabalhando na vibrante cena musical de New Orleans.

  • Geraes Big Band
    Geraes Big Band
    Show: Geraes Big Band convida Camerata de Cordas da UFMG

    O projeto Quarta Doze e Trinta celebra os 100 anos da Escola de Música da UFMG com o encontro entre a Geraes Big Band e a Camerata de Cordas da UFMG. A apresentação será no dia 5 de novembro, às 12h30, na Praça de Serviços, no Campus Pampulha.A apresentação é gratuita e aberta ao público em geral. O Circuito Cultural UFMG é uma realização da Pró-reitoria de Cultura da UFMG (Procult).

    A Geraes Big Band está em atividade há mais de 30 anos, como um espaço de pesquisa, prática e desenvolvimento de repertório para Big Band para alunos e professores da Escola de Música, e também conectando a universidade com a comunidade, por meio de atividades de extensão que envolvem docentes, discentes, técnicos administrativos, colaboradores externos e público em geral.

    Atualmente sob a direção dos professores Pedro Mota e Lucas Telles, a Geraes Big Band apresenta um repertório totalmente voltado à música brasileira para Big Band, com uma leitura particular da clássica formação de origem estadunidense, servindo ao ritmo e à linguagem musical do nosso país.

    O repertório de 2025 traz composições de nomes como Moacir Santos, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Léa Freire, Débora Gurgel, Mauro Rodrigues, Guinga e Egberto Gismonti em arranjos de docentes (Rafael Martini, Pedro Mota, Lucas Telles e Mauro Rodrigues), discentes (Victor Diz e Zé Carlos) e de alguns dos principais arranjadores da cena contemporânea mundial como Gaia Wilmer e Guillermo Klein.

    Para a comemoração dos 100 anos da Escola de Música da UFMG, a Geraes Big Band convida a Camerata de Cordas de UFMG para compor uma apresentação em conjunto, unindo a formação clássica de Big Band – saxofones, trompetes, trombones, guitarra, baixo, bateria e piano – com as cordas da orquestra e com outros instrumentos particulares da Geraes, como percussão, violão, voz, teclado e vibrafone.

    A Camerata de Cordas da UFMG, dirigida pelos professores Jessé Máximo Pereira e Carlos Aleixo, está em atividade desde 2023, mas tem sua origem em projetos similares realizados na Escola de Música desde os anos 1980. O grupo é formado por estudantes de violino, viola de arco, violoncelo e contrabaixo.