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  • Show: JOÃO BOSCO e HAMILTON DE HOLANDA – no “Eu Vou Pro Samba”
    Show: JOÃO BOSCO e HAMILTON DE HOLANDA – no “Eu Vou Pro Samba”
    Show: JOÃO BOSCO e HAMILTON DE HOLANDA – no “Eu Vou Pro Samba”

    “Eu Vou pro Samba” é o encontro de dois dos maiores nomes da música brasileira contemporânea, reverenciados mundialmente pela virtuosidade e inventividade: o músico, cantor e compositor João Bosco e o instrumentista improvisador e compositor Hamilton de Holanda.

    A intimidade do formato em duo permite que os músicos deem visibilidade à essência dos seus instrumentos e à afinidade artística e musical de ambos.

    No palco, os artistas celebram o Samba, apresentando alguns de seus temas preferidos em novos e personalizados arranjos.

    A noite promete uma experiência única: de um lado, João com sua voz, que soa cada vez melhor, e seu violão mouro cheio de swing. Do outro, a habilidade nata de Hamilton em construir improvisos de cair o queixo.

    Cada artista a seu modo construiu uma vitoriosa carreira que, neste momento, conflui nos acordes do samba em um lugar compartilhado: o palco. “Nação”, “Coisa feita” entre outros sambas de João Bosco ganham renovados contornos ao lado de Ary Barroso (“Isso é Brasil”), Dorival Caymmi (“Milagre” e “Vatapá”) e outros tantos compositores que notoriamente contribuíram para esse gênero musical tão brasileiro e tão difundido no mundo, além, é claro, dos grandes sucessos e clássicos de João Bosco.

  • Show: João Bosco Quarteto "50 Anos"
    Show: João Bosco Quarteto "50 Anos"
    Show: João Bosco Quarteto "50 Anos"

    Quantas canções cabem dentro de uma história? Nesta, cabem muitas. João Bosco tem seus motivos para comemorar: em turnê com shows em formatos solo, duo ou quarteto, celebrando de todas as maneiras os seus 50 anos de carreira, desde março de 2022, o artista segue colhendo os belos frutos de seu premiado álbum Abricó-de-Macaco.

    João Bosco apresenta show que comemora seus 50 anos de carreira, revisitando o repertório de uma vida toda, repleto de grandes sucessos, incluindo o mais recente deles, Abricó-de-Macaco, música título do álbum que teve sua estreia nos palcos adiada pela pandemia, mas trouxe para João Bosco e seu filho, Francisco, um Grammy Latino de melhor canção em língua portuguesa.

    No repertório do show, João Bosco canta sucessos em retrospectiva. Clássicos como "Incompatibilidade de gênios”, “O Mestre-Sala dos Mares”, “O Ronco da Cuíca”, “Jade”, “Linha de Passe”, “Papel Marché”, “O Bêbado e a Equilibrista” e “Corsário” se fazem presentes, para a plateia cantar e celebrar junto.

  • Show: João Bosco Quarteto "50 Anos de carreira"
    Show: João Bosco Quarteto "50 Anos de carreira"
    Show: João Bosco Quarteto "50 Anos de carreira"

    João Bosco apresenta seu mais novo show Abricó-de-Macaco, que celebra os 50 anos de carreira do artista, ao lado dos músicos Kiko Freitas (bateria), Guto Wirtti (baixo) e Ricardo Silveira (guitarra), formando o elogiado “João Bosco Quarteto”.

    Este recente trabalho, que teve sua estreia nos palcos adiada pela pandemia, trouxe para João Bosco e seu filho, Francisco, um Grammy Latino de melhor canção em língua portuguesa, justamente para a faixa título. “Abricó-de-Macaco” é uma alegoria tão complexa quanto bela.

    Um fruto tropical fechado, de casca dura, em forma de esfera; ameaçado de extinção, entressonha a esperança de uma estação vindoura para enfim abrir-se em flor.

    E assim o faz. Cinco décadas no posto de grande compositor e violonista Mineiro de Ponte Nova, João Bosco tem pré-história musical vivida em Ouro Preto (MG), cidade onde, enquanto cursava a faculdade de Engenharia, teve o caminho cruzado com o de Vinicius de Moraes, de quem se tornou parceiro em músicas nunca lançadas em disco.

    Em que pese a precoce parceria com o poeta e o fato de ter tocado na noite de Ouro Preto, o marco zero da trajetória musical de Bosco é, no entender do próprio artista, o lançamento do primeiro disco em 1972.

    Uma das revelações da música brasileira naquele ano de 1972, ele debutou no mercado fonográfico ao lado de Antônio Carlos Jobim, com quem dividiu o primeiro título da série Disco de bolso, iniciativa do jornal O Pasquim, semanário carioca de grande influência na cultura do Brasil na época.

    O Disco de bolso era um single duplo de vinil que vinha encartado no jornal e que, no lado A, apresentava gravação inédita, primeiro registro fonográfico de Águas de março, de Jobim, e no lado B lançava o novo artista.

    O single duplo O tom de Antônio Carlos Jobim e o tal de João Bosco apresentou o artista mineiro com gravação de Agnus sei, composição com Aldir Blanc, com quem firmaria uma das mais belas parcerias da MPB nos anos 70.

    Nesses 50 anos de trajetória, poucos artistas podem se orgulhar de tantos sucessos e de tantos discos clássicos, um artista que une muita qualidade e grande sucesso popular.

    No repertório do show, João Bosco canta sucessos em retrospectiva. Clássicos como “Papel Machê”, “O Bêbado e a Equilibrista” e “Corsário” se fazem presentes, para a plateia cantar e celebrar junto.