Bolsa Pampulha - 2026 - Bolsa

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FMC/Divulgação

 

BOLSA PAMPULHA

O programa Bolsa Pampulha é uma das principais iniciativas de fomento à produção em Artes Visuais do Museu de Arte da Pampulha (MAP). O programa reforça o Museu como espaço de formação, pesquisa e experimentação no campo da arte contemporânea junto à comunidade artística local e nacional, algo testemunhado ao longo de suas nove edições anteriores e documentado na série de publicações resultantes das residências artísticas.

O programa constitui-se em uma residência artística com duração de seis meses, destinada a artistas brasileiros. Além da residência e do processo de criação em ateliê coletivo localizado no Viaduto das Artes, diversas atividades integram o programa. Aos selecionados são oferecidos suporte financeiro, acompanhamento curatorial e de orientadores especializados, sendo realizadas, ainda, algumas ações abertas ao público em geral, com a participação dos bolsistas, da equipe do programa e de destacados artistas e profissionais da área cultural. Ao final do programa, é promovida uma mostra coletiva com apresentação das pesquisas, obras e propostas produzidas, na qual os resultados da residência são exibidos ao público. É também editado um catálogo abrangendo todo o processo de pesquisa, convivência e produção dos bolsistas, com textos dos curadores e orientadores.

O Bolsa Pampulha é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, e em sua 10ª edição realiza uma parceria com o Viaduto das Artes..

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Museu de Arte da Pampulha

O Museu de Arte da Pampulha (MAP) integra o Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Seu edifício foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, no início da década de 1940, e inaugurado como museu em 1957. Desde 2001, o MAP adota um modelo de curadoria voltado para a produção em Arte Contemporânea, com ênfase nos trabalhos que dialogam com o seu patrimônio arquitetônico e paisagístico. Em 2016 o Conjunto Moderno da Pampulha, do qual o MAP faz parte, foi declarado Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO. Atualmente, o edifício-sede do Museu se encontra em processo de restauro, mas o MAP se mantém atento à missão de oferecer ao público experiências reflexivas, simbólicas, afetivas e sensoriais no campo das Artes Visuais, por meio de suas ações museológicas e educativas, além de exposições, no jardim e em outros espaços da cidade.