
“Mangáa BR? Quando a linguagem japonesa encontra histórias brasileiras”
Convidados: IaraNaika, Max Andrade, Akíla Gabriel
Mediação: Daniel Bretas
Sinopse: Se mangás são a denominação que fazemos de quadrinhos produzidos no Japão, é possível falar de mangás nacionais? O que acontece quando as influências do mercado japonês se encontram com o caldo cultural brasileiro?
IaraNaika (CE)
Designer, quadrinista e ilustradora, autora e desenhista de “48km”, quadrinho vencedor do HQMix 2024 de mangás e produções correlatas, indicada ao HQMix 2023 em Web Quadrinhos e HQMix 2024 em Publicação de Humor; listada pelos jurados para o Prêmio Grampo de Grandes HQs 2021; indicada ao prêmio LeBlanc 2022 em Quadrinhos. Atualmente produzindo uma nova história em quadrinhos: “A Rosa de Ouro Preto”.
Max Andrade (MG)
Max, nascido em 1991, em Uberlândia (MG), iniciou a carreira nos quadrinhos em 2008. Nesses 18 anos, foram mais de 2.500 páginas desenhadas, chegando à marca de 50 publicações impressas, entre álbuns solo e coletâneas. Fez a série Tools Challenge, que, com suas mais de 800 páginas, ganhou uma edição definitiva pela Editora JBC/Companhia das Letras; Juquinha – O Solitário Acidente da Matéria, e muitas outras. Foi premiado no concurso internacional Silent Manga Audition, que o levou ao Japão 3 vezes. Em 2022, lançou Anjinho: Além, na coleção Graphic MSP, vencedor do Troféu HQMix. Também atua como editor de mangás e quadrinhos nacionais na Editora Taverna do Rei.
Akíla Gabriel
Akíla é um quadrinista brasileiro dedicado à fantasia, ficção especulativa e narrativas que exploram as tensões humanas em cenários extremos. Seu trabalho combina atmosferas densas, sensibilidade emocional e mundos construídos com forte imaginação visual. “Forma ou Consciência” é seu primeiro trabalho totalmente autoral, marcando sua estreia como criador completo de um universo próprio. Além disso, Akíla atua como ilustrador em projetos de destaque, como Ordem Paranormal e A Própria Carne, obras que reforçam sua habilidade em traduzir estética sombria, intensidade e inquietação para a linguagem visual dos quadrinhos.
Daniel Bretas (MG)
Daniel, natural de Belo Horizonte, é artista visual e bacharel em Cinema. Atua com quadrinhos, ilustração, audiovisual, design e ensino. Já recebeu prêmios como BMA, SMA e HQMix e teve curtas exibidos e reconhecidos internacionalmente. Mais em https://calaboca.co