Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Baanko Talks "A Historia de quem criou a Cultura de BH"
    Baanko Talks "A Historia de quem criou a Cultura de BH"
    Baanko Talks

    Este encontro será mais do que especial, será uma verdadeira imersão nas experiências autênticas que formaram empreendedores de impacto.

    Incrível oportunidade de ouvir histórias reais de indivíduos que não só transformaram suas vidas, mas também se tornaram verdadeiras inspirações, deixando uma marca duradoura na comunidade!

  • BABADAN BANDA DE RUA

    O Bloco Babadan Banda de Rua surgiu em 2018 como projeto da incubadora AFRORMIGUEIRO, que tem como objetivo incentivar ações culturais e sociais que combatam o preconceito racial contra o povo de pele preta. Sua concepção tem fundamento nas bandas dos tempos do Brasil Colônia, onde imperavam os instrumentos de sopro, no Reinado Afromineiro e no Candomblé, por meio dos seus elementos percussivos, cantos e expressão corporal. Os principais instrumentos utilizados pelo são: tuba, trompete, trombone, saxofone, djembe, caixa de Congado, dundun, enxada, patangome e gungas. A formação contempla cerca de 30 músicos, grande parte oriunda das tradicionais Bandas Civis do interior do Estado de Minas Gerais. Temos também uma ala performática, que contempla dança e intervenções que interagem com os brincantes. O repertório é composto por releituras de grandes composições mineiras e brasileiras e arranjos autorais, com ênfase nos ritmos afro - Congo, Serra Abaixo, toques do Candomblé, funk, etc.

  • Babel

    O artista visual Rafael Vilarouca retrata em suas obras a cidade como interface e inspiração para discutir a relação entre corporeidade, arquitetura e urbanismo e suas interconexões entre o individual e o coletivo. A partir de registros fotográficos, digitais e analógicos, além de pequenas interferências digitais e colagens, o artista cria uma cartografia imagética do Ceará, sua terra natal, com 60 imagens em 20 trípticos. A exposição foi escolhida no 7º Programa de Seleção da Piccola Galleria. As imagens revelam  as diferenças das regiões Norte, Sul e Central do estado, e apresentam uma visão crítica e autoral sobre a trajetória de Rafael como artista, além de discutir sobre a importância dos grandes centros e o esvaziamento e o esquecimento dos pequenos municípios. Como em um colecionismo, ele guarda diferentes momentos, mas sempre com seu olhar, propondo questionamentos instigantes sobre a relação entre o sujeito e o espaço. A nova paisagem criada pela expografia é capaz de apontar caminhos tortuosos em direção a entendimentos – ora angustiantes, ora aliviantes – sobre memória e esquecimento na experiência de tempo contemporâneo. 

    Classificação etária: Livre