Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Circuito Cine Clube
    Circuito Cine Clube
    Bate-papo - Diálogos MIS

    Live - Diálogos MIS - Bate-papo com Coletivos Filmes de Rua (BH) e Cine Leblon (BH)

    Sinopse: O Cinema Como Lugar de Encontro - O espaço/tempo de um filme é também lugar de encontro, de passagem, de construção de olhares e realidades. É lugar de conversa, de negociação. Nesta sessão apresentamos filmes produzidos pelos Coletivos Filme de Rua e Jardim Leblon, de Belo Horizonte. Coletivos que buscam um fazer compartilhado, reunindo pessoas de distintas trajetórias, seja da rua, da periferia, dos bairros de classe média, da política, fora do sistema - de todos eles - ou dentro deles. O que surge de potência a partir desse lugar de encontro? Que fissuras são provocadas em termos de linguagem e discurso? Quais questões podem ser apontadas do ponto de vista cinematográfico, político, e, também, pedagógico? O bate-papo contará com a participação dos realizadores Zi Reis (Coletivo Filme de Rua) e Rogério Gomes (Coletivo Cine Leblon).

    Live por meio das mídias: YouTube/Instagram/Facebook
    Duração: 40 minutos
    Classificação: Livre

  • Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale
    Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale
    Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale

    31/07 – MOÇAMBIQUE BRANCO DE ARAGUARI: BATE-PAPO E APRESENTAÇÃO

    No dia 31 de julho, sábado, às 10 horas, o projeto Diversidade Periférica traz uma atração que vem do interior de Minas Gerais, da cidade de Araguari: o Moçambique Branco de Araguari, que é um grupo folclórico religioso que traz o sincretismo das tradições católicas com as origens africanas, manifestando a fé em Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Efigenia e os Pretos Velhos.

    O vídeo será um bate-papo com os integrantes do grupo, para contar ao público sobre essa tradição.

    A guarda de Moçambique Branco de Araguari foi fundada em 1929. Hoje o grupo é coordenado pelo Capitão Mor João Batista da Silva e pelo seu filho Capitão Jeferson Jorge.

    Há uma média de 250 participantes e são considerados a casa real, portadores do direito de guardar as coroas de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário (representadas por dois casais de Reis).

    As guardas de moçambique se diferenciam das guardas de congado em alguns aspectos, como cores das roupas, instrumentos musicais, tipos de danças realizadas, entre outros detalhes, mas têm em comum a devoção à grande mãe: Nossa Senhora do Rosário, e os cortejos que saem às ruas dançando e cantando.

    O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artístico-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

    Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte.

    É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde 1998.

    Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka.

    Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros.

    Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.

  • Bate papo: Ecologia Integral
    Bate papo: Ecologia Integral
    Bate papo: Ecologia Integral

    Nesta sexta-feira (24), às 17h, a coordenadora geral do Ilali, Centro Agostiniano em Ecologia Integral, e mestre em Economia para Transição, Fernanda Rocha Vidal, vai conversar com o médico sanitarista Apolo Heringer sobre Ecologia Integral. O bate-papo será transmitido pelo canal do Centro Ilali no Youtube.

    Apolo Heringer, referência na causa ambientalista no país, é o idealizador do Projeto Manuelzão, de despoluição do Rio das Velhas e luta por melhorias nas condições ambientais para promover qualidade de vida. No bate-papo, Heringer falará sobre os limites entre a sustentabilidade ecossistêmica e a atividade econômica e responderá uma questão: ‘Nosso planeta está no limite?’. “Temos que ‘ecologizar’ a economia. A atividade econômica deve estar dentro dos limites de sustentabilidade ecossistêmica, porque ‘sustentabilidade’ virou uma palavra oca, está virando marketing de empresas, e a economia não pode extrapolar os limites ambientais explícitos”, afirma Heringer.

    O Ilali, espaço de educação localizado em Mário Campos, Minas Gerais, é uma iniciativa da Sociedade Inteligência e Coração (SIC), que também responde pelas quatro unidades do Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima. O propósito central do espaço é convidar indivíduos para um diálogo construtivo que transforme a maneira das pessoas de se relacionarem com o mundo, apresentando novas possibilidades de convivência com a natureza rumo à uma sociedade sustentável.