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  • Belo Horizonte em números

    Localização estratégica

    A uma hora de voo de 55 % do PIB nacional.

    (RJ,SP,MG E DF).

    http://portaldebelohorizonte.com.br/negocios/numeros

    Dados socioeconômicos

    http://portaldebelohorizonte.com.br/negocios/numeros

    Boletim Econômico

    Sistematização dos dados econômicos do Município de Belo Horizonte, tais como emprego, ambiente de negócios e comércio exterior, como forma de contribuir para a disseminação de informações sobre a economia belo-horizontina. O Boletim é uma fonte de informação para o cidadão, gestores, investidores, empreendedores, jornalistas e estudantes, complementando as demais fontes, públicas e privadas, já existentes. Confira todas as edições do Boletim Econômico.

     

    Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)

    34 municípios compõem o centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural de Minas Gerais. 

    http://portaldebelohorizonte.com.br/negocios/belo-horizonte-em-numeros

    Fonte: UFMG

     

     

    3ª MAIOR REGIÃO METROPOLITANA DO BRASIL 

                  7ª MAIOR REGIÃO METROPOLITANA DA AMÉRICA LATINA 
     
    Um artigo da Bloomberg (29/04/2017) Definiu Belo Horizonte como uma
    das cidades do mundo “ EPICENTRO GLOBAL DO CRESCIMENTO PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS”

     

    icon Maior que o da Bulgária,Uruguai, Croácia,Líbano. 

                                                                                  icon2População maior que a da Finlândia e da Dinamarca.

    icon03IDH alto.

                                                                                 icon05 do PIB de Minas Gerais.

     

    Fonte: IBGE

     

    Para mais informações, acesse a página do Observatório do Turismo de Belo Horizonte.

     

  • Arte FLI
    Arte FLI
    BELO HORIZONTE E SEUS ESCRITORES EM TRADUÇÃO

     

    Márcia Maria Cruz entrevista Fabrício Marques

    Fabrício Marques (BH) e Márcia Maria Cruz (BH)

    Fabrício Marques é jornalista, poeta e escritor. É doutor em Literatura Comparada pela UFMG. Professor em cursos de Jornalismo de 1999 a 2012, foi editor do Suplemento Literário de Minas Gerais e trabalhou em outras publicações de Belo Horizonte, onde vive desde 1992. Finalista do Prêmio Jabuti de Livro-Reportagem, publicou, entre outros, Uma cidade se inventa (Editora Scriptum) e A máquina de existir (Editora Pedra Papel Tesoura).

    Márcia Maria Cruz é doutora em Ciência Política e mestre em Comunicação Social pela UFMG. Jornalista, é repórter do jornal Estado de Minas. Atuou em organizações não governamentais com questões relacionadas a comunicação e movimentos sociais, com ênfase nos temas mídia, criança e adolescente, direitos humanos e favelas. É autora do livro Morro do Papagaio, que faz parte da coleção BH. A cidade de cada um. Atualmente, integra o Coletivo Lena Santos e foi uma das organizadoras do 1º Congresso Nacional de Jornalistas Negras e Negros Lena Santos.

    Data: 18/8

    Horário: estreia às 9 horas

    Classificação: livre

    Público-alvo: jovens e adultos

    Recursos de acessibilidade: libras, legenda de texto

    Transmissão: YouTube

     

  • Belo Horizonte essencial

    Primeira vez em Belo Horizonte? Confira o que é essencial conhecer a capital mineira, especialmente se você tem pouco tempo.

    O roteiro começa pela Praça da Liberdade. Ela é um dos melhores exemplos da variedade de estilos arquitetônicos que fazem a história da cidade. Seus jardins são inspirados no francês Palácio de Versalhes, mas o entorno tem prédios que vão da art déco ao pós-modernismo, passando por belíssimos projetos de Oscar Niemeyer

    Alameda Central Praça da Liberdade
    Foto: Pedro Vilela / Acervo MTur

    Criada para ser a sede do poder mineiro, hoje ela abriga um circuito cultural, com museus, centros culturais, teatros e cafés. Depois, siga pela avenida João Pinheiro até a avenida Afonso Pena. Você vai chegar ao principal corredor do centro econômico da cidade. 

    A região tem dois atrativos imperdíveis: o Palácio das Artes e o Parque Municipal. Na verdade, um está geograficamente dentro do outro. O primeiro é nada menos do que maior centro de produção, formação e difusão cultural de Minas. Com projeto original de Oscar Niemeyer, redimensionado posteriormente pelo arquiteto Hélio Ferreira Pinto, trata-se de um complexo com um grande teatro para 1.700 pessoas, salas multiúso e galerias que recebem exposições de arte, além de uma livraria e um café.

    Palácio das Artes
    Foto: Click Estúdio Profissional / Acervo Belotur

    Ao redor da arte, natureza. No Parque Municipal Américo René Gianetti, são mais de 180 mil metros quadrados de jardins, lagos, orquidário, parque de diversões e um teatro, o Francisco Nunes. Se quiser dar uma pausa no percurso, esse é o refúgio perfeito. Entre, caminhe um pouco pelos corredores verdes, descanse em um dos bancos e recupere as energias.

    Saindo do parque, siga alguns metros até a Praça Sete. Pronto! Você chegará ao coração da cidade. Por ali passam milhares de pessoas todos os dias. A dica por ali é admirar o inconfundível obelisco de granito, construído para homenagear o centenário da Independência do Brasil, em setembro de 1922. O famoso “pirulito” está cercado por um conjunto de arranha-céus imponentes. 

    Em meio aos gigantes, no quarteirão entre a avenida Amazonas e a rua Carijós, há uma joia. O Cine Theatro Brasil, construído na década de 1930, em estilo art-déco, já foi um dia o maior prédio da cidade. Hoje, funciona como um centro cultural com teatros, sala de cinema, galerias de arte e espaço de eventos. é possível realizar visitas guiadas e conhecer mais sobre a história de Belo Horizonte e sua arquitetura.

    Fachada Cine Brasil
    Foto: Leo Lara / Divulgação


    Hora de partir para a próxima parada! Siga a pé pela lateral do Cine Theatro Brasil, na avenida Amazonas. São cerca de 600 metros até a Praça da Estação (ou Praça Rui Barbosa). Você verá uma grande esplanada e, ao fundo, a imponente Estação Central Ferroviária. O prédio abriga, atualmente, o Museu de Artes e Ofícios, o primeiro espaço do Brasil inteiramente dedicado ao tema do trabalho. A Praça da Estação é um ponto crucial para a história de Belo Horizonte. Foi ali que a cidade começou a ser construída, em 1897.

    Ainda na Região Central da cidade, dê um pulo no Mercado Central para um lanche — que pode ser leve ou não, a escolha é sua. Mas, por favor, volte aqui depois e reserve pelo menos uma manhã ou tarde para explorar os corredores desse que é um dos melhores mercados do mundo.

     Topa mais uma parada? O caminho agora é rumo à Região Pampulha! 

    Lá, você vai conhecer o Conjunto Moderno da Pampulha. A famosa lagoa rodeada por prédios e monumentos projetados por Oscar Niemeyer faz parte do roteiro surpreendente de Belo Horizonte. Atualmente, o Conjunto integra a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO na categoria de Paisagem Cultural.

    Fachada Museu de Arte da Pampulha
    Foto: Ricardo Laf / Acervo PBH