Sistematização dos dados econômicos do Município de Belo Horizonte, tais como emprego, ambiente de negócios e comércio exterior, como forma de contribuir para a disseminação de informações sobre a economia belo-horizontina. O Boletim é uma fonte de informação para o cidadão, gestores, investidores, empreendedores, jornalistas e estudantes, complementando as demais fontes, públicas e privadas, já existentes. Confira todas as edições do Boletim Econômico.
Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)
34 municípios compõem o centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural de Minas Gerais.
Fonte: UFMG
3ª MAIOR REGIÃO METROPOLITANA DO BRASIL
7ª MAIOR REGIÃO METROPOLITANA DA AMÉRICA LATINA
Um artigo da Bloomberg (29/04/2017) Definiu Belo Horizonte como uma das cidades do mundo “ EPICENTRO GLOBAL DO CRESCIMENTO PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS”
Maior que o da Bulgária,Uruguai, Croácia,Líbano.
População maior que a da Finlândia e da Dinamarca.
Fabrício Marques é jornalista, poeta e escritor. É doutor em Literatura Comparada pela UFMG. Professor em cursos de Jornalismo de 1999 a 2012, foi editor do Suplemento Literário de Minas Gerais e trabalhou em outras publicações de Belo Horizonte, onde vive desde 1992. Finalista do Prêmio Jabuti de Livro-Reportagem, publicou, entre outros, Uma cidade se inventa (Editora Scriptum) e A máquina de existir (Editora Pedra Papel Tesoura).
Márcia Maria Cruz é doutora em Ciência Política e mestre em Comunicação Social pela UFMG. Jornalista, é repórter do jornal Estado de Minas. Atuou em organizações não governamentais com questões relacionadas a comunicação e movimentos sociais, com ênfase nos temas mídia, criança e adolescente, direitos humanos e favelas. É autora do livro Morro do Papagaio, que faz parte da coleção BH. A cidade de cada um. Atualmente, integra o Coletivo Lena Santos e foi uma das organizadoras do 1º Congresso Nacional de Jornalistas Negras e Negros Lena Santos.
Data: 18/8
Horário: estreia às 9 horas
Classificação: livre
Público-alvo: jovens e adultos
Recursos de acessibilidade: libras, legenda de texto
Primeira vez em Belo Horizonte? Confira o que é essencial conhecer a capital mineira, especialmente se você tem pouco tempo.
O roteiro começa pela Praça da Liberdade. Ela é um dos melhores exemplos da variedade de estilos arquitetônicos que fazem a história da cidade. Seus jardins são inspirados no francês Palácio de Versalhes, mas o entorno tem prédios que vão da art déco ao pós-modernismo, passando por belíssimos projetos de Oscar Niemeyer.
Foto: Pedro Vilela / Acervo MTur
Criada para ser a sede do poder mineiro, hoje ela abriga um circuito cultural, com museus, centros culturais, teatros e cafés. Depois, siga pela avenida João Pinheiro até a avenida Afonso Pena. Você vai chegar ao principal corredor do centro econômico da cidade.
A região tem dois atrativos imperdíveis: o Palácio das Artes e o Parque Municipal. Na verdade, um está geograficamente dentro do outro. O primeiro é nada menos do que maior centro de produção, formação e difusão cultural de Minas. Com projeto original de Oscar Niemeyer, redimensionado posteriormente pelo arquiteto Hélio Ferreira Pinto, trata-se de um complexo com um grande teatro para 1.700 pessoas, salas multiúso e galerias que recebem exposições de arte, além de uma livraria e um café.
Ao redor da arte, natureza. No Parque Municipal Américo René Gianetti, são mais de 180 mil metros quadrados de jardins, lagos, orquidário, parque de diversões e um teatro, o Francisco Nunes. Se quiser dar uma pausa no percurso, esse é o refúgio perfeito. Entre, caminhe um pouco pelos corredores verdes, descanse em um dos bancos e recupere as energias.
Saindo do parque, siga alguns metros até a Praça Sete. Pronto! Você chegará ao coração da cidade. Por ali passam milhares de pessoas todos os dias. A dica por ali é admirar o inconfundível obelisco de granito, construído para homenagear o centenário da Independência do Brasil, em setembro de 1922. O famoso “pirulito” está cercado por um conjunto de arranha-céus imponentes.
Em meio aos gigantes, no quarteirão entre a avenida Amazonas e a rua Carijós, há uma joia. O Cine Theatro Brasil, construído na década de 1930, em estilo art-déco, já foi um dia o maior prédio da cidade. Hoje, funciona como um centro cultural com teatros, sala de cinema, galerias de arte e espaço de eventos. é possível realizar visitas guiadas e conhecer mais sobre a história de Belo Horizonte e sua arquitetura.
Foto: Leo Lara / Divulgação
Hora de partir para a próxima parada! Siga a pé pela lateral do Cine Theatro Brasil, na avenida Amazonas. São cerca de 600 metros até a Praça da Estação (ou Praça Rui Barbosa). Você verá uma grande esplanada e, ao fundo, a imponente Estação Central Ferroviária. O prédio abriga, atualmente, o Museu de Artes e Ofícios, o primeiro espaço do Brasil inteiramente dedicado ao tema do trabalho. A Praça da Estação é um ponto crucial para a história de Belo Horizonte. Foi ali que a cidade começou a ser construída, em 1897.
Ainda na Região Central da cidade, dê um pulo no Mercado Central para um lanche — que pode ser leve ou não, a escolha é sua. Mas, por favor, volte aqui depois e reserve pelo menos uma manhã ou tarde para explorar os corredores desse que é um dos melhores mercados do mundo.
Topa mais uma parada? O caminho agora é rumo à Região Pampulha!
Lá, você vai conhecer o Conjunto Moderno da Pampulha. A famosa lagoa rodeada por prédios e monumentos projetados por Oscar Niemeyer faz parte do roteiro surpreendente de Belo Horizonte. Atualmente, o Conjunto integra a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO na categoria de Paisagem Cultural.