Belo Horizonte recebe bem porque é feita por gente de verdade - a hospitalidade que se sente no coração
Quem chega a Belo Horizonte descobre rápido o que significa ser recebido de verdade. Aqui, a gentileza não é protocolo, é jeito de viver. O sorriso do garçom que oferece o melhor tira-gosto, a prosa despretensiosa com o taxista ou o motorista de aplicativo, a ajuda do desconhecido na rua: cada gesto mostra que hospitalidade é parte da alma da cidade. Em BH, não se trata apenas de abrir as portas, mas de abrir o coração.

Esse acolhimento genuíno é o que faz da capital mineira um destino diferente de qualquer outro. O visitante não encontra apenas serviços turísticos, mas vivências que criam vínculos. A experiência de estar aqui vai além de conhecer pontos famosos: é sobre sentir-se parte de uma comunidade que sabe receber e valoriza o encontro.
A cidade do sim, do afeto e da diversidade
“BH é a cidade do sim” porque abraça a pluralidade e transforma encontros em experiências inesquecíveis. Sim para quem chega de longe e logo se sente em casa. Sim para o sotaque que envolve como abraço. Sim para o pão de queijo de verdade, para o café compartilhado no balcão da lanchonete ou na cozinha de um parente, para o sorriso dos amigos no Mercado Central e para a roda de samba em Santa Tereza. Sim até para as surpresas do cotidiano, como ver capivaras e jacarés dividindo espaço com os moradores às margens da Lagoa da Pampulha. Essa é a essência de uma cidade que acolhe, sem reservas, cada visitante e cada história.
O “sim” de Belo Horizonte também é um convite à diversidade gastronômica, cultural e social. É a abertura para novas ideias, novos sabores e novas formas de viver a cidade. Seja na programação artística que ocupa ruas e praças, nas manifestações culturais de diferentes regiões ou na mesa compartilhada de um bar, a capital mineira se revela como espaço de inclusão e celebração da vida.
Uma capital feita de encontros e lugares únicos
Belo Horizonte é feita de detalhes que viram memórias. O Mercado Novo, com sua efervescência criativa e contemporânea, o Cristo do Barreiro, com sua vista que abraça a cidade inteira, o verde dos parques que resfriam os dias quentes e convidam ao descanso, o Conjunto Moderno da Pampulha, Patrimônio Cultural Mundial, que une arquitetura moderna, arte e paisagem em harmonia e a gastronomia reconhecida pela UNESCO que faz de BH uma Cidade Criativa, desde 2019. Em cada esquina, há uma mesa posta, uma prosa boa, um motivo para celebrar.
E não é por acaso que Belo Horizonte é celebrada como a capital dos bares. Com 178 estabelecimentos a cada 100 mil habitantes, a cidade tem um bar para cada 560 pessoas. É como se cada um deles estivesse ali especialmente para reunir amigos em torno de petiscos e conversas. Mas esse não é um título que fala de quantidade, mas de qualidade: o jeito do belo-horizontino de transformar turistas em companheiros de mesa e momentos simples em lembranças inesquecíveis.

E essa essência se completa no verde e no sabor. BH tem mais de 70 parques municipais, todos abertos à visitação e alguns até pet friendly. Essa conexão com a natureza fez a cidade receber, pela segunda vez, o título internacional de Cidade Árvore do Mundo, um orgulho que se soma à hospitalidade dos moradores.
E, claro, falar de Belo Horizonte é falar de comida: a capital foi reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa da Gastronomia em 2019 e, em 2025, emplacou oito restaurantes entre os 100 melhores do Brasil, na quarta edição do EXAME Casual 2025. Entre a alta cozinha e os pratos que nasceram nas esquinas, como o fígado com jiló, o KAOL e a coxinha com catupiry, a mesa mineira continua sendo um dos convites mais irresistíveis para quem chega.
Esses atrativos não são apenas cartões-postais: eles representam a identidade da cidade. O turista que visita Belo Horizonte não leva consigo apenas fotos, mas lembranças carregadas de afeto. Ao caminhar pelas ruas, experimentar a comida, ouvir a música e sentir a energia dos moradores, é possível entender por que BH é reconhecida como um dos destinos mais acolhedores do Brasil.
Festa o ano inteiro: do Carnaval ao Arraial de Belô
Seja em fevereiro ou em julho, Belo Horizonte prova que sabe celebrar a tradição como poucas cidades. O Carnaval de BH já se tornou um dos maiores e mais vibrantes do país, reunindo mais de 6 milhões de pessoas em blocos de rua que tomam todas as regiões da capital. Uma folia democrática, plural e acolhedora: cada canto da cidade vira palco para encontros, cores, batuques e alegria sem igual.

E quando chega o inverno, a festa continua com o Arraial de Belô, que transforma a capital em um grande arraial junino. São mais de cinquenta quadrilhas, fogueiras, bandeirinhas, comidas típicas e muita música fazem parte dessa experiência completa que encanta turistas e moradores. Mais do que festa, o Arraial é a expressão da tradição mineira que se reinventa, convidando todos a viver a cultura popular de forma autêntica há 46 anos.

De morro em morro, de prosa em prosa
O jeito belo-horizontino de viver está nas pequenas coisas: no pastel com caldo de cana, no boteco cheio de amigos, na vista dos morros que cercam a cidade. É esse conjunto de gestos, sabores e histórias que fazem BH ser feita por gente de verdade. Uma cidade que não se esconde atrás de formalidades, mas que mostra, no dia a dia, que receber é mais do que acolher: é compartilhar. É por isso que aqui, cada visita vira encontro, cada encontro vira memória e cada memória dá vontade de voltar.
E é justamente essa soma de experiências que transforma Belo Horizonte em um destino tão especial. A cidade não precisa se esforçar para conquistar: ela encanta de forma espontânea, pelo jeito simples e verdadeiro de sua gente. Assim, quem chega sempre encontra mais do que esperava e quem parte leva no coração a certeza de que será bem-vindo ao voltar.
Te encontro em BH!



