Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Arte FLI
    Arte FLI
    1º episódio: AS PUBLICAÇÕES RELEITURA E LER-O-LERO

    PODCAST 30 ANOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTIL E JUVENIL DE BELO HORIZONTE

    1º episódio: AS PUBLICAÇÕES RELEITURA E LER-O-LERO

    Elisa Heilbuth Verçoza (BH) e Samuel Medina (BH)

    Elisa Heilbuth Verçoza é graduada em Letras pela PUC-MG e em Filosofia pela UFMG. Foi diretora editorial da Editora Interlivros, de Minas Gerais. Assumiu, com a publicitária e produtora cultural Denise Werneck, em 1991, a editoração das revistas Releitura e Ler-o-Lero, da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. 

    Samuel Medina é escritor e narrador de histórias, graduado em Letras e servidor público na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Publicou, aos 11 anos, em edição independente, o livro A grande guerra. Participou de diversas antologias pela Andross Editora. É também autor de O medalhão e a adaga (Editora Multifoco), Patos selvagens (Editora Baobá) e A cidade suspensa (Editora Senhor da Lenda). Mantém o blog http://www.oguardiaodehistorias.com.br

    Data: 10/8

    Horário: estreia às 9 horas

    Classificação: livre

    Público-alvo: jovens e adultos

    Sem recursos de acessibilidade

    Transmissão: Spotify

     

     

  •  1º Feijoada do Bar do Bigode 2025
    1º Feijoada do Bar do Bigode 2025
    1º Feijoada do Bar do Bigode 2025

    É isso mesmo! 

    Com 41 anos de tradição em BH, o Bar do Bigode convida todos vocês para sua primeira grande feijoada da história!

    O prato mais famoso do bar, que toma conta do almoço às sextas-feiras e sábados há décadas, vai ganhar um evento só pra ele! 

    E o melhor! A Feijoada do Bar do Bigode é open bar e open food!

  • 1º FEMI-BH |Festival da Música Instrumental
    1º FEMI-BH |Festival da Música Instrumental
    1º FEMI-BH |Festival da Música Instrumental

    Nos próximos dias 12 e 13 de junho, sábado e domingo, a Música Instrumental Belo Horizontina tem apresentações especiais na primeira edição do FEMI-BH.

    Com shows de Juarez Moreira, Trio CRIO, Glaw Nader Trio, Warley Henrique e Duo Mitre, além de participações especiais de Cléber Alves e Nath Rodrigues e bate-papos com produtores e músicos, contemplando diversas gerações e contando um pouco mais da cena musical instrumental na cidade.

    “Uma das potências do festival é abrigar vários gêneros da música instrumental em um único espaço, sem atribuir a eles um só rótulo. Acredito que festivais devem ser amplos, democráticos e plurais”, conta a coordenadora geral Juliana Nogueira.

    Quem assina a curadoria do FEMI-BH é Juarez Moreira, “A música instrumental é uma tradição mineira, fico feliz em colaborar com projetos voltados para a reafirmação desse bem cultural.

    A originalidade e diversidade de estilos musicais de BH são riquíssimos.” A primeira edição do FEMI-BH acontece nos dias 12 e 13 de junho, a partir das 15h, com transmissão pelo YouTube do festival.

    A realização é da da produtora Cultural Juliana Nogueira, viabilizado por meio da Lei Aldir Blanc.

    Além das apresentações musicais o festival traz ainda entrevistas, “Gosto muito de conhecer a história e através dela analisar o que temos hoje, as modificações e como se deu esse processo”, conta Juliana Nogueira, para isso ela convidou o músico e compositor Célio Balona para contar, como testemunha que é, aos seus 82 anos, um pouco mais da história, os locais onde aconteciam os encontros, shows e todos os processos que envolviam e envolvem ainda tocar música instrumental.

    Além de Balona, Beth Santos, produtora conhecida da cena e gestora do BDMG Instrumental, e André Limão, músico, baterista e professor da Escola de Música da UFMG, também participam das conversas.

    Limão chega para contar um pouco mais sobre sua trajetória como professor de música da UFMG e como se dá esse processo de formação acadêmica dos novos artistas.

    “As pessoas podem esperar por momentos prazerosos, leves, alegres”, destaca a coordenadora, e para expressar um pouco isso o festival optou pelos shows em espaços abertos, com muito verde, ar puro e sol.

    “Em cinco apresentações nos esforçamos ao máximo para representar um pouco da diversidade e pluralidade da música incrível que temos hoje na capital, olhando para o passado, apreciando o presente e mirando no futuro.

    O futuro! Ainda acreditamos nele e queremos uma segunda presencial e em cortejo pelos espaços da cidade”.