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  •  Circuito do Pão de Queijo
    Circuito do Pão de Queijo
    Circuito do Pão de Queijo

    Redondo, pode ser grande ou pequeno. Crocante por fora, macio por dentro. Quentinho, harmoniza bem com café, chá ou com bebidas geladas, até com cerveja. Feito à base de polvilho azedo, ovos, sal, óleo (vegetal ou animal) e queijo, muito queijo, essa iguaria está na mesa dos mineiros há quase 300 anos e, de tão saboroso, já ficou conhecido em todo o Brasil e em várias partes do mundo.

    Claro, estamos falando dele, do pão de queijo.

    Um dos maiores símbolos da cozinha de Minas Gerais, um verdadeiro patrimônio mineiro, cuja forma de fazer foi passada de geração em geração desde meados do século XVIII e, hoje, é encontrado em todos os cantos de Belo Horizonte: dos bares mais simples aos mais sofisticados, passando por padarias, confeitarias, hotéis e até restaurantes premiados.

    Ao longo dos anos, cozinheiras e cozinheiros foram aprimorando e diversificando a forma de fazer o pão de queijo.

    Tem pão de queijo assado, frito, com farinha de mandioca ou goma de tapioca, simples ou recheado, tem até pão de queijo vegano e ovo de páscoa de pão de queijo.

    O que vale é o sabor e o gosto do freguês. Tem gente que come de manhã, outros preferem no lanche da tarde, há quem coma o dia inteiro!

    Para celebrar essa relação tão afetiva entre o belo-horizontino e seu quitute favorito, foi criado o Circuito do Pão de Queijo.

    Que vai percorrer alguns estabelecimentos de Belo Horizonte onde é possível conhecer (se é que alguém ainda não conheça), degustar e saborear a iguaria.

    Sempre com ingressos gratuitos, os participantes poderão conhecer algumas receitas especiais do salgado, conversar com os produtores e entender como as diferenças no preparo é que tornam o pão de queijo tão especial.

    A escolha dos lugares visitados ficou à cargo do chef Renan Bastos, que criou uma verdadeira seleção.

    E melhor, marcando presença em quatro bairros tradicionais da cidade: Savassi, Santa Tereza, Floresta e Anchieta, para provar que tem pão de queijo “bão” pra tudo que é lado de BH.

    Os passeios, no formato walking tour, terão sempre dois pontos de encontro com os participantes, próximos ao local escolhido para as degustações.

    A condução do passeio será feita pelo especialista em turismo de experiências Saulo Lisboa, da Livre Viagens e Turismo.

    Confira a programação:

    08/06 – Belô Cafeteria e Doceria – Rua Sergipe, 1329 (Savassi) 18h - Primeiro ponto de encontro: Rua Fernandes Tourinho, 500 (em frente ao Redentor Bar) 18h15 - Segundo ponto de encontro: Praça Diogo Vasconcelos (Praça da Savassi), em frente ao Mc Donald’s. 18h30 – Chegada no local

    09/06 – Raízes Café Arte – Rua Mármore, 138 (Santa Tereza) 18h - Primeiro ponto de encontro: Rua Estrela do Sul, 89 (em frente ao Cine Santa Tereza) 18h15 - Segundo ponto de encontro: Praça Duque de Caxias, 220 (em frente à Paróquia de Santa Tereza e Santa Terezinha) 18h30 – Chegada no local

    10/06 – Floresta Orgânica – Avenida do Contorno, 1727 (Floresta) 8h30 - Primeiro ponto de encontro: Praça Zamenhof 8h45 - Segundo ponto de encontro: Rua Silva Jardim, 100 (em frente à Paróquia Nossa Senhora das Dores) 9h – Chegada no local

    10/06 – Minas Demais – Avenida Bandeirantes, 1725 (Anchieta) 11h30 - Primeiro ponto de encontro: Avenida Afonso Pena, 4374 (em frente ao Boi Vitório) 11h45 - Segundo ponto de encontro: Praça da Bandeira, 1808 12h – Chegada no local

    Para encerrar, ainda no dia 10 de junho, após as duas visitas, haverá um encontro de confraternização no Sesc Palladium, também com uma programação bastante especial:

    - Bate-papo com Robson Costa, gerente da Laticínios Irmãos Costa, também conhecida como “Barraca da Dona Zelinha”, uma das mais antigas do Mercado Central, com quase 50 anos de tradição. Filho de Dona Zelinha, Robson vai falar sobre o comércio de queijos e outros derivados de leite na capital mineira e o simbolismo do pão de queijo para a cultura gastronômica de Minas Gerais;

    - Cozinha-show com o chef Renan Bastos, que vai ensinar os truques para fazer um delicioso pão de queijo com ingredientes caseiros;

    - Show com o músico e professor Wender Pereira, saxofonista da Orquestra Opus e da banda Os Distraídos; O Circuito do Bão de Queijo foi idealizado pela RB Gastronomia e Eventos, com apoio da Livre Viagens e Turismo e produção executiva da Gás Produtora.

    O evento tem o patrocínio da Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Belotur.

  • Circuito do Rock movimenta a programação de fevereiro no Circuito

    Com o objetivo de dar visibilidade e conectar iniciativas voltadas ao rock realizadas por três dos Centros Culturais públicos municipais de Belo Horizonte, o  Circuito do Rock apresenta à cidade o trabalho de três bandas representativas dos festivais "Rock da Regina", do Centro Cultural Lindéia Regina, no Barreiro, "Independência e Rock", do Centro Cultural Venda Nova, e "Rock da Pampulha", do Centro Cultural Pampulha. Os grupos irão participar de uma competição on-line e quem decide o vencedor é o público. 

    Para essa ação, foram selecionados, por meio da comissão curatorial do Circuito Municipal de Cultura, as bandas Plan B, Saulo Wolf N’ The gang e Tio Capone, partindo das inscrições feitas no chamamento público do Circuito Municipal de Cultura. Cada uma delas representa uma região da cidade e os centros culturais nelas localizados. 

    Será realizada a gravação e edição de uma música autoral de cada banda, feita em estúdio profissional, com os  custos de estrutura, técnicos e testes de covid-19 sob responsabilidade do Circuito. Os vídeos de cada banda serão postados no canal da Fundação Municipal de Cultura, no dia 23 de fevereiro, às 14h, dando início à competição, com votação pública aberta até o dia 25, às 20h. Os votos serão contabilizados por quantidade de likes nos vídeos, não pela quantidade de visualizações. 

    O vídeo com o maior número de likes conquistará o primeiro lugar na competição e será premiado com um videoclipe profissional da música vencedora, que será roteirizado, dirigido e gravado pela Babilonya Filmes. A gravação do videoclipe inclui todo equipamento, estrutura audiovisual, direção de arte e equipe necessária. O segundo lugar receberá cachê no valor de R$3.500 e o terceiro de R$2.000. 

    O Circuito do Rock é uma parceria entre o Circuito Municipal de Cultura e as ações dos Centros Culturais em Rede, da Fundação Municipal de Cultura. O Circuito Municipal de Cultura é realizado pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (Circ).

    "Por meio das ações dos Centros Culturais em Rede, 17 equipamentos públicos espalhados pelas nove regionais da cidade atuam de forma integrada, conectando territórios, grupos e artistas. Eventos como Rock da Regina, Periférico Rock, Pampulha Rock, Independência ou Rock, dentre outros, realizados nos centros culturais, são tradicionais no calendário da cidade e possuem um registro crescente de grupos e artistas locais que veem nas políticas públicas e nesses equipamentos descentralizados um lugar potente para o fluxo de suas produções. O Centro Cultural Lindéia Regina, por exemplo, possui um cadastro, com cerca de 25 grupos do Barreiro, fato que se repete em diversos outros territórios. Isso mostra a importância dos centros culturais na produção, acesso e protagonismo da música nova e independente da cidade", explica a diretora de Promoção dos Direitos Culturais, Bárbara Boff Bof.


    CONHEÇA AS BANDAS E AS CANÇÕES 

    A Plan B é uma banda de Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte, próxima à regional Barreiro, formada por quatro amigos, que se destaca pela forma divertida e descomplicada em tocar o pop rock autoral. Fundada em 2019 por Magno Maciel (compositor e guitarrista), Daiana Umbelina (voz e violão), Hugo Vieira (bateria) e Marcelo Maciel (baixo), já se apresentou em diversos eventos e casas dedicadas ao gênero, incluindo o Centro Cultural Lindéia Regina, o qual representa na competição. 

    “Já nos apresentamos algumas vezes no Centro Cultural Lindéia Regina, frequentamos e sempre que possível participamos de oficinas e eventos. Lá eles apoiam as bandas autorais independentemente do estilo, gostamos muito do evento ‘Rock do Regina’, inclusive, na edição deste ano,  já estamos com presença confirmada como atração”, conta Daiana, a Day, vocalista do grupo. 

    Na competição, o grupo apresenta a canção “Eu Sei” que, segundo Daiana, “representa um estilo de rock pop dançante, trazendo uma sonoridade divertida. A letra conta sobre alguém que está muito feliz por estar vivendo em um mundo maravilhoso chamado (Paixão), mas tudo na vida tem dois lados”, afirma a cantora. 

    Representando o Centro Cultural Venda Nova, onde já se apresentou no evento “Independência e Rock”, a banda belo-horizontina Tiocapone concorre no Circuito do Rock com a canção “Meu cabelo é bom”, que, segundo Junio Martins, vocalista do grupo, foi composta a partir de experiências que vivenciou ao longo dos anos. 

    “No decorrer da minha vida, tive de cortar o cabelo pra ser aceito em trabalho, alisei o cabelo para não sofrer bullying na escola. Já escutei muito um ‘corta o cabelo igual de homem’, até que resolvi deixar crescer e enfrentar todos esses preconceitos. E, depois de ver jovens de projetos sociais que eu atuo sofrendo os mesmos ataques que eu sofri , comecei a compor essa música para enaltecer vários tipos de cortes e penteados afro, conta Junio.

    O cantor define o trabalho da banda como “Rock de preto”, chamado assim por trazer, em suas composições, “temas sociais ou raciais que são tratados muitas vezes de forma irônica e energizada”, completa. 

    Saulo Wolf (BH) é vocalista atuante no cenário musical mineiro e, em seu projeto solo, Saulo Wolf and the gang, reúne para a apresentação os músicos Marcelo Fabbri (guitarra), Cláudio Freitas (baixo) e Fred Aquino (bateria). Terceira banda concorrente, Saulo Wolf and the gang representa o Centro Cultural Pampulha e mostra a canção autoral “Powerkill”, com letra de Saulo Wolf e música de Hudson Lucena.

    O músico enaltece a ação do Circuito do Rock que, segundo ele, “exerce o trabalho fundamental não apenas para apoiar o artista independente, mas também contribuindo de forma significativa para o fomento de uma cena musical regional que é extremamente enriquecida por músicos de altíssima qualidade e, em muitos casos, não possuem oportunidade de mostrar o trabalho que possuem”, analisa Saulo. 

     

  • CIRCUITO DO SAMBA - PAIS E FILHOS

    Na realidade o Bloco surgiu em virtude do evento de mesmo nome “Circuito do Samba” realizado uma vez ao mês com a interdição da Av. Amazonas, n. 51 ao 151, Centro, hoje considera da a Lapa de BH. Lá desfilam a nata do samba mineiro e ter um bloco de carnaval foi praticamente uma exigência das 5 mil pessoas que hoje frequentam este evento. Devido ao grande número de crianças que estavam frequentando o circuito achou-se por bem fazer algo para elas.Os comerciantes da região se reuniram e resolveram apoiar o projeto Circuito do Samba Kids em que as crianças tem oficina para fabricação de seus próprios instrumentos e farão ensaios para o carnaval já com eles no mês de Dezembro. O projeto foi tao bem recepcionado que alguns adultos quiseram também integrar a bateria então acabou sendo formado o Bloco Circuito do Samba – pais e filhos totalmente feita de instrumentos com material reciclado, dando sentido ao seu lema: reciclar na vida e no carnaval é fundamental!!