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  • Com a premiada montagem "De Tempo Somos", do Grupo Galpão, Circuito Municipal de Cultura de BH inicia seu terceiro ano de atividades

    Com entrada gratuita, espetáculo será apresentado na edição especial do “Movimento Belo Horizonte +  Feliz”, no Barreiro. Outras atividades do Movimento Belo Horizonte + Feliz acontecem a partir de 15h

    A Prefeitura de Belo Horizonte realiza, em parceria com o Instituto Odeon e o Grupo Galpão, a estreia da programação do terceiro ano do Circuito Municipal de Cultura com apresentação do espetáculo De Tempo Somos. O projeto celebra a retomada das atividades presenciais desde o início da pandemia da Covid-19 e lança a nova programação com a apresentação de um dos mais célebres espetáculos do Grupo Galpão, integrando a programação especial do Movimento Belo Horizonte + Feliz.  Referência nacional das artes cênicas, o Grupo Galpão levará seu sarau “De Tempos Somos” para apresentação na Praça José Verano (antiga Praça da Febem), no Barreiro, dia 11 de setembro (domingo), às 18h. O espetáculo tem classificação livre e interpretação em libras. Mais informações: portalbelohorizonte.com.br/circuitomunicipaldecultura.

    A Secretária Municipal de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta que o espetáculo do Grupo Galpão abre um novo ciclo do Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte, com a retomada das atividades culturais presenciais. “Projeto estratégico da Prefeitura de Belo Horizonte, o Circuito vem fortalecendo e difundindo a produção artística dos territórios e agora tem a missão de contribuir na reocupação dos espaços públicos da cidade, junto ao Movimento Belo Horizonte + Feliz. É com muita alegria que começamos uma nova etapa do projeto com o Grupo Galpão, um dos grupos mais importantes do país e que é parte da história de Belo Horizonte”, celebra Eliane Parreiras. 

    A presidente da Fundação Municipal de Cultura, Luciana Féres, ressalta o simbolismo em ter o Grupo Galpão na abertura do Circuito Municipal de Cultura. “Primeiro porque neste ano o grupo mineiro celebra seus 40 anos de trajetória, com toda sua relevância dentro do teatro brasileiro. Além disso, por trazer, em sua história, a tradição do teatro popular e de rua, indo ao encontro também com o propósito do Circuito Municipal de Cultura de democratizar a cultura na cidade, em uma apresentação descentralizada, que ocupará a Praça José Verano, na regional Barreiro”, destaca.

    Antes da apresentação do Grupo Galpão, a partir das 15h, a praça receberá outras ações do Movimento Belo Horizonte + Feliz. A Trupe Circense Circo LAR fará uma oficina de bambolês e uma apresentação de palhaço e contorcionista. O evento também contará com Feirinha de Artesanato e Alimentação, pula-pula e máquina de algodão doce, além de outras atividades com monitores pra crianças.

     

    Encontro da música com o teatro

    Dirigido por Lydia Del Picchia e Simone Ordones, “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão” celebra o encontro da música com o teatro, que se tornou marca registrada do grupo em seus 40 anos de história. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes, incluindo canções de workshops –, além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. O sarau, cuja estreia aconteceu em 2014, lança aos atores o desafio de se reinventarem em cena, se aproximando ainda mais do público, a quem são dedicadas algumas das canções.

    Com direção musical e arranjos de Luiz Rocha, os atores cantam e executam, ao vivo, 25 canções de trabalhos mais antigos como “Corra enquanto é tempo” (1988) e “Álbum de Família” (1990); passando também por “Romeu e Julieta” (1992), “Um Moliére Imaginário” (1997) e “Partido” (1999), chegando até a espetáculos mais recentes como “Tio Vânia” e “Eclipse” (ambos de 2011), além de músicas que surgiram em workshops internos e que chegam a público pela primeira vez. No repertório, as músicas autorais se entrelaçam a versões de Chiquinha Gonzaga, Lamartine Babo, Kurt Weil, Fito Páez, Caetano e Gil, entre outras.

    A programação completa das atividades do Circuito Municipal de Cultura do mês de setembro será divulgada em breve, nos canais da PBH, e conta com espetáculos de dança, shows musicais, sessões de cinema, teatro e atividades relacionadas aos Mestres e Mestras da cultura popular de Belo Horizonte.

     

    Cadastramento

    O Circuito Municipal de Cultura está com cadastramento aberto para propostas artísticas e culturais que poderão compor a programação de 2022 e 2023. As inscrições acontecem até as 23h59 do dia 2 de outubro, por meio de formulário on-line disponível no site www.circuitomunicipaldecultura.com.br.

    Por meio de chamamento público, serão selecionadas, no mínimo, 70 atrações. As linguagens artísticas compreendem artes visuais, cinema, circo, cultura popular e urbana, dança, literatura, música e teatro. Presencias e, em alguns casos híbridas, as apresentações poderão integrar as agendas dos equipamentos culturais municipais e dos sete centros culturais de BH. Os cachês podem chegar a R$3.100 (três mil e cem reais).

     

    Sobre o Circuito Municipal de Cultura

    O Circuito Municipal de Cultura, projeto estratégico da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, tem como objetivo promover a descentralização e a democratização do acesso a uma ampla programação artístico-cultural, atendendo a todas as regionais da cidade, valorizando e fomentando a produção cultural local dos diversos territórios da cidade. 

    O Circuito Municipal de Cultura oferece programação contínua, em diversos formatos, a partir de ações descentralizadas nas nove regionais da PBH. São realizados shows, espetáculos cênicos, intervenções urbanas, exibição de filmes e mostras temáticas, além de atividades de reflexão e formação.

    Lançado em dezembro de 2019, o Circuito Municipal de Cultura mantém, nesta nova etapa, iniciada em julho de 2022, o compromisso de oferecer programação cultural de plural, com atrações gratuitas para todas as faixas etárias, destacando a produção cultural local em todos os seus territórios e manifestações. O Circuito já realizou 628 apresentações nos espaços públicos das nove regionais da cidade, alcançando um público de mais de 700 mil pessoas, e contou com a participação de mais de 3.700 trabalhadores, entre artistas, Mestres da cultura popular, produtores e técnicos, reforçando seu importante papel de fomento, principalmente no período da pandemia de Covid-19. 

     

    Sobre o Movimento Belo Horizonte + Feliz

    O Movimento Belo Horizonte + Feliz busca dinamizar a vida cultural, social, turística, urbana e econômica da cidade. O projeto foi criado para estimular a realização de atividades regulares e regionalizadas de lazer, arte, cultura, turismo, gastronomia e esportes em espaços públicos de Belo Horizonte, como praças e parques. O principal objetivo é promover uma ação democrática e participativa, com o fomento da economia criativa e local, estimulando o convívio, o senso de comunidade e o desenvolvimento da cidadania em toda a capital.

     


    SERVIÇO

    Lançamento programação Circuito Municipal de Cultura - Ano III

    Grupo Galpão apresenta “De Tempo Somos”

    Quando? Dia 11/9, domingo, às 18h

    Onde? Praça José Verano, S/N - Barreiro de Cima 

    Quanto? Gratuito 

    Circuito nas redes: Site | Instagram | Facebook | YouTube

  • Comdado Bar
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  • Com destaque para presença da Ministra Anielle Franco, FAN - BH apresenta programação para segundo dia do evento

     

    Nesta terça-feira (24), o Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH 2023 - recebeu a Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, para duas agendas dentro da programação do Festival. Às 9 horas, a Ministra realizou uma visita ao Quilombo Souza, no bairro Santa Tereza, região Leste de BH, momento em que também fez atendimento aos veículos de imprensa. Já às 19h30, Anielle participa da Roda de Conversa com representantes do movimento negro de Belo Horizoonte e Minas Gerais "Futuros Desejáveis, Caminhos Possíveis: reflexões sobre cultura preta, tecnologias ancestrais, cidadania e reparação histórica", no Teatro Francisco Nunes, no Parque Municipal Américo Renê Gianetti. 

    A terça-feira contou também com Residência Artística Coração Tambor, com abertura do dançarino, coreógrafo e escritor, Evandro Passos, e mentoria com o pedagogo, ator e arte educador, Evandro Nunes. A atividade foi realizada na parte da manhã com os selecionados no Chamamento público, no Teatro Marília, no bairro Santa Efigênia. Além disso, entre 17h30 e 19 horas, haverá Roda de Conversa “Encruzilhadas do Tempo” e bate papo com o professor Sidnei Barreto Nogueira e a escritora Cidinha Silva, no teatro Francisco Nunes, dentro do Parque Municipal Américo Renné Giannetti.

    Às 19 horas, o Teatro Marília recebe a ação formativa: Empreendedores do Ojá Tema: Sua Marca, Seu Preço, com Ana Teles, que é escritora, consultora empresarial e que se intitula como “realizadora de sonhos por meio de planejamento financeiro”. O Ojá é um mercado no idioma Iorubá e será realizado no Parque Municipal, é reconhecido como um espaço de movimentação da Economia Criativa no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte, promovendo a circulação de recursos, a realização de encontros, e a troca de ideias e afetos. O Ojá também tem como objetivo destacar o trabalho de empreendedoras e empreendedores pretos de BH e Região Metropolitana, criando uma rede de novos negócios e oportunidades.

    A Estação Central do Metrô de BH e o Parque Municipal Américo Renné Giannetti também são espaços das exposições fixas Conta (en)canto e Adinkra: Reprodução símbolos IPEAFRO, respectivamente do Ibeji Studio e do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros. O Ibeji Studio é formado pelas gêmeas Clarisse Ribeiro e Clarelis Ribeiro, que são trancistas da região Oeste de Belo Horizonte, e elas brincam com a criatividade do trançar e a infinidade artística que possuem. 

    O Ipeafro é um Instituto criado pelo ator, poeta, ativista dos direitos civis e professor universitário, Abdias do Nascimento. A exposição Adinkra reúne um conjunto de símbolos que representam ideias expressas em provérbios. O adinkra, dos povos acã da África ocidental (notadamente os asante de Gana), é um entre vários sistemas de escrita africanos, fato que contraria a noção de que o conhecimento africano se resuma apenas à oralidade.

    Serviço:

    Visita Ministra Anielle Franco no Quilombo Souza

    • Terça-feira, 24 de outubro, de 9h às 11h

    Conversa com jornalistas no Quilombo Souza

    • Terça-feira, 24 de outubro - 11h
    • Rua Teixeira Soares, 985, Santa Tereza - Belo Horizonte

    Residência Artística Coração Tambor 

    • Exclusiva para pessoas selecionadas no Chamamento público
    • Terça-feira - 24 de outubro - 10h
    • Teatro Marília - Av. Prof. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia - Belo Horizonte

    Roda de Conversa - Encruzilhadas do Tempo

    • Terça-feira - 24 de outubro - 17h30
    • Teatro Francisco Nunes - no Parque Municipal Américo Renné Giannetti - Avenida Afonso Pena, 1377, Centro, Belo Horizonte

    Ação Formativa: Empreendedores do Ojá Tema: Sua Marca, Seu Preço

    • Terça-feira - 24 de outubro - 19h
    • Teatro Marília - Av. Prof. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia - Belo Horizonte

    Roda de Conversa com Ministra Anielle Franco: "Futuros Desejáveis, Caminhos Possíveis: reflexões sobre cultura preta, tecnologias ancestrais, cidadania e reparação histórica"

    • Terça-feira - 24 de outubro - 19h30
    • Teatro Francisco Nunes, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti - Avenida Afonso Pena, 1377, Centro, Belo Horizonte