Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Concerto: Hercules Gomes
    Concerto: Hercules Gomes
    Concerto: Hercules Gomes

    Considerado um dos mais representativos pianistas brasileiros da atualidade, Hercules já se apresentou em alguns dos mais importantes festivais de música no Brasil e no exterior. Foi vencedor do 11º Prêmio Nabor Pires de Camargo e do I Prêmio MIMO Instrumental. Como solista já atuou com orquestras como a OSUSP, Jerusalém Symphony Orchestra e Orquestra Filarmônica de Montevideo. Lançou 4 CDs “Pianismo” (2013), “No tempo da Chiquinha” (2018), “Tia Amélia para Sempre” (2020) e “Sarau Tupynambá” (2022). Foi convidado pela OSESP a participar da FIP Jazz e Clássica (Festa Internacional do Piano) em duo com Nailor Proveta em 2023. E seu recital solo fez parte da programação da OSESP, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Amazonas Green Jazz Festival (Manaus – AM), Lençóis Instrumental (São Luís – MA), entre outros. Em 2025 teve sua estreia na Europa com o projeto Solo em Bremen, realizado na Alemanha. Seu virtuosismo e suingue têm inspirado pianistas do mundo todo a executarem obras brasileiras.

  • Concerto: Heróis de Ontem e de Hoje
    Concerto: Heróis de Ontem e de Hoje
    Concerto: Heróis de Ontem e de Hoje

    É com grande alegria que a Sala Minas Gerais receber um dos maiores pianistas brasileiros de todos os tempos, Arnaldo Cohen. Nesta noite, ele apresentará a interpretação de duas peças - o Concerto em fá menor de Bach e uma das obras mais instigantes de Richard Strauss, a Burlesca, na celebração dos 75 anos de sua morte. Do compositor alemão, a Filarmônica executa ainda o célebre, complexo e “autobiográfico” poema sinfônico Uma vida de herói. Uma noite para ser lembrada!

    Fabio Mechetti, regente

    Arnaldo Cohen, piano

    Programa:

    Bach/Respighi - Três Prelúdios Corais: Despertai, há uma voz que vos aclama

    Bach - Concerto para piano n° 5 em fá menor, BWV 1056

    R. Strauss -Burlesca

    R. Strauss - Uma vida de herói, op. 40

  • Concerto: Hilda Furacão, a Ópera”
    Concerto: Hilda Furacão, a Ópera”
    Concerto: Hilda Furacão, a Ópera”

    A Orquestra Ouro Preto tem a alegria de trazer a Belo Horizonte seu mais novo espetáculo, “Hilda Furacão, a Ópera”, uma adaptação do aclamado romance de Roberto Drummond, ambientado na capital mineira e imortalizado na célebre minissérie dos anos 90. 

    Sob a regência do Maestro Rodrigo Toffolo, a montagem promete capturar a intensidade dos sentimentos e a complexidade dos dilemas da personagem que desafiou as convenções sociais de uma conservadora Belo Horizonte dos anos 60.

     As apresentações contam com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e acontecem nos dias 21 e 22 de novembro, às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. 

    Os ingressos já estão à venda no site e na bilheteria do teatro. 

    Na sequência, a produção segue para o Rio de Janeiro, nos dias 24 e 25 do mesmo mês, para duas récitas na Cidade das Artes. 

    Com música original de Tim Rescala e direção de cena de Julliano Mendes, “Hilda Furacão, a Ópera” celebra a riqueza da cultura brasileira, em uma produção cantada em português. Dividida em dois atos, o espetáculo explora os dilemas éticos, sociais e religiosos de uma época.

     O elenco conta com renomados cantores líricos brasileiros, prometendo emocionar o público em uma montagem impactante: interpreta a Hilda e Jabez Lima a Frei Malthus; Marília Vargas é Loló Ventura, enquanto Marcelo Coutinho encarna Nelson Sarmento; Johnny França é Aramel e Fernando Portari representa o narrador e autor Roberto Drummond. 

    A mezzo-soprano Carla Rizzi é quem dá vida à protagonista. Com sólida trajetória na cena operística brasileira, a artista ainda soma vasta experiência como atriz, emprestando à personagem toda força dramática que ela demanda. 

    A cantora repete a parceria com a Orquestra Ouro Preto, cujo último capítulo havia sido a bem-sucedida montagem “Auto da Compadecida, a Ópera”, assim como Jabez Lima, tenor que interpreta Frei Malthus. Uma das mais proeminentes vozes da ópera nacional, Jabez Lima empresta seu talento ao jovem frei que vive os dilemas entre o desejo da santidade e a tentação de seus sentimentos.

     O tenor, que interpretou João Grilo na versão mineira da obra de Suassuna, mostra toda sua versatilidade e excelência agora em uma faceta dramática.

     O romance do escritor mineiro conta a história de Hilda, uma jovem bela e rebelde que rompe com as expectativas ao abandonar sua vida de prestígio e refugiar-se na zona boêmia da capital mineira.

     Sua jornada se entrelaça com a de Frei Malthus, um jovem religioso determinado a transformar a vida dos habitantes da região. Esse encontro desencadeia uma série de conflitos éticos e sociais, em um confronto entre desejo e dever, liberdade e moralidade. 

    Uma narrativa que encontra na ópera a linguagem perfeita para seu desenvolvimento dramático se somando ao panteão de grandes heroínas do gênero, como Carmem e Aída, consolidando o caminho para a criação de uma ópera nacional e que dialoga com nossa história, cores e sons.