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  • 2ª Edição: Feira Mineira de Cutelaria
    2ª Edição: Feira Mineira de Cutelaria
    2ª Edição: Feira Mineira de Cutelaria

    A capital mineira receberá, nos dias 3 e 4 de junho, a 2ª edição da Feira de Cutelaria, no Mercado Novo de Belo Horizonte.

    O evento propõe divulgar a arte milenar de fabricação de instrumentos de corte, além de aproximar os amantes das facas dos cuteleiros de vários estados do Brasil.

    Programação:

    Dia 03/06
    10h: Abertura da Mostra de Cutelaria;
    11h: Prova de desafio de corte;
    13h: Workshop Afiação de Facas;
    14h: Workshop Forjamento de facas ao vivo;
    16h: Workshop afiação de facas;
    20h: Encerramento das atividades.


    Dia 04/06
    10h: Abertura da Mostra de Cutelaria;
    11h: Prova de desafio de corte;
    13h: Workshop Afiação de Facas;
    14h: Workshop Forjamento de facas ao vivo;
    16h: Workshop afiação de facas;
    18h: Encerramento da ll Feira Mineira de Cutelaria.

  • 2ª Edição FeNAPI – "Arte entre Infâncias"
    2ª Edição FeNAPI – "Arte entre Infâncias"
    2ª Edição FeNAPI – "Arte entre Infâncias" [Chamamento para artistas]

    Está aberto até o dia 30 de abril, sexta-feira, o chamamento público para a 2ª edição FeNAPI – Arte entre Infâncias, idealizado pela Insensata Cia. de Teatro.

    No formato online, em razão da pandemia, o evento traz mais uma novidade este ano: além das artes da cena (teatro, dança, circo e performance), a equipe de curadoria selecionará também propostas nas áreas de artes visuais e música.

    Além dos espetáculos, a programação traz ainda oficinas, seminário, palestras e um painel crítico com textos reflexivos sobre as obras apresentadas.

    Toda programação será transmitida gratuitamente no Facebook, Instagram e pelo canal do Youtube da Insensata Cia de Teatro. “Nos últimos seminários que realizamos junto a Insensata Cia de Teatro, tivemos o privilégio de contar com artistas/pesquisadores dedicados às artes visuais, circo, dança, música e teatro, sendo um representante de cada região do país.

    Foi muito interessante perceber a riqueza e diversidade existente nas produções artísticas para e com as infâncias em âmbito nacional.

    Este chamamento para a segunda edição só reforça isso.

    Nesse contexto digital então, as possibilidades de criação foram ainda mais ampliadas. Vamos ter trabalhos conosco que provavelmente não seriam possíveis em uma edição presencial”, explica Keu Freire, idealizador do evento.

    Serão selecionadas até 3 (três) obras nacionais, 3 (três) do interior do estado de Minas Gerais e 3 (três) de Belo Horizonte e região metropolitana. As obras nacionais e estaduais deverão ser preferencialmente inéditas na cidade de Belo Horizonte.

    A curadoria resguarda o direito de convidar espetáculos não inscritos, caso julgue que os mesmos possam contribuir para a construção reflexiva e conceitual da programação do festival

    As inscrições para o chamamento devem ser realizadas via formulário online que se encontra disponível em link na bio do Instagram @fenapibh. Podem se inscrever trabalhos dedicados às infâncias, em diversos gêneros, formatos e linguagens (artes visuais, circo, dança, música e teatro).

    Todas as inscrições, independente da linguagem e do formato, devem ser realizadas por meio do envio de um vídeo do trabalho artístico.

    A estruturação do vídeo fica a critério do (s) artista (s). Os grupos/artistas/produtores podem se inscrever mais de uma obra, desde que em formulários separados, como pessoa jurídica (inclusive MEI).

    Os espetáculos inscritos serão analisados por uma curadoria composta por Brenda Campos, Carol Fescina e Keu Freire;

    Entre os critérios, serão considerados aspectos como a diversidade da programação, a valorização da capacidade de reflexão crítica da criança, o cuidado com a experiência estética, as potências artísticas e suas possíveis relações com o contexto de pandemia e isolamento social.

    Para Carol Fescina, o festival tem olhar voltado para a diversidade, abarcando questões cronológicas, geográficas, históricas, psicológicas e etc. “Há algum tempo entendo e pratico a curadoria como um exercício de imaginação política. Penso nesse espaço como uma possibilidade de formalização de mundos impossíveis, especialmente quando relacionado as artes para e com as infâncias”.

    Para umas das idealizadoras do Festival, a pesquisadora de arte para as infâncias, Brenda Campos, não há como desvincular a criação teatral para crianças da forma como elas são percebidas pela sociedade.

    Mas revela que ainda é preciso avançar muito: “o território do teatro infantil ainda está carregado de paradigmas e preconceitos arraigados.

    A partir deles, é possível compreender as concepções de infância hoje, revelando as formas como a sociedade ainda vê a criança”.

  • FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas
    FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas
    2ª Edição: FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas

    A América Latina ganha o protagonismo da segunda edição do FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas, que acontece de 31 de maio a 4 de junho no Cine Santa Tereza, Centro Cultural Vila Marçola e no Museu da Moda - MUMO.

    Com idealização e direção artística de Victor Guimarães, o festival chega a sua segunda edição com 62 curtas metragens em sua programação divididos em 5 mostras, um curso com a curadora e pesquisadora Patrícia Mourão e uma conferência com o Coletivo Los Ingrávidos (México).

    A abertura do festival traz ainda sessão de cinema ao ar livre e música com DJ Supololo (Masterplano) no Centro Cultural Vila Marçola.

    Toda a programação é gratuita.

    A escolha de um enfoque temático para a realização deste ano dá destaque à produção fílmica experimental e de vanguarda que acontece na América Latina, “A história das artes fílmicas experimentais é sempre contada do ponto de vista da Europa e dos Estados Unidos.

    É como se eles estivessem sempre na vanguarda e os países periféricos produzissem algo derivado do que é inventado primeiro lá.

    Nosso foco é inverter essa lógica.” explica Victor.

    Vale ressaltar que desde as primeiras décadas do século XX essas produções acontecem no território, além disso alguns dos artistas e coletivos mais instigantes da cena experimental contemporânea estão criando a partir dessas regiões. “No ano passado, nós já havíamos percebido isso, com os filmes latino-americanos incríveis que recebemos para a Competitiva Internacional.

    Dois deles, inclusive, receberam menções honrosas do júri do festival.

    Então para nós foi natural essa escolha.

    É reconhecer uma força que existe aí há muito tempo e precisa ser destacada”, finaliza o diretor artístico.

    Para a curadora Carla Italiano, quando apontamos filmes da América Latina “Um ponto que de destaque é um diálogo entre procedimentos e gestos, consolidados no cinema de vanguarda já iniciados em países do norte global (principalmente EUA e alguns países da América Central), mas com enraizamento na realidade no contexto político social desses países e isso altera completamente o resultado desses filmes”.

    A segunda edição do FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas acontece de 31 de maio a 4 de junho no Cine Santa Tereza, com abertura no Centro Cultural Vila Marçola e conferência no Museu da Moda - MUMO.

    O festival traz sessões em formato digital e analógico (16mm), com cópias trazidas especialmente de várias partes do mundo.

    A entrada é gratuita.

    Garanta seu ingresso antecipadamente pelo Sympla a partir de 22/5 ou retire na bilheteria do cinema 30 minutos antes de cada sessão.

    Para mais informações siga @fendafestival no Instagram.

    Esta edição do FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas é é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, por meio do Edital BH nas Telas 2021.