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  •  "Dirtyloud: The Way" - DJ Marcus Vinicius
    "Dirtyloud: The Way" - DJ Marcus Vinicius
    "Dirtyloud: The Way" - DJ Marcus Vinicius

    Considerado um dos principais projetos de música eletrônica nacional, o Dirtyloud é referência para uma geração, fez história bombando mundialmente com a sonoridade que o tornou reconhecido, o eletro house, e continua inspirando novos artistas nesta carreira.

    São mais de 10 anos dedicados a fazer o que se ama, música; viver dela, aprender com seus altos e baixos e fazer disso uma grande escola pessoal e, por que não, para o próximo, encurtando algumas respostas e contribuindo para o processo de evolução?

    Marcus Vinícius é o nome por trás da formação atual do Dirtyloud que, junto com a virada de chave da sua produção musical, mais madura e que resgatou às suas raízes na house music, trouxe um projeto inédito que se encaixou no momento no qual o projeto se encontra: novo fôlego.

    “A ideia de desenvolver esse documentário veio de um vídeo que assisti do David Guetta contando um pouco sobre a história dele desde o início até chegar ao Jack Back, projeto dele com outra sonoridade”, revela Marcus que lança, nesta quinta-feira, 3, o seu documentário inédito, “Dirtyloud: The Way”.

    Durante esse percurso, o produtor teve vários públicos, e esse documentário compartilha com a geração que cresceu ouvindo o seu som, e com a galera que vem o acompanhando de alguns anos para cá, a sua estrada e a sua experiência.

    São cerca de 16 minutos de um material que permitiu reviver momentos passados, se encontrar no presente em uma curadoria feita por Marcus e uma equipe de profissionais de Belo Horizonte, Paula Mordente, que assina a direção, e Cesar Raphael. “Conheci o Marcus no ápice do brilho e foi isso que mais me chamou atenção nele.

    O quanto ele brilhava em cima do palco.

    Convivemos por dois anos porque nossos estúdios se dividiam por uma parede, e pude ver alguns dos seus altos e baixos.

    No documentário a gente retrata sua trajetória de forma fiel, exatamente da forma como conhecemos e sentimos do Marcus, e podemos dizer que ele está de volta, mais brilhante do que nunca”, conta Paula.

    A diretora trabalha com música eletrônica desde o início da sua carreira como videomaker e diretora, registrando festas, festivais e trazendo coberturas para os DJs.

    São mais de oito anos nesta área e essa não foi a primeira vez que Paula trabalhou com o Dirtyloud, que já produziu um clipe na linha storytelling da música ‘Better’.

    “Convidei dois profissionais que são amigos e já têm uma experiência na criação deste tipo de conteúdo.

    Fizemos uma entrevista bem aberta e sem programação, então saiu tudo muito espontâneo, e a partir daí criamos uma linha do tempo para deixar o doc bem atrativo”, revela Marcus.

    “Foi sensacional poder reviver tudo que já passei, vídeos dos lugares onde toquei, viagens, foi tudo muito especial, nostálgico e empolgante”, explica o DJ e produtor que tem no passaporte 16 países pelos quatro cantos do mundo, além de apresentações por todo o Brasil.

    E como essa história não é uma história escrita a duas mãos, convidados especiais e que são peças chave do projeto participaram do documentário.

    “Quem são? Assistindo vocês irão descobrir”, sem spoiler então né, Dirtyloud? “Acho que o que mais revelei foi o meu pensamento a respeito de tudo que está relacionado atualmente com o cenário de música eletrônica, dando forças, também, para os que estão começando por agora”, explica o produtor que conta mais do que a sua história, mas ideias, experiências, uma visão a respeito da carreira de DJs porque já viveu muitos momentos nesta caminhada.

    “Dirtyloud: The Way” vai além de um registro pessoal, mas, uma mensagem inspiradora para quem está começando e que almeja alcançar seus sonhos.

    “O que eu mais espero é poder incentivar geral a seguir seu caminho, seu sonho, não necessariamente na música”, finaliza Marcus.

    O documentário estará disponível no canal do Dirtyloud no YouTube nesta quinta-feira, 3, (https://www.youtube.com/c/Dirtyloud/featured) e poderá ser acessado gratuitamente.

    Se você é fã, reviva esses momentos, se você conhece o formato atual do projeto ou só ouviu falar, vale a pena conferir o material que traz um percurso de sucesso, dedicação, de altos e baixos, um espelho de uma carreira artística para quem pretende mergulhar nesse universo.

  •  Discothèque In Da House
    Discothèque In Da House
    Discothèque In Da House

    Na próxima sexta-feira (24/04) acontece a Discothèque In Da House, primeira incursão do coletivo mineiro Discothèque, voltado para festas de música eletrônica, no universo das festas online. Com participação de DJS residentes do coletivo e convidados de fora do país, além de artistas performáticos, a proposta é oferecer um alívio para a quarentena em forma de música e entretenimento, porém em um formato diferente das lives que inundam o instagram.

    "Desde o início da quarentena tenho estudado diferentes plataformas de streaming e reuniões online, e frequentado festas nesses ambientes, e percebi que as pessoas se divertem de verdade!" diz Tulio Borges, fundador e residente da Discothèque, conhecido também como DJ T00LEO. Ele mesmo foi atração de uma delas, a 1/4 Club (https://www.instagram.com/umquartoclub/) com base em Lisboa. O diferencial da chamadas Zoom Parties está na presença ativa do público, que também aparece na tela, a partir da câmera de seus notebooks ou smartphones em casa, e que se comunica efusivamente pelo chat da reunião.

    A edição de estréia contará com a participação do DJ Tad Hae, mineiro residente em Nova Iorque e integrante do coletivo Occupy The Disco e de um live set (show ao vivo com músicas próprias) do Serra Das Máquinas, do produtor Leonardo Thebit, direto de Trento, Itália.

  • Disco Xepa - Slow Food BH
    Disco Xepa - Slow Food BH
    Disco Xepa - Slow Food BH

    A Disco Xepa é um evento que une música, comida e celebração. A proposta é cozinhar e distribuir gratuitamente refeições feitas com ingredientes que iriam para o lixo por estarem fora do padrão "ideal" para frutas e legumes da agricultura convencional.

    A iniciativa é promovida pela Rede Jovem do Slow Food e acontece anualmente em vários convívios do Slow Food pelo mundo.