Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Dois edifícios altos de arquitetura modernista, com fachada envidraçada e laterais em concreto bege. O prédio da direita é mais alto e domina a cena, enquanto o da esquerda aparece parcialmente. Ao fundo, o céu está claro com algumas nuvens, e na parte inferior há árvores e um poste de iluminação urbana.
    Dois edifícios altos de arquitetura modernista, com fachada envidraçada e laterais em concreto bege. O prédio da direita é mais alto e domina a cena, enquanto o da esquerda aparece parcialmente. Ao fundo, o céu está claro com algumas nuvens, e na parte inferior há árvores e um poste de iluminação urbana.
    Edifício JK

    O Conjunto Habitacional Governador Juscelino Kubitschek, conhecido como Edifício JK, foi projetado por Oscar Niemeyer na década de 1950 e é um marco da arquitetura modernista em Belo Horizonte. Localizado próximo à Praça Raul Soares, o conjunto é formado por dois blocos residenciais: o bloco A, com 23 andares voltado para a Rua Timbiras, e o bloco B, com 36 andares e fachada para a Rua Guajajaras.

    Com 1.087 apartamentos distribuídos em 13 tipos e capacidade para mais de 5 mil moradores, o JK incorpora elementos típicos do modernismo, como pilotis com pilares em formas inovadoras (V, W, Ψ), fachadas livres, uso de concreto armado e vidro, além de brises verticais em alumínio para controle solar no bloco B. O conjunto foi tombado pelo Patrimônio Cultural de Belo Horizonte em 2022.

    Outra características

    • Integra o  Conjunto Urbano Praça Raul Soares;
    • Não possui estacionamento;
    • Fácil acesso de transporte público;
       
  • Edifício JK - Conjunto Governador Juscelino Kubitschek - Fachada
    Edifício JK - Conjunto Governador Juscelino Kubitschek - Fachada
    Edifício JK - Conjunto Governador Juscelino Kubitschek

    O projeto foi feito pelo arquiteto Oscar Niemeyer, datado de 1952. A construção foi feita pelo empresário Joaquim Rolla, com recursos doados pelo então governador Juscelino Kubitschek. No edifício deveriam funcionar, de acordo com o projeto original, um museu de Arte Moderna, repartições públicas e residências para alguns de seus funcionários, além de comércio e serviços. Uma grande área de lazer facilitaria o trânsito dos seus moradores dentro das dependências do próprio prédio.

    Constituído por dois blocos, o complexo conta com um edifício de 23 andares com frente para a Rua Timbiras e outro edifício de 36 andares com a frente voltada para a Rua Guajajaras e que ainda hoje é o mais alto da capital mineira, é o 122º no ranking dos mais altos do Brasil. No projeto original, consta uma passarela interligando os dois edifícios pelo 5º andar, o que foi embargado pela secretaria de obras do munícipio. No total, cerca de cinco mil moradores habitam as quase 1100 unidades existentes nos dois blocos do complexo.

  • Edifício residencial para contemplação externa
    Edifício residencial para contemplação externa
    Edifício Niemeyer

    O edifício Niemeyer, de utilização residencial, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1954 e concluído em 1960, no local onde existia antes o Palacete Dolabela. Um dos marcos da arquitetura moderna no Brasil, o edifício é absolutamente inovador não apenas por suas formas curvas, que criam espaços internos de grande riqueza nos apartamentos que abriga, como também pela surpreendente fachada em brises horizontais que reforça o movimento de curvas e o ritmo vertical. Além disso, as vedações opacas recebem revestimento de peças artísticas, marcando a integração com as artes plásticas almejada pelo arquiteto. As linhas curvas presentes no edifício são bem ao gosto do autor do projeto, que já as havia utilizado no Conjunto Arquitetônico da Pampulha, notadamente na marquise da Casa do Baile. Com seus doze pavimentos, ocupa inteiramente um pequeno quarteirão triangular como uma planta em forma de trevo. O edifício se apresenta externamente como uma pilha de placas horizontais superpostas e distanciadas por pequenos intervalos vazados.