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  • Escultura Pássaro
    Escultura Pássaro
    Escultura Pássaro

    A escultura “Pássaro” foi executada pelo artista Paulo Laender em 1980, a pedido do arquiteto Paulo de Tarso, da Serprem, firma contratada para realizar a obra do parque. Segundo o autor, a conotação de “Pássaro” é conseqüência da topografia montanhosa existente no local sobre a qual se desenvolvem os platôs do parque. Daí surgiu a idéia de um pássaro pousado sobre a montanha. Este trabalho pesa aproximadamente 800 kg e foi fundido pela Indústria Módulo Estruturas Metálicas de Contagem, em chapa de aço de 1 polegada, oxidada naturalmente.

  • Foto da escultura Paula Duró em cima do Edifício Central
    Foto da escultura Paula Duró em cima do Edifício Central
    Escultura Paula Duró em cima do Edifício Central

    Escultura Paula Duró em cima do Edifício Central.

    MAIS INFORMAÇÕES:
    Virada Cultural de Todo Mundo - Belo Horizonte 2023
    Participação gratuita.

  • PEDRO NAVA
    PEDRO NAVA
    Escultura Pedro Nava

    PEDRO NAVA – (1903 -1984)

    Médico, escritor, poeta e memorialista brasileiro. Nasceu no dia 5 de junho de 1903, em Juiz de Fora (MG), e formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1927. Ainda na década de 1920, tornou-se amigo de modernistas como Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira. Colaborou para publicações como A Revista, organizada por modernistas mineiros. Clínico de renome, professor e membro de várias associações médicas brasileiras e estrangeiras, obteve reconhecimento literário a partir de 1972, com o início da publicação de suas memórias, pelas quais recebeu diversos prêmios. Suicidou-se no Rio de Janeiro, em 1984. 

    Características da escultura:

    Altura: 1.75cm | Frente: 103cm | Largura: 55cm | Peso: 150 K

    Localização: Rua Goiás, 46, Centro, Belo Horizonte/MG 

    “Compor com o açúcar é como compor com a nota musical ou a cor, pois uma e outra variam e se desfiguram, configuram ou transfiguram segundo os outros sons e os outros tons que se lhes aproximam ou avizinham. É por isso que tudo que se faz com açúcar ou se mistura ao açúcar pede deste a forma especial e adequada — que favoreça a síntese do gosto”.
    Setentrião. In Baú de Ossos. 1972

    “Todos os caminhos iam à Rua da Bahia. Da Rua da Bahia partiam vias para os fundos do fim do mundo, para os tramontes dos acaba-minas… A simples reta urbana… Mas seria uma reta? Ou antes, a curva? Era a reta, a reta sem tempo, a reta continente dos segredos dos infinitos paralelos. E era a curva. A imarcescível curva, épura dos passos projetados, imanência das ciclóides, círculo infinito… Nós sabíamos, o Carlos tinha dito. A Rua da Bahia era rua sem princípio nem fim. Descíamos. Cada um de nós era um dos moços do poema. Subíamos. Um moço subia a Rua da Bahia”.

    Beira-mar. 1978