Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Partimpim e o Quarto no palco
    Espetáculo: Partimpim e o Quarto no palco
    Espetáculo: Adriana Partimpim e o Quarto no palco

    Turnê que celebra os 21 anos do heterônimo de Adriana Calcanhotto, Adriana Partimpim, está de volta!

    O novo espetáculo marca o seu reencontro com o público de “crianças de qualquer idade”, após 15 anos longe dos palcos. “Senti vontade de ser a Partimpim no palco de novo — de cantar as canções, tocar com a banda, ver os olhinhos brilhando na plateia. Ela fez 21 anos, mas nem por isso amadureceu", gargalha Adriana. "Além das crianças de agora, é a primeira vez que a Partimpim vai cantar para quem era criança no primeiro show, e que agora vai levar suas próprias crianças. Fortes emoções pela frente", antecipa a artista. 

    Após lançar, em 2024, o álbum “O Quarto”, com músicas como “O meu quarto” e “Malala”, ambas de autoria Partimpim; a inédita “Boitatá” de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Mano Wladimir”; “Atlântida", clássico de Rita Lee e Roberto de Carvalho; e “Tô bem” da banda Jovem Dionisio, Partimpim vai para a estrada com essas canções e mais outros sucessos de seus “tlês" outros álbuns. Hits como “Fico Assim Sem Você”, “Ciranda da Bailarina” e “Oito Anos”, entre outros, ganharam arranjos criados especialmente para o espetáculo. Com concepção musical da própria cantora, o auxílio luxuoso de Pretinho da Serrinha na formação da banda e Marlon Sette nos arranjos, o repertório traz mais de 20 canções compiladas dos quatro álbuns de estúdio. Na banda, colaboradores que têm construído a sonoridade de ambas as Adrianas, Partimpim e Calcanhotto, como Davi Moraes (guitarra), Marlon Sette (arranjos e trombone), Arimatéa (trompete) e Jorge Continentino (saxofone, clarinete e flautas). Eles já estiveram tanto nos estúdios quanto nos palcos com a cantora, que se declara: “parceiros de som e de estrada, meus irmãos”. 

    João Moreira (baixo), Luizinho do Jeje (percussão), Antonio Dal Bó (teclados e sintetizadores) e Thomas Harres (bateria) são os recém-chegados, "os caçulas, monstrinhos musicais”. "A química vai se dando nos ensaios, todas as ideias que surgem são experimentadas. Marlon é muito aberto para incorporar novidades aos arranjos e a banda é muito boa de criar. Partimpim não poderia, então, estar mais contente”, comemora Adriana. Partimpim e o seu Quarto nos palcos do Brasil para crianças de qualquer idade. Porque "o mundo é dos que sonham que toda lenda é pura verdade”.

  • Espetáculo adulto "Anjos e Diabinhos em: como não se livrar dos problemas" - Teatro Nossa Senhora das Dores
    Espetáculo adulto "Anjos e Diabinhos em: como não se livrar dos problemas" - Teatro Nossa Senhora das Dores
    Espetáculo adulto "Anjos e Diabinhos em: como não se livrar dos problemas"

    Nos dias 5 e 6 de maio, estreia o espetáculo "Anjos e Diabinhos em: como não se livrar dos problemas" no Teatro Nossa Senhora das Dores. Este que é um teatro mais intimista e a sensação de estar dentro da história é maior.

    Sinopse

    Carlos Henrique está enfrentando vários problemas pessoais e pretende resolver da pior forma possível. O que ele não contava é que receberia a visita inusitada do seu Anjo da Guarda, do seu Diabinho e de um ser não identificado.

    Inserido no contexto atual do país, o espetáculo é uma comédia que busca provocar uma reflexão acerca do turbilhão de coisas que se passa na cabeça de uma pessoa quando ela se encontra em um momento difícil da vida. 

    Prepare-se para um espetáculo divertido, provocativo e cheio de surpresas.

  • Imagem de divulgação do teatro
    Imagem de divulgação do teatro
    Espetáculo: "A Extravagante e Cotidiana Vida de Pedro, o Macaco Homem"

    Um solo inspirado no conto ‘Um Relatório para uma Academia’ de Franz Kafka. Pedro é um ex-macaco que foi capturado por humanos e, para se libertar, aprendeu a se comportar como humano. 

    Ele revela como abandonou sua condição animal para se adaptar à condição humana. Enquanto relata, demonstra sua vida cotidiana que, de tão simplória, revela-se extraordinariamente absurda. 

    A peça busca abordar temas como adaptação forçada, perda de identidade e crítica à domesticação: E você? Está bem amestrado?