Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo Além Mar
    Espetáculo Além Mar
    Espetáculo Além Mar

    O espetáculo “Além Mar” concebido especialmente para ser apresentado na turnê realizada pelo grupo em Portugal está de volta a Belo Horizonte. Após sucesso nas terras portuguesas o Sarandeiros se apresenta no dia 10 de novembro de 2019, ás 19 horas no Cine Theatro Brasil Vallourec. O grupo conta com o apoio cultural da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG foi o único representante brasileiro no XLIV FestiMaiorca 2018, na cidade de Figueira da Foz e no XXXVIII Festival Internacional de Folclore Rio 2018, em Barcelos e na cidade do Porto. Além Mar foi apresentado na 45º campanha de Popularização em 2019, e recebeu a indicação de 6 prêmios, entre os quais “melhor espetáculo” do ano para premiação do SINPARC/COPASA.
     

    O espetáculo traz danças de matrizes africanas e de matrizes indígenas amazonenses, com destaque para ritmos variados como Frevo, Maracatu, Afoxé, Carimbó, Lundu da Ilha do Marajó, Danças do Boi-Bumbá e Lendas amazônicas. Além disso, o grupo apresentou duas novas coreografias, Rainha do Mar e Anunciação, de inspiração nas tradições da cultura afro-brasileira. 

  • Espetáculo: “A lenda da cobra e do sapo e outras histórias” - Centro Cultural UFMG
    Espetáculo: “A lenda da cobra e do sapo e outras histórias” - Centro Cultural UFMG
    Espetáculo: “A lenda da cobra e do sapo e outras histórias” - Centro Cultural UFMG

    No dia 22 de setembro de 2022, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG recebe a atriz cantante Adriana Maciel para a apresentação do espetáculo teatral “A lenda da cobra e do sapo e outras histórias”.

    A autoria do texto é de Duh Rocha e a direção da peça é da própria protagonista.

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.

    Na poeira das lembranças surge a figura misteriosa de uma mulher. Através de suas memórias ela recorda momentos que marcaram a sua existência, como o dia mais feliz de sua vida, quando se tornou amiga de um sapo.

    A lenda da cobra e do sapo e outras histórias’ traz para a cena recortes de narrativas populares que perpassam pelo imaginário da fé, do sertão e dos antigos contadores de histórias do interior brasileiro.

    Utilizando a linguagem do solo narrativo, Adriana Maciel aplica artifícios teatrais e musicais para se transformar em diversos personagens que se entrelaçam através da dramaturgia, criando uma atmosfera lúdica e intimista.

    De acordo com a artista, a proposta do espetáculo é transportar o público ao universo da imaginação, levando-o também a refletir sobre como o mundo seria sem os preconceitos que afastam as pessoas.

    A produção traz ainda Carlos Renatto como provocador, o figurino de Agnes Antônia e a iluminação de Jonas Estevão.

  • Arte Visual da operá
    Arte Visual da operá
    Espetáculo: "A Lenda da Serpente" - Companhia Nacional da Ópera de Pequim

    A aclamada Companhia Nacional da Ópera de Pequim - considerada um dos pilares da tradição teatral chinesa - chega ao Brasil para a celebração do “Ano Cultural Brasil-China 2026”. A turnê brasileira irá passar por quatro capitais com dois clássicos do repertório: “A Lenda da Serpente” (Belo Horizonte e Salvador) e “As Mulheres Generais da Família Yang” (São Paulo e Brasília). 

    Combinando música, canto, dança, interpretação dramática, acrobacias e artes marciais, a produção impressiona por sua linguagem cênica altamente estilizada e pelo virtuosismo no movimento físico. Os intérpretes narram histórias e expressam emoções, a partir de técnicas vocais, movimentos coreográficos e os gestos simbólicos, enquanto sequências de acrobacia e combate, inspiradas nas artes marciais, acrescentam dinamismo às cenas. Uma orquestra tradicional chinesa - composta por instrumentos característicos como o erhu, instrumento de cordas, o suona, instrumento de sopro - abrilhanta ainda mais o espetáculo.

    Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, a Ópera de Pequim — conhecida na China como Jingju — tem sua origem nas tradições teatrais desenvolvidas na China imperial e consolidadas entre os séculos XVIII e XIX. 

    Ao longo do tempo, o gênero tornou-se uma das formas artísticas mais representativas da cultura chinesa, preservando narrativas históricas, lendas populares e histórias clássicas da literatura do país. A estética da Ópera de Pequim destaca-se pelo uso de figurinos elaborados, maquiagem estilizada e adereços simbólicos que ajudam a definir a identidade e a posição social dos personagens. Esses elementos integram um sistema de códigos cênicos desenvolvido ao longo de gerações e são fundamentais nas produções da companhia. 

    Confeccionados manualmente por artesãos especializados, os figurinos apresentam cores intensas e detalhes intrincados que refletem a personalidade e o status dos personagens, enquanto adereços como espadas, leques e lenços reforçam gestos e movimentos durante as cenas, contribuindo para a atmosfera visual característica desse gênero teatral. Essa combinação de música, teatro e virtuosismo físico impressiona plateias em diferentes partes do mundo.