Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: "Avós e violão" de Fabiano Cambota
    Espetáculo: "Avós e violão" de Fabiano Cambota
    Espetáculo: "Avós e violão" de Fabiano Cambota

    Fabiano Cambota se notificou como o melhor contador de histórias do stand up atual.

     Engraçado e interessante na mesma medida, o novo show traz histórias ainda mais hilárias da vida do humorista. 

    Quem já o assistiu percebe que a gaveta de onde saem suas cômicas histórias parece infinita. 

    No show Avós e violão , o Sex Sênior do Brasil conta como encanta velhinhas por onde passa, expõe sua família cheia de manias e ainda relata um encontro inusitado com um grande nome da MPB. 

    Pra entender e se divertir, vá ao show e relaxe por quase uma hora e meia. 

    Ainda vai ouvir músicas engraçadas e compreender que a vida sendo leve e bem humorada vale mais a pena. 

    Imperdível experiência assistir Fabiano Cambota ao vivo. 

    Melhor que nos vídeos, melhor que na TV, cheiroso e mais bonito de perto (segundo as senhoras!).

  • Espetáculo: Azira'i
    Espetáculo: Azira'i
    Espetáculo: Azira’i

    AZIRA’I: ESPETÁCULO AUTOBIOGRÁFICO INDÍGENA CHEGA AO SESC PALLADIUM EM OUTUBRO

    Nos dias 3 e 4 de outubro, o Sesc Palladium recebe o aclamado espetáculo AZIRA’I, interpretado pela artista indígena Zahy Tentehar. A montagem, dirigida por Denise Stutz e Duda Rios e produzida pela Sarau Cultura Brasileira, apresenta uma narrativa autobiográfica que explora a relação entre Zahy e sua mãe, Azira’i, primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava, no Maranhão. Com sessões na sexta-feira, às 20h, e no sábado, às 16h30 e 20h, a peça celebra memórias, tradições e a resistência cultural dos povos originários.

    O trabalho, vencedor do Prêmio Shell nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Iluminação, consagrou Zahy como a primeira artista indígena a receber a honraria. Recentemente, o espetáculo também foi destaque no Festival de Avignon Off, na França, sendo reconhecido por veículos europeus como Le Monde, Libération e Le Figaro como uma das melhores produções do maior festival de teatro do mundo.

    Com dramaturgia assinada por Zahy Tentehar e Duda Rios, AZIRA’I mergulha em um “musical de memórias” que entrelaça cantos ancestrais, lamentos e composições originais, sob direção musical de Elísio Freitas. No palco, Zahy alterna entre o português e o Ze’eng eté, sua língua materna, provocando reflexões sobre aculturação, identidade e legado espiritual.

    A cenografia minimalista – composta por uma cadeira e uma cortina de corda crua – é complementada por projeções visuais de Batman Zavareze, figurinos de Carol Lobato e iluminação de Ana Luzia Molinari de Simoni, criando uma experiência sensorial e intimista.

    O espetáculo é apresentado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, que reforça o compromisso com iniciativas culturais transformadoras e inclusivas. A produção é da Sarau Cultura Brasileira, responsável por montagens emblemáticas como Nossa História com Chico Buarque e Elza.

     

    Classificação: 12 anos

  • Espetáculo: “Azúcar”
    Espetáculo: “Azúcar”
    Espetáculo: “Azúcar”

    “Azúcar” é uma gíria dos países caribenhos que sugere mais energia nas performances artísticas. O açúcar é, também, simbolicamente, por sua importância na economia de alguns países latinos, um produto com grande influência na história cultural e social dessa região. De maneira poética, Azúcar explora o potencial criativo dos países latinos por meio de sua movimentação, de suas propostas cênicas e do uso das enormes variações rítmicas da música latina. Sintonizado com temas atuais, o trabalho também chama a atenção para realidades da América Latina, abordando questões culturais, políticas e sociais. O espetáculo coloca a sensualidade, a alegria, o gingado e outros estereótipos corriqueiramente associados à latinidade, lado a lado com a violência, a repressão e a hipocrisia. Desse modo, pretende gerar uma reflexão sobre as tensões e contradições entre os diferentes modos de ver e ser latinos. Para isso, lança mão de muito humor e ironia. Com trilha sonora formada por boleros, salsa, tangos, mambos, cha cha chá e especial destaque à música cubana, Azúcar é ambientado em um salão de danças sociais, onde se desenvolvem todas as ações do espetáculo. Aliás, as danças de salão foram fontes inspiradoras nas composições coreográficas. Estas danças sociais, caracterizadas pela condução masculina, também fundamentaram a proposta de trazer ao espetáculo – e levar ao público – reflexões sobre os comportamentos machistas na sociedade latino americana. Ambientes repressivos, relações sociais e tensões políticas foram objetos de pesquisas cênicas e coreográficas, caracterizando Azúcar como uma metáfora de momentos da vida cotidiana ainda presente na América Latina.