Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Espetáculo: “AVES”
    Espetáculo: “AVES”
    Espetáculo: “AVES”

    Livremente inspirado em questões provocadas pela comédia grega “As Aves” - escrita por Aristófanes (414 a.C.) - o espetáculo “Ave” estreia em novembro mergulhando no universo de cores, sons e movimentos dos pássaros e explorando linguagens diversas como o cabaré, a dança contemporânea e a comédia popular.

    A montagem é um projeto híbrido entre a dança e o teatro desenvolvido a partir do encontro de dois coletivos de Belo Horizonte: a Ananda Cia de Dança e o Núcleo de Criação Sapos e Afogados. “Ave” poderá ser vista gratuitamente no dia 03/11, sexta-feira, às 19h, no Teatro Raul Belém Machado Espaço Cênico Yoshifumi Yagi. Nos dias 04/11, sábado, às 20h e 05/11, domingo, às 19h, o espetáculo estará em cartaz no Galpão Cine Horto com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00.

    O Centro Cultural Venda Nova recebe “Ave” no dia 09/11, quinta-feira, às 19h, com entrada gratuita.

    E, encerrando a temporada, a Funarte MG será o palco da produção nos dias 10/11, sexta, e 11/11, sábado, às 19h com entrada gratuita. Todas as sessões contarão com tradução em Libras.

    A sessão do dia 04/11, além da Libras, contará com audiodescrição.

    O projeto é tecido por uma procura de uma arte teatral e coreográfica. Não se trata de um teatro dançado ou de uma dança encenada, mas de um entre lugar que surge desta coexistência e de uma qualidade específica de presença que abraça o gesto, o som, a voz, o texto. Sob direção de Anamaria Fernandes e Juliana Barreto, em cena estarão oito atores e nove dançarinos, entre eles uma criança. "Ave" tem dramaturgia original assinada por João Santos - desenvolvida em parceria com a equipe artística do espetáculo.

    Um ponto fundamental para a pesquisa gestual e musical do trabalho, foi o mergulho em espécies diversas de aves: seu voo singular ou coletivo, seu canto e seu caminhar.

    A diversidade dos performers contribui consideravelmente para a teatralidade dançante do espetáculo, na medida em que os corpos expõem sua diferença, sua fragilidade e sua força. “Ave é um trabalho que preza pela diversidade e o respeito às diferenças individuais e é a partir deste pilar que a criação se funda.

    Nos interessa investigar tal ponto de conjunção nas pesquisas dos dois coletivos, revelando como a diversidade corporificada em nossos artistas pode tomar um caminho diverso daquele que Aristófanes desenhou para sua cidade de pássaros”, explica Anamaria Fernandes. “Ave” propõem investigar jornadas individuais e coletivas na fundação de novas lógicas sociais, novas relações e uma nova realidade. “De atualidade impressionante, o texto Aristófanes provoca uma questão sobre a qual o projeto pretende, também, se basear: na comédia grega os protagonistas que pregavam contra um sistema autoritário e corrupto acabaram por se tornar, eles mesmos, autoritários.

    E como é possível, àqueles que criticam o sistema, protegerem-se contra as tentações do poder? Quando o sonho do oprimido é se tornar opressor? Queremos nos empoderar de quê? Que mais, diferente disso tudo, podemos sonhar?”, complementa Juliana Barreto.

  • Espetáculo: Avesso do Avesso
    Espetáculo: Avesso do Avesso
    Espetáculo: Avesso do Avesso

    Apresentando seis histórias de supostos casais contadas com muito humor e paixão, os atores viverão personagens que farão uma passagem do tempo, desde o primeiro encontro de um casal, até a disputa de guarda de filhos, passando por uma terapia, uma suruba improvável e um karaokê no meio.

     Tudo levado pela dupla com rapidez, sarcasmo e paixão que não pode faltar em histórias de amor.

  • Espetáculo: “A Vida é Sonho”
    Espetáculo: “A Vida é Sonho”
    Espetáculo: “A Vida é Sonho”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, entre os dias 25 e 29 de junho, o espetáculo “A Vida é Sonho”, de Pedro Calderón de la Barca, em temporada de estreia.

     As sessões acontecem de quarta a sábado às 20h, e no domingo às 19h. 

    Os ingressos  podem ser adquiridos pelo sympla. Com adaptação e direção de Mariana Lima Muniz, a montagem revisita o clássico do Século de Ouro espanhol, refletindo sobre o livre-arbítrio, a formação humana e o poder do afeto. A encenação transita entre o dramático, o poético e o cômico, e propõe um diálogo entre a estética barroca e questões contemporâneas. 

    Em um reino na Polônia, Segismundo vive desde pequeno acorrentado em uma torre, por ordens de seu pai, o rei Basílio, para tentar impedir que uma profecia se cumprisse: este seria o monarca mais cruel e terrível já nascido. Após vinte anos, o rei, arrependido, ordena que seu filho seja trazido de volta ao palácio, para que ocupe, a partir de então, sua posição de príncipe e sucessor do trono. Já habituado à sua condição de prisioneiro, agora, conhecendo pela primeira vez o que há́ além dos muros da torre, Segismundo tenta diferenciar o que é sonho e realidade. 

    O Circula Teatro é um projeto de extensão da Graduação em Teatro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que tem como objetivos divulgar as produções teatrais da universidade e contribuir para a formação de público de teatro em Belo Horizonte. Além disso, o projeto é uma oportunidade para que alunos em formação tenham experiências profissionais no mercado teatral em Belo Horizonte.