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  • Espetáculo: "A Valsa de Lili"
    Espetáculo: "A Valsa de Lili"
    Espetáculo: "A Valsa de Lili"

    O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte - CCBBBH - apresenta, com patrocínio do Banco do Brasil, o espetáculo A Valsa de Lili. Sucesso de público e crítica em São Paulo e Brasilia, o novo texto de Aimar Labaki, encenado solo por Débora Duboc, dirigido por Débora Dubois, é inspirado no livro autobiográfico ‘Pulmão de Aço’, de Eliana Zagui (a Lili da vida real), e promove o contato da plateia com uma personagem única, que está fisicamente paralisada, mas encontra-se intelectual e emocionalmente livre.

    A montagem tinha temporada prevista para março e abril de 2020 e foi adiada devido a pandemia do Covid-19 e, agora, retoma com estreia prevista para 15 de janeiro, seguindo até o dia 8 de fevereiro de 2021, sempre de sexta a segunda-feira, às 20h, no CCBB BH.

    As duas Déboras, a atriz e a diretora, unem-se para contar a história dessa mulher extraordinária que sofre de paralisia e movimenta apenas a cabeça. Aimar Labaki constrói de forma delicada e emocionante a história de Lili, que, tanto em vida quanto na narrativa, vive numa UTI há quase quarenta anos, desde os 2 anos de idade, por conta de uma poliomielite mal diagnosticada. Débora Duboc já levou para casa o Prêmio APCA de melhor atriz pela atuação na peça.

    E o espetáculo está indicado ao Prêmio Aplauso Brasil Brasil nas categorias de melhor texto, melhor atriz e desenho de luz. “Lili vive em uma condição muito singular, mas seus questionamentos, medos e verdades são os mesmos de qualquer pessoa na sua idade: a necessidade de amar e ser amada, a relação com a morte, o que fazer da vida, como conseguir o sustento com o trabalho. Lili e seus amigos são uma prova viva da máxima de Sartre: o importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”, diz Débora Duboc. “A luta de Lili para sobreviver em condições tão adversas, sem perder o humor e o amor, são a metáfora perfeita para os dias sombrios que vivemos, entre a violência e a desesperança”, completa o autor Aimar Labaki.

    A parceria entre a diretora Débora Dubois e o autor Aimar Labaki é antiga. É de ambos os espetáculos MotoRboy e Pirata na Linha, grandes sucessos para adolescentes, além de Poda ou Una Notte Intera, que Débora dirigiu para o Festival Intercity, em Florença, na Itália. Ela também já dirigiu Duboc em espetáculo com curadoria de Gianni Ratto.

    Sobre A Valsa de Lili, Dubois diz ser “um testemunho forte e sensível, uma forma de vida tão única e singular, que alçou vôo pra falar e tocar fundo em muitos de nós". Eliana Zagui, a autora do livro, esteve presente em uma sessão de A Valsa de Lili. “Foi para todos uma grande emoção recebê-la, pois ela se locomove acompanhada de um grande aparato que inclui ambulância, respiradores e profissionais da saúde”, conta Duboc. “É mais que uma peça, é mais que imaginar.

    É entrar numa máquina do tempo, no mais profundo inconsciente. Reviver cada detalhe com muita saudade, risada, choro e ver que valeu a pena nunca parar de dançar ao meu ritmo”, conta Eliana. “Eu entendi que viver é um ato político". A existência de Lili é uma escolha diária.

    A personagem diz: Eu posso não mexer nada do pescoço para baixo, mas a minha alma nunca deixou de dançar. E como diz Suassuna: "No meu entender o ser humano tem duas saídas para enfrentar o trágico da existência: O Sonho e o Riso. Isso Lili tem de sobra”, finaliza Duboc.

  •  Espetáculo: “A Valsa de Lili” - CCBB BH
    Espetáculo: “A Valsa de Lili” - CCBB BH
    Espetáculo: “A Valsa de Lili” - CCBB BH

    O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte - CCBBBH - apresenta, com patrocínio do Banco do Brasil, o espetáculo A Valsa de Lili. Sucesso de público e crítica em São Paulo e Brasilia, o novo texto de Aimar Labaki, encenado solo por Débora Duboc,  dirigido por Débora Dubois, é inspirado no livro autobiográfico ‘Pulmão de Aço’, de Eliana Zagui (a Lili da vida real), e promove o contato da plateia com uma personagem única, que está fisicamente paralisada, mas encontra-se intelectual e emocionalmente livre. A montagem tinha temporada prevista para março e abril de 2020, depois janeiro e fevereiro de 2021, tendo sido adiada nos dois momentos devido a pandemia do Covid-19 e, agora, retoma com estreia prevista para 27 de novembro, seguindo até o dia 20 de dezembro de 2021, sempre de sexta a segunda-feira, às 20h, no CCBB BH.

    As duas Déboras, a atriz e a diretora, unem-se para contar a história dessa mulher extraordinária que sofre de paralisia e movimenta apenas a cabeça. Aimar Labaki constrói de forma delicada e emocionante a história de Lili, que, tanto em vida quanto na narrativa, vive numa UTI há quase quarenta anos, desde os 2 anos de idade, por conta de uma poliomielite mal diagnosticada. Débora Duboc já levou para casa o Prêmio APCA de melhor atriz pela atuação na peça. E o espetáculo está indicado ao Prêmio Aplauso Brasil Brasil nas categorias de melhor texto, melhor atriz e desenho de luz.

    “Lili vive em uma condição muito singular, mas seus questionamentos, medos e verdades são os mesmos de qualquer pessoa na sua idade: a necessidade de amar e ser amada, a relação com a morte, o que fazer da vida, como conseguir o sustento com o trabalho. Lili e seus amigos são uma prova viva da máxima de Sartre: o importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”, diz Débora Duboc.

    “A luta de Lili para sobreviver em condições tão adversas, sem perder o humor e o amor, são a metáfora perfeita para os dias sombrios que vivemos, entre a violência e a desesperança”, completa o autor Aimar Labaki.

    A parceria entre a diretora Débora Dubois e o autor Aimar Labaki é antiga. É de ambos os espetáculos MotoRboy Pirata na Linha, grandes sucessos para adolescentes, além de Poda ou Una Notte Intera, que Débora dirigiu para o Festival Intercity, em Florença, na Itália. Ela também já dirigiu Duboc em espetáculo com curadoria de Gianni Ratto. Sobre A Valsa de Lili, Dubois diz ser “um testemunho forte e sensível, uma forma de vida tão única e singular, que alçou vôo pra falar e tocar fundo em muitos de nós".

    Eliana Zagui, a autora do livro, esteve presente em uma sessão de A Valsa de Lili. “Foi para todos uma grande emoção recebê-la, pois ela se locomove acompanhada de um grande aparato que inclui ambulância, respiradores e profissionais da saúde”, conta Duboc.


    “É mais que uma peça, é mais que imaginar. É entrar numa máquina do tempo, no mais profundo inconsciente. Reviver cada detalhe com muita saudade, risada, choro e ver que valeu a pena nunca parar de dançar ao meu ritmo”, conta Eliana.


    “Eu entendi que viver é um ato político". A existência de Lili é uma escolha diária. A personagem diz: Eu posso não mexer nada do pescoço para baixo, mas a minha alma nunca deixou de dançar. E como diz Suassuna: "No meu entender o ser humano tem duas saídas para enfrentar o trágico da existência: O Sonho e o Riso. Isso Lili tem de sobra”, finaliza Duboc.

  • Espetáculo “A Valsa de Lili”
    Espetáculo “A Valsa de Lili”
    Espetáculo “A Valsa de Lili” no CCBB BH

    Eliana Zagui e Lili são mulheres comuns e têm questões iguais às de qualquer outro ser humano:a necessidade de amar e ser amada,a relação com a Morte,o que fazer com a própria vida,como conseguir o próprio sustento com seu trabalho, etc.

    A única coisa que as distingue das demais pessoas é que ambas só mexem os músculos do pescoço e da cabeça, apesar de terem total sensibilidade em todo o corpo.