Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cartaz com fundo escuro destacando a boneca Alice, do Grupo Giramundo, e um homem na penumbra. O texto anuncia o espetáculo "Alice no País das Maravilhas" no dia 26 de julho, domingo, às 17h, no Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte.
    Cartaz com fundo escuro destacando a boneca Alice, do Grupo Giramundo, e um homem na penumbra. O texto anuncia o espetáculo "Alice no País das Maravilhas" no dia 26 de julho, domingo, às 17h, no Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte.
    Espetáculo: "Alice no País das Maravilhas" - Grupo Giramundo

    Em 26 de julho, o Grande Theatro Unimed-BH se transforma em portal para o País das Maravilhas. É com Alice no País das Maravilhas que o Grupo Giramundo celebra, no palco do Cine Theatro Brasil, seus 55 anos de história, cinco décadas e meia dedicadas a fazer do teatro de animação uma das expressões mais vibrantes e originais da cultura brasileira. Fundado em Belo Horizonte em 1970, o Giramundo é hoje um patrimônio vivo da arte nacional. Ao longo de sua trajetória, o grupo transformou bonecos em personagens de alma, levando seu trabalho a palcos do Brasil e do mundo com uma estética inconfundível, artesanal, inventiva e profundamente humana. Homenagear os 55 anos do Giramundo é celebrar também a cidade que o criou e o país que ele ajudou a contar. 

    A escolha de Alice para esta data especial não acontece por acaso: como a personagem de Lewis Carroll, o Giramundo sempre soube que os mundos mais verdadeiros são aqueles que a imaginação constrói. Em cena, o público é convidado a seguir a curiosa Alice pela toca do coelho e descobrir, entre chapeleiros malucos, rainhas de copas e gatos que desaparecem aos sorrisos, que a fronteira entre o real e o impossível é muito mais tênue do que parece. 

    A programação comemorativa vai além do palco. Em parceria com o Cine Theatro Brasil, o Giramundo marca seu aniversário também no universo digital, com apresentações virtuais disponíveis no canal do YouTube do Cine Theatro Brasil, levando a magia dos bonecos para ainda mais espectadores, de qualquer lugar do país. 

    Uma noite que é, ao mesmo tempo, festa, homenagem e reafirmação: o Giramundo tem 55 anos e ainda há muito caminho pela frente. Com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Vallourec, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Mostra Cine Brasil de Teatro reafirma o compromisso do Cine Theatro Brasil com a democratização do acesso à cultura, a formação de públicos e a valorização do patrimônio cultural e artístico de Minas Gerais.

  • Espetáculo: ALIÇ N’PAÍS D’JOGO D’BICH - FCS
    Espetáculo: ALIÇ N’PAÍS D’JOGO D’BICH - FCS
    Espetáculo: ALIÇ N’PAÍS D’JOGO D’BICH - FCS

    A partir do questionamento de “por que jogamos?”, o 3º ano da Escola de Teatro do Cefart apresenta o espetáculo ALIÇ N’PAÍS D’JOGO D’BICH.

    A peça busca mesclar dois universos. O primeiro é o dos jogos brasileiros, como truco e futebol, chegando até o mítico jogo do bicho, presente nas tradições periféricas.

    O outro é o clássico “Alice no País das Maravilhas”, em que um coelho leva a personagem para um mundo de fantasia.

    É no país do jogo do bicho que a personagem Aliç segue seu “coelho" pela cidade do “foto-na-hora-foto” e seus seres noturnos fantásticos, guiada pelo desejo imenso de sair da toca e se aventurar a sonhar um futuro.

    Se você for maior de 16 anos, saia da toca também e assista à apresentação, que será transmitida de 11 a 13 de novembro, às 20h, e 14 de novembro, às 19h, pelo canal da Fundação Clóvis Salgado no Youtube.

  • Foto de capa do artista
    Foto de capa do artista
    Espetáculo: A língua do fogo

    Como se constrói — e como se desfaz — a identidade de uma pessoa? Essa é a pergunta que conduz a trama de “A Língua do Fogo” – monólogo de autoficção do ator e dramaturgo Vinícius de Souza, que volta em cartaz no dia 13 de março, sexta, às 20h, no Teatro de Bolso do Centro Cultural SESIMINAS.

    Na peça, Vinícius interpreta um professor, que no meio de sua aula, esquece o próprio nome. Esse esquecimento, que parece banal, implode a ordem racional da realidade e inaugura um espaço onde o tempo é fragmentado, a linguagem se torna falha e o real se confunde com o sonho.

    Ambientado no Brasil dos anos 90, no contexto da formação das cidades industriais e do neocolonialismo latino-americano, o trabalho fala sobre memória, identidade e pertencimento, partindo de experiências vividas pelo artista em sua infância, no subúrbio de Contagem (MG). Na fronteira entre o sonho e o real, o trágico e o cômico, o familiar e o estranho, o íntimo e o coletivo, a peça convida o espectador a atravessar o palco como quem atravessa um labirinto.