Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Como Água
    Como Água
    Espetáculo: "Como Água"

    “Como Água”, novo trabalho do Grupo de Dança Primeiro Ato, chega a partir da necessidade de refletirmos sobre a passagem do tempo e das nossas escolhas em relação a como viver esse tempo. O espetáculo faz uma relação entre a vida e o elemento água – que encontram caminhos diante dos obstáculos e fluxo diante das incompreensões –, transformando o caos em poesia.

    A partir da observação dos seres humanos como parte de uma natureza surpreendente e cheia de contrastes, a obra se desenvolve numa narrativa não linear, acordando os sentidos, abrindo gavetas e provocando memórias.

    “Como Água” é um olhar crítico e poético de nosso tempo, é vida num modo contínuo… Suspensão, retração, avanço e redenção.

  • Espetáculo: “Como Água”
    Espetáculo: “Como Água”
    Espetáculo: “Como Água”

    O espetáculo “Como Água” do Grupo de Dança Primeiro Ato é um convite a fluir com o tempo, a escutar o corpo e a redescobrir o mundo pelas lentes da delicadeza e da resistência. Com inspiração na natureza da água e sua capacidade de adaptação e transformação, a montagem  propõe uma experiência sensorial, poética e profundamente humana. Após estrear em maio, o grupo retorna ao palco da capital com novas apresentações nos dias 30 e 31 de agosto, no Espaço Cênico Yagi – Teatro Raul Belém Machado, em Belo Horizonte, com entrada gratuita e retirada de ingressos pelo Sympla.

    Inspirado na metáfora da água — que contorna obstáculos, se adapta, se transforma —, o espetáculo traz à cena um olhar crítico e sensível sobre a maneira como vivemos e percebemos o tempo. “Como Água” é, acima de tudo, um convite à escuta do corpo, das memórias, dos fluxos interiores e das pausas que também dizem.

    “Como Água” convida o público a mergulhar em uma experiência não linear, onde o tempo não se mede, mas se sente. 

  • Espetáculo: Como a noite apareceu
    Espetáculo: Como a noite apareceu
    Espetáculo: "Como a noite apareceu"

    Em uma mata habitada por personagens do folclore brasileiro, como a Cobra Norato e a sereia Uiara, não existia noite, apenas dia, pois a noite estava adormecida no fundo das águas, guardada em um baú sob os cuidados da Cobra Norato, mãe de Uiara. 

    Saudosa pelo brilho da noite, Uiara, com a ajuda de seu pretendente ao casamento e também dos curumins, propõe uma divertida aventura capaz de fazer ressurgir a noite e a magia da mata, reequilibrando os elementos e os seres da natureza.