Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Imagem com o fundo preto, duas pessoas se abraçando
    Imagem com o fundo preto, duas pessoas se abraçando
    Espetáculo: Frankenstein "Fragmentos da Guerra"

    Em Frankenstein, Leonardo Fernandes ("Ópera Matraga", "Pérola", de Murilo Benicio), o ator dá vida ao monstro de Mary Shelley. Nesta adaptação contemporânea do clássico, o Frankenstein é recriado para os dias de hoje: um monstro formado a partir dos corpos atingidos pela guerra, que cruza oceanos em busca de seu lugar no mundo. 

    O espetáculo tem texto inédito do aclamado dramaturgo Sérgio Roveri, direção de Eliatrice Gischewski e trilha sonora executada ao vivo por Airon Gischewski. 

    “A atuação de Leonardo ficou marcada na história do teatro nacional", essa foi a fala do crítico da UOL, Miguel Arcanjo Prado, com o sucesso do primeiro solo do ator Leonardo Fernandes, "Cachorro Enterrado Vivo", que rendeu a Leonardo o APCA (associação paulista de críticos de artes) de Melhor Ator, além de indicações a prêmios importantes no Brasil. Agora o ator apresenta seu segundo monólogo, "Frankenstein - Fragmentos da Guerra", no palco do Centro Cultural Unimed-BH Minas com direção de Eliatrice Gischewski e acompanhado pela trilha sonora executada ao vivo de Airon Gischewski. 

    A guerra como protagonista. “Frankenstein – Fragmentos da Guerra” atualiza o clássico trazendo o monstro para as guerras de hoje. Adaptado para o século XXI sob uma direção feminina, a peça marca a estreia de Eliatrice Gischewski na direção. 

    Um monstro que busca pertencimento e identidade, ao mesmo tempo em que quer entender as monstruosidades que o criaram. Essa é a premissa de “Frankenstein – Fragmentos da Guerra." A peça faz única apresentação no dia 25 de outubro, no Centro Cultural Unimed-BH Minas, em Belo Horizonte, e leva para os palcos um texto forte, atual e que provoca uma reflexão sobre o horror da guerra e os desdobramentos sobre suas vítimas.

  • Live: Frau Amália Freud com Beth Grandi
    Live: Frau Amália Freud com Beth Grandi
    Espetáculo: Frau Amália Freud com Beth Grandi

    Segue o Festival de Teatro On-line Feluma, agora é a vez da atriz Beth Grandi subir ao palco com o monólogo “Frau Amália Freud”. Uma texto fictício, mas baseado em fatos reais da história da mãe do “pai da psicanálise”.

    Não perca! Quarta-feira, 19 de agosto, às 20h, no canal do Teatro Feluma no YouTube!

  • Divulgação Espetáculo Frau Amália Freud
    Divulgação Espetáculo Frau Amália Freud
    Espetáculo: Frau Amália Freud, monólogo de Isis Baião

    Teatro Marília recebe o espetáculo Frau Amália Freud. Esta história tem raízes na realidade, mas é uma ficção, toda a trajetória de Amália neste monólogo está ligada aos fatos da vida do seu primogênito, com quem mantinha uma relação apaixonada, embora nem sempre entendesse as “invenções” do filho genial, que às vezes lhe pareciam perigosas “extravagâncias”.


    Começa em 1900, quando Amália tem 64 anos e seu filho, Sigmund Freud, lança o livro que seria considerado sua obra prima, A Interpretação dos Sonhos. Toda a trajetória de Amália neste monólogo está ligada aos fatos da vida do seu primogênito, com quem mantinha uma relação apaixonada, embora nem sempre entendesse as “invenções” do filho genial, que às vezes lhe pareciam perigosas “extravagâncias”.

    Mulher bonita, vaidosa, de temperamento forte (“típica judia asquenaze”) e extremamente determinada, inclusive a continuar viva... Sofre de tuberculose, doença mortal na época, mas só vai morrer aos 95 anos. Numa das vezes em que é internada, Amália permanece muitos dias em coma. À beira da morte, ela repassa a sua vida: a partir de 1860, quando, aos 25 anos, na cabine de um trem, está a caminho de Viena com o marido, Jacob Freud, e os filhos “Sig” e Anna, esta, ainda bebê.

    Em Viena, no bairro judeu de Leopoldstadt. Amália e Jacob terão mais quatro filhas e um filho. Este flash back abrange boa parte da trajetória de Amália/Sigmund, indo até 1898, ano em que assassinam a Imperatriz da Áustria, Sissi, que ela admira e com quem se identifica. Mãe apaixonada, Amália conta as conquistas gloriosas de “Sig”, mas também expõe as suas fraquezas, de amor sobretudo. Nesta matéria,  o Dr. Freud não era um homem seguro como se poderia imaginar. Ao contrário, o amor e o desejo por Martha Bernays o enlouquecem, tornando-o obsessivo e tirânico.

    • Realização: BETH GRANDI PRODUÇÕES
    • Monólogo de Isis Baião
    • Dias 19, 20 e 21 de agosto, sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
    • Gênero: Monólogo
    • Duração: 70 minutos
    • Classificação: Livre
    • Ingressos:R$30,00 (Inteira), R$15,00 (Meia) e R$16,00 Promocional antecipado pelo site www.diskingressos.com.br
    • Obs.: Retirada ou compra na bilheteria do Teatro 2h antes do espetáculo