Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cartaz promocional do show God Save The Queen, um tributo à banda Queen com Pablo Padin. À esquerda, uma foto de Pablo Padin caracterizado como Freddie Mercury, vestindo a icônica jaqueta amarela e calça branca com listras vermelhas, em uma pose clássica de performance no palco. O fundo mostra a plateia de um estádio lotado sob luzes de show.
    Cartaz promocional do show God Save The Queen, um tributo à banda Queen com Pablo Padin. À esquerda, uma foto de Pablo Padin caracterizado como Freddie Mercury, vestindo a icônica jaqueta amarela e calça branca com listras vermelhas, em uma pose clássica de performance no palco. O fundo mostra a plateia de um estádio lotado sob luzes de show.
    Espetaculo: "God Save The Queen" World Tour 2026

    O espetáculo God Save The Queen, estrelado pelo cantor Pablo Padin, chega a Belo Horizonte trazendo um dos maiores tributos do mundo à lendária banda Queen. 

    Com produção fiel às turnês originais e uma performance impressionante inspirada em Freddie Mercury, o show recria a energia dos grandes clássicos da banda, como Bohemian Rhapsody, We Will Rock You e We Are The Champions. 

    A última apresentação do espetáculo na capital mineira aconteceu em 2018, quando lotou a casa, na época demonstrando a forte conexão do público com o espetáculo.

  • Espetáculo: GOITÁ
    Espetáculo: GOITÁ
    Espetáculo: GOITÁ - Cisne Negro CIA. de Dança

    No mês em que se celebra o Dia Internacional da Dança, a Cisne Negro (SP) - uma das companhias de dança contemporânea mais longevas do Brasil, com passagens por 17 países -, também completa seus 46 anos de trajetória comemorados com temporada de espetáculos inéditos, em Belo Horizonte.

    No dia 14.04, sexta, a partir das 21h, o público assiste a “Lampejos: uma degustação visual”, montagem recente da companhia inspirada na tradição do Butoh. Classificação indicativa: 10 anos. E no dia 15.04, sábado, às 18h, tem “Goitá”, espetáculo que reverencia o mamulengo pernambucano. Classificação indicativa: livre. Ambos com direção da bailarina Dany Bittencourt.

    Ingressos  no Sympla ou na bilheteria do Teatro do Sesc Palladium. Este espetáculo tem correalização do Sesc Palladium. “A última vez que viemos a BH foi com o espetáculo Hulda, em comemoração aos 40 anos da Cisne Negro.

    Agora trazemos duas opções bem diferentes do nosso repertório ao querido público mineiro”, conta a bailarina e coreógrafa Dany Bittecourt que, desde 2012, assumiu a direção da companhia criada pela mãe, Hulda Bittencourt. “Acredito que a paixão pela dança de nossa inspiradora e saudosa fundadora passou não só para a família, mas também a todos que construíram esta história”, afirma.

    Trabalho mais recente da companhia, “Lampejos – uma degustação visual” (2022) bebe na tradição do Ohno Kazuo’s Butoh. Mesclando dança contemporânea e Butoh, a coreógrafa Andressa Miyazato constrói com lampejos de memórias construídas em sua vida profissional e pessoal cenas que brincam com a ideia de temporalidade e com o conceito de linearidade. “Não somos nós que nos movemos cronologicamente como um ponto rígido no espaço-tempo, mas sim sob a forma da dança”, comenta Dany Bittencourt, que assina a direção artística do espetáculo. Durante 40 minutos, “o público se depara com uma conexão visual e sensorial enorme”, adianta Bittencourt.

    Ela acrescenta que a coreografia foi concebida de forma inusitada: o premiado músico Jean Jacques Lemêtre (Thêatre du Soleil) utilizou diferentes instrumentos musicais para cada movimento dos bailarinos. “O resultado é uma coreografia recheada de memórias afetivas e reflexões da coreógrafa Adressa Miyasato sobre estes intensos lampejos de memórias construídas em sua vida profissional”, revela. Já “Goitá” (2019) experimenta em cena a dança contemporânea da Cisne Negro aliada à linguagem e técnicas de manipulação do teatro popular de bonecos da premiada Pia Fraus (SP). “O nome da montagem é inspirado na pequena cidade de Glória de Goitá, localizada a 60 km de Recife, considerada hoje a capital do mamulengo em Pernambuco”, conta a diretora.

    A ação do espetáculo se passa em pleno mercado municipal, onde tradicionalmente são vendidos objetos de palha, artefatos de cozinha, cabaça, buchas e uma infinidade de produtos produzidos por pequenos agricultores e artesãos locais. “Estamos nos anos 60, quando ainda não havia celular, abundância do plástico, a internet, onde os efeitos da industrialização já eram sentidos, mas a vida era mais lenta”, contextualiza Bittencourt.

    Nesse ambiente rústico e popular, em que tocam na rádio local o forró, o frevo, o baião, e os folguedos populares como cavalo marinho, os caboclinhos e o maracatu fazem parte do cotidiano da cidade, surge o Mamulengo, com sua tolda e seus bonecos, para alegrar o ambiente. “Em cena, os bailarinos se utilizam de elementos do mercado e os transformam em bonecos.

    Panelas, vassouras, cestas e chapéus viram personagens da história”. “Goitá” tem direção artística de Hulda Bittencourt (in memoriam) e Dany Bittencourt, direção cênica e dramaturgia de Beto Andreetta (Pia Fraus), idealização e coreografia de Ana Catarina Vieira - artista que participou das duas companhias -, assistência de coreografia de Patrícia Alquezar, criação de bonecos de Dino Soto.

    A trilha sonora é do veterano Quinteto Violado. Considerada uma das melhores companhias brasileiras contemporâneas, sucesso de crítica e público, a Cisne Negro já levou sua dança aos quatro cantos do planeta, sendo reconhecida por sua diversidade e inovação.

    Para Dany Bittencourt, um dos segredos de atravessar tantas décadas está na experimentação e renovação. “A renovação dos coreógrafos, de elenco, de artistas envolvidos a cada novo desafio traz esta longevidade para a Cisne Negro.

    A companhia não tem uma fórmula que deu certo. Adoramos novos desafios, novas lutas e novos ares”, afirma. Para a diretora, a escuta e troca com o público também foram fundamentais. “Dança contemporânea é aquela que dialoga com o público, fazendo-o refletir e se emocionar.

    Às vezes as reflexões e observações sobre a mesma coreografia se divergem, dando a oportunidade de troca”, diz.

  •  Espetáculo: “GOLD” - Tuktuk Cia. Teatral
    Espetáculo: “GOLD” - Tuktuk Cia. Teatral
    Espetáculo: “GOLD” - Tuktuk Cia. Teatral

    A Tuktuk Cia. Teatral apresenta, nos dias 29 e 30 de agosto, às 20h30, na Funarte MG, em Belo Horizonte, o espetáculo “GOLD”. 

    Com direção de Tarcísio Ramos, trilha sonora e direção musical de Max Herbert e orientação dramatúrgica de Idylla Silmarovi, o espetáculo é uma criação coletiva que aborda a exploração desenfreada do meio ambiente, da terra e de seus recursos naturais. 

    Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla.

    O título do espetáculo faz referência à busca da humanidade pelo ouro que tudo corrompe. Por ação do garimpo ilegal e dos interesses da mineração, terras indígenas, quilombolas e suas riquezas materiais e imateriais são envenenadas e destruídas.

    De quem é a culpa? “GOLD” caminha por diferentes tempos, do passado ancestral à contemporaneidade que ruma em direção a um futuro desconhecido, mas possivelmente catastrófico. 

    A peça versa sobre a possibilidade de um futuro e sobre a vida ou a morte do chão que habitamos, tendo como intuito provocar reflexões profundas sobre como a sociedade lida com a exploração dos recursos naturais e os impactos causados por essa relação predatória entre a humanidade e a natureza.