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  • Espetáculo: "Cinderela" - Cyntilante Produções em Shoppings
    Espetáculo: "Cinderela" - Cyntilante Produções em Shoppings
    Espetáculo: "Cinderela" - Cyntilante Produções em Shoppings

    A Cyntilante Produções resolveu fazer um circuito com apresentações de cinco clássicos da literatura infantil no formato de teatro musical, em estacionamentos e praças de alimentação de shoppings das regiões sul e norte de Belo Horizonte. 

    Conhecida por adaptar clássicos da literatura para os palcos, dentro da estética do teatro musical - com atores cantando, dançando e interpretando ao vivo -, desde 2005 a Cyntilante Produções promove diversas temporadas e apresentações pela capital mineira, com grande sucesso de público e crítica. 

    E para completar o ciclo de apresentações, a Cyntilante apresenta o clássico Cinderela. O espetáculo é uma livre adaptação do conto do escritor francês Charles Perrault, de 1697, baseada num conto italiano popular chamado La gatta cenerentola ("A gata borralheira"). A jovem Cinderela se vê obrigada pela madrasta a vestir andrajos e a trabalhar de empregada. A fada madrinha lhe dá um lindo vestido de presente, para que ela possa ir ao baile, mas a moça precisa estar de volta até a meia-noite, ou o encanto se desfaz. No palácio, Cinderela dança com o Príncipe, que fica encantado por ela. Ao fugir do palácio na hora combinada, a moça perde o sapatinho de cristal.

    No dia 30.10 (sábado)“Cinderela”, a partir das 16h, na Praça de Alimentação do Ponteio Lar Shopping.

  • Espetáculo: Cinderella
    Espetáculo: Cinderella
    Espetáculo: Cinderella - Balé Bolshoi Brasil

    Cinderella narra a história de uma jovem que tem sua vida transformada em um passe de mágica, quando um mago surge no meio da noite para ajudá-la a ir ao grande baile.

    A música de Prokofiev e a coreografia de William Almeida seguem o roteiro clássico baseado no conto de fadas de Charles Perrault, até Cinderella conhecer o príncipe encantado. 

    A história de Cinderella, é extremamente popular, sendo recriada constantemente através dos séculos. Ainda que tenha uma narrativa criada para encantar as crianças, é curioso ver o que está por trás do conto de Cinderella. A história fala de amor e o do seu poder, capaz de transformar a realidade em questão de segundos. Mas muito além do romance, Cinderella aborda relações familiares, injustiças e discriminação. Apesar da vida dura que leva, a protagonista se permite sonhar e ter esperança. É por isso, que essa história de superação, atravessou os séculos.

    Será que nessa versão Neoclássica da Escola Bolshoi, dividida em dois atos, a clássica frase “eles viveram felizes para sempre” se concretiza?

  • Espetáculo: ‘Cinderella, O Musical’ - Sesc Palladium
    Espetáculo: ‘Cinderella, O Musical’ - Sesc Palladium
    Espetáculo: ‘Cinderella, O Musical’ - Sesc Palladium

    A história da gata borralheira que se transforma em princesa por um dia e encontra seu grande amor graças ao sapatinho de cristal perdido, contada no formato original, volta aos palcos de Belo Horizonte.

    Após ser visto por mais de 250 mil pessoas em todo o Brasil, “Cinderela o Musical”, original de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, com direção original e versão brasileira de Charles Möeller e Claudio Botelho e Vanessa Costa assinando a direção da remontagem, ocupa o Grande Teatro do Sesc Palladium, para seis apresentações, nos dias 26, 27, 28 e 29 de maio (5ª e 6ª feiras, às 19h30, sábado e domingo, às 15h e às 19h30).

    Com a atriz e cantora lírica Fabi Bang no papel de Cinderella, Helga Nemetik (Fada Madrinha), Andre Loddi (Principie), Diego Montez (Jean Michel), e outros 20 atores no palco, “Cinderella, o Musical” é baseado na versão francesa do conto de fadas, Cendrillon ou La Petite Pantoufle de Verre, de Charles Perrault. O espetáculo conta, com excelência, a fábula imortalizada pelos estúdios de Walt Disney em desenho da década de 1950.

    O clássico ganhou uma versão musical para a TV, em 1957, já com as canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, estrelado por Julie Andrews.

    Este é o único musical da dupla escrito especialmente para a televisão e ganhou duas novas versões: em 1965 e 1997. “Cinderella, o Musical” teve sua estreia na Broadway em 2013, com as imortais canções de Rodgers & Hammerstein, e novo texto de Douglas Carter Beane, recebendo nove indicações ao Tony Awards, além de vencer três Dramas Desk.

    No Brasil, estreou em 2016, passando por Rio, São Paulo (em três temporadas) e várias capitais brasileiras.

    A versão brasileira da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho – dois nomes na montagem de musicais no país - coleciona prêmios, como o Reverência (Melhor espetáculo voto popular, cenário e iluminação), Bibi Ferreira (Melhor cenário) e Botequim Cultural (Melhor figurino). “Aceitamos o convite porque é um musical maravilhoso!

    Além de criarem ‘Cinderella’, Richard Rodgers e Oscar Hammerstein são autores de espetáculos que determinaram os pilares dos musicais da Broadway nos anos 40, como ‘Oklahoma’ e ‘Carousel’. Muitos não sabem, mas foram Rodgers e Hammerstein que estabeleceram o padrão de qualidade desta forma de se fazer teatro”, contextualiza Charles Möeller. Um musical clássico, mas com características particulares.

    Charles Möeller chama a atenção, por exemplo, para a forte presença de Shakespeare no espetáculo: “O príncipe, logo em sua primeira canção, coloca em dúvida se tem ou não vocação para ser rei. Uma forte presença do ‘ser ou não ser’ do Hamlet”. Para o diretor, “há também um olhar diferente para a mulher – nos anos 50, era ela a própria dona do seu lar, seu único espaço de ação.

    Em ‘Cinderella’, a protagonista entende as ideias de igualdade entre os cidadãos e as repassa para o príncipe, enquanto dança com ele durante o baile.” ‘Cinderella, O Musical’ é uma realização da Touché Entretenimento, de Renata Borges, e tem direção musical de Carlos Bauzy, figurinos da remontagem de Toninho Miranda, cenografia de Rogério Falcão, coreografia de Alonso Barros, luz original de Maneco Quinderé, adaptação de luz de Russinho, desenho de som de Gabriel D´angelo e chapelaria de Denis Linhares.

    O espetáculo tem produção local da Pólobh, apoio cultural do Sesc em Minas, e parceria de mídia com o Jornal O Tempo, Rádio Super Notícia, Fredizak e Soubh.