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  • Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”
    Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”
    Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”

    Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil “Iolanta – A princesa de vidro” apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido a um acidente e cresce de uma maneira inusitada: sem saber que é cega.

    O pai superprotetor, rei de Borgonhópoles, esconde de todos a condição da filha e constrói seu mundo de forma que ela nunca descubra que é cega. Ela, então, cresce isolada no meio das montanhas e longe da maldade humana.

    É uma história sobre a descoberta dos sentidos e sobre o poder de transformação e cura do amor.

    Idealizadora do projeto, Vanessa Dantas assina a dramaturgia ao lado de Ana Paula Secco.

    Com direção de Daniel Herz e direção musical de Wladimir Pinheiro, a peça estreou no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro em janeiro deste ano.

    Agora, “Iolanta – A princesa de vidro” ganha uma temporada em formato on-line e gratuita de 26 de março a 3 de abril (sessões aos sábados e domingos, às 16h), no canal do YouTube do Banco do Brasil.

    O espetáculo tem patrocínio da Eletrobras Furnas e do Centro Cultural Banco do Brasil.

    O projeto é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura.

    O elenco é composto por nove atores-cantores: Caio Passos (Rufino D’Acolá), Chiara Santoro (Martha), Kiko do Valle (Jean D’Além), Leandro Castilho (Sr. Tchaikovsky), Mariah Viamonte (Iolanta D’Aquém), Marino Rocha (Petran D’Aquém), Saulo Vignoli (Almerico), Sofia Viamonte (Laurete) e Tiago Herz (Florian D’Além).

    Acompanhados pelo músico Pedro Izar, o elenco toca diversos instrumentos em cena, como violão, violino, violoncelo, flauta, flautim, trompete, acordeão e piano.

  • Espetáculo: "Isso Definitivamente Não é Um Culto" com Whindersson Nunes
    Espetáculo: "Isso Definitivamente Não é Um Culto" com Whindersson Nunes
    Espetáculo: "Isso Definitivamente Não é Um Culto" com Whindersson Nunes

    Após o sucesso de "Isso Não é um Culto" em 2023, Whindersson Nunes está de volta aos palcos com um novo espetáculo que promete ainda mais humor, reflexão e provocações. 

    Em 2025, o comediante apresenta "Isso Definitivamente Não é um Culto", um especial inédito que aprofunda temas como o iminente fim do mundo, atualidades, redes sociais, religião e muito mais, sempre com sua visão única e irreverente. 

    Prepare-se para um espetáculo inovador, carregado de ironia, sagacidade e a visão única de Whindersson sobre o mundo de hoje.

  • Espetáculo: “Isso é um poema que transborda”
    Espetáculo: “Isso é um poema que transborda”
    Espetáculo: “Isso é um poema que transborda”

    Um espetáculo de dança para não ser visto.

    Esta é a proposta de “Isso é um poema que transborda”, montagem que estreia nos dias 14 e 15 de outubro (sábado e domingo) às 19h, na Funarte.

    Concebida também para pessoas cegas e com baixa visão, a produção conta com recursos de acessibilidade que constituem uma camada dramatúrgica da própria montagem.

    Os ingressos estão à venda pelo Sympla e na bilheteria da Funarte.

    Nos dias de apresentação, haverá um receptivo para pessoas com deficiência visual, que deve ser solicitado através do formulário bit.ly/receptivoespiralar ou do e-mail projetoespiralar@hotmail.com Dirigido por Bárbara Maia, com assistência de direção de Victor Pedrosa e direção musical de Gustavo Felix, “Isso é um poema que transborda” conta com um elenco de quatro dançarines: Carol Santiago, Clara Lins, Lu Lapér e Vanessa Oliveira.

    A consultoria em acessibilidade é de Tatiana Rosales e Thaís Olliveira. “Neste espetáculo buscamos transpor os gestos para as palavras, traduzir o movimento das corpas para o texto verbal ecoando poéticas do (in)visível. Essa é uma dança para não ser vista. Um convite para mergulhar no sentido oposto ao da primazia da visão.

    Uma provocação para desfazer as fronteiras de binariedades inventadas”, explica a diretora Bárbara Maia. “Isso é um poema que transborda” nasceu do desejo de criar danças para não serem vistas, isto é, danças que possam ser acessadas também sem o sentido da visão.

    A montagem conta com recurso de acessibilidade que não pode ser destacado da obra: ele constitui uma camada dramatúrgica do trabalho.

    Não se trata de uma audiodescrição convencional, mas o trabalho é acessível para o público não vidente.

    Nesse sentido, soma-se à trilha sonora as textualidades que compõem o espetáculo, as quais foram orientadas por Victor Pedrosa e ganharam texturas com Laura Souza, que conduziu a preparação vocal do elenco.

    Os figurinos foram desenvolvidos por Dayony Souza, diretora criativa da Trash Real Oficial.

    A criação de luz é assinada por Cris Diniz e a produção é de Stephanie Cunha.