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  • Espetáculo João-de-Barros

    João-de-Barros é uma homenagem ao poeta brasileiro Manoel de Barros. O espetáculo convida o público a pensar sobre a infância que permanece em nós, mesmo quando adultos, como um princípio de vida profunda.“Este teatro não é sobre ser criança. É sobre o menino que há no homem”, diz o artista Charles Valadares.   www.facebook.com/MemorialVale

  • Espetáculo: “João-de-Barros”
    Espetáculo: “João-de-Barros”
    Espetáculo: “João-de-Barros”

    O artista e dramaturgo mineiro Charles Valadares leva ao Centros de Referências da Assistência Social (CRAS) de Belo Horizonte o seu espetáculo “João-de-Barros”. Treze unidades receberão o projeto, que nasce da conversa entre a obra poética do brasileiro Manoel de Barros e as memórias infantis do artista, que assume a dramaturgia, concepção e atuação no trabalho cênico. Desse encontro, surgiu a fábula de um menino que inventou o mar no quintal de sua casa, navegou por ele e descobriu uma terra governada por um rei opressor. A partir de sua viagem imaginativa, o menino muda o curso da história desse povo. 

    Em cena, Charles Valadares (re)cria e (des)constrói imagens poéticas ao modelar seu corpo e voz no espaço, que ressignifica objetos e suas memórias pessoais em prol da coletiva e, assim, revela o menino que ainda há no homem e a infância que habita em cada um de nós.

    A escolha do brinquedo-sucata como principal recurso da composição cênica reflete também o modo singelo, a simplicidade e delicadeza da poesia manoelina. O cenário do espetáculo também dialoga com a simplicidade dos objetos manuseados pelo artista. Na busca por aliar discursividade cênica e os atravessamentos oriundos da inspiração literária de Manoel de Barros, Charles Valadares optou por uma encenação simples, adaptável a espaços diversos, que não se limite à recursos técnicos específicos e complexos do teatro, e que privilegie o essencial: o encontro entre espectador e obra artística. Outros aspectos dialogam com essa simplicidade: o figurino é composto por peças despojadas e não são utilizados artifícios de maquiagem para esconder a barba no rosto ou a adultícia do ator. 

    As apresentações terão início no dia 6 de junho e seguirão até o dia 19 de julho, abertas ao público (gratuito, por de chegada). O espetáculo irá percorrer pelos CRAS: Arthur de Sá (dia 6/6, às 14h30), Granja de Freitas (13/6, às 14h), Vila Cemig (14/6, às 14h), Mantiqueira (20/6, às 14h), Havaí Ventosa (21/6, às 14h), Vila Maria (27/6, às 14h), Alto Vera Cruz (28/6, às 14h30), Confisco (4/7, às 13h30), Zilah Spósito (5/7, às 14h), Rita de Cássia (11/7, às 14h), Jardim Felicidade (12/7, às 14h), Vila Antena (18/7, às 14h30) e Petrópolis (19/7, às 14h). 

  • Espetáculo: "João e Maria - A Opereja"
    Espetáculo: "João e Maria - A Opereja"
    Espetáculo: "João e Maria - A Opereja"

    No dia 28 de julho tem “João e Maria – A Opereja” da Cyntilante Produções no Teatro do Centro Cultural Unimed.

    “João e Maria – A Opereja” é uma adaptação da Ópera “Hänsel und Gretel” do compositor alemão Engelbert Humperdinck para um musical infantil que homenageia a cultura sertaneja por meio de figuras folclóricas, ritmos e danças populares.

    Personagens folclóricos estão presentes nessa verdadeira Ópera Sertaneja: a bruxa é o Papa-Figo, a fada do Orvalho é a Comadre Fulozinha. O saci Pererê, os cangaceiros e bacuraus também habitam a caatinga, onde João e Maria se perdem quando vão colher Pequi para o jantar. A casa de doces é feita de tapioca, pé-de-moleque, bolo de rolo, cocada e doce de leite. Por se tratar de um clássico atemporal direcionado a todos os públicos, especialmente crianças

    Foram poucas as montagens brasileiras dessa Ópera tão popular na época natalina em países como Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. A ideia de adaptar o libreto, muito admirado por seus temas inspirados na música folclórica alemã, promete uma riqueza de detalhes da cultura sertaneja, tanto na música quanto na própria encenação.