Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: La Esmeralda
    Espetáculo: La Esmeralda
    Espetáculo: La Esmeralda

    O Pas de Quatre Centro de Danças apresenta como Espetáculo de encerramento do ano de 2022 a remontagem do Repertório La Esmeralda, com Coreografia de Marius Petipá e Agripina Vaganova e música de Cesare Pugni.

    Remontagem de Natália, Nádia e Débora Samarino.

    Elenco: Alunos do Pas de Quatre Centro de Dança e Convidados.

  • Espetáculo: “Lampejos - Uma degustação visual”
    Espetáculo: “Lampejos - Uma degustação visual”
    Espetáculo: “Lampejos - Uma degustação visual”

    No mês em que se celebra o Dia Internacional da Dança, a Cisne Negro (SP) - uma das companhias de dança contemporânea mais longevas do Brasil, com passagens por 17 países -, também completa seus 46 anos de trajetória comemorados com temporada de espetáculos inéditos, em Belo Horizonte.

    No dia 14.04, sexta, a partir das 21h, o público assiste a “Lampejos: uma degustação visual”, montagem recente da companhia inspirada na tradição do Butoh. Classificação indicativa: 10 anos.

    E no dia 15.04, sábado, às 18h, tem “Goitá”, espetáculo que reverencia o mamulengo pernambucano.

    Classificação indicativa: livre.

    Ambos com direção da bailarina Dany Bittencourt. Ingressos a partir de R$40 no Sympla ou na bilheteria do Teatro do Sesc Palladium.

    Este espetáculo tem correalização do Sesc Palladium. “A última vez que viemos a BH foi com o espetáculo Hulda, em comemoração aos 40 anos da Cisne Negro.

    Agora trazemos duas opções bem diferentes do nosso repertório ao querido público mineiro”, conta a bailarina e coreógrafa Dany Bittecourt que, desde 2012, assumiu a direção da companhia criada pela mãe, Hulda Bittencourt. “Acredito que a paixão pela dança de nossa inspiradora e saudosa fundadora passou não só para a família, mas também a todos que construíram esta história”, afirma. Trabalho mais recente da companhia, “Lampejos – uma degustação visual” (2022) bebe na tradição do Ohno Kazuo’s Butoh.

    Mesclando dança contemporânea e Butoh, a coreógrafa Andressa Miyazato constrói com lampejos de memórias construídas em sua vida profissional e pessoal cenas que brincam com a ideia de temporalidade e com o conceito de linearidade. “Não somos nós que nos movemos cronologicamente como um ponto rígido no espaço-tempo, mas sim sob a forma da dança”, comenta Dany Bittencourt, que assina a direção artística do espetáculo. Durante 40 minutos, “o público se depara com uma conexão visual e sensorial enorme”, adianta Bittencourt.

    Ela acrescenta que a coreografia foi concebida de forma inusitada: o premiado músico Jean Jacques Lemêtre (Thêatre du Soleil) utilizou diferentes instrumentos musicais para cada movimento dos bailarinos. “O resultado é uma coreografia recheada de memórias afetivas e reflexões da coreógrafa Adressa Miyasato sobre estes intensos lampejos de memórias construídas em sua vida profissional”, revela.

  • Espetáculo: "Lampiãozinho e Maria Bonitinha"
    Espetáculo: "Lampiãozinho e Maria Bonitinha"
    Espetáculo: "Lampiãozinho e Maria Bonitinha"

    “Lampiãozinho e Maria Bonitinha” é um fenômeno dos palcos mineiros. Antes mesmo de ser encenado, o texto ganhou o primeiro lugar no Prêmio Nacional de Dramaturgia 2004, região Sudeste, promovido pela FUNARTE.

    O espetáculo conquistou 15 prêmios em Minas Gerais (incluindo Melhor Espetáculo, Ator, Ator Coadjuvante, Atriz, Atriz Coadjuvante, Texto, Trilha Sonora, Figurino, Iluminação e Revelação em Artes Cênicas).

    Foi selecionado em festivais importantes no cenário nacional, entre eles: Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, Festival Nacional de teatro de Resende e 8ª Mostra SESC/CBTIJ de Teatro para Crianças, conquistando mais três prêmios em 2007, totalizando 19 prêmios em sua carreira. Foi recomendado pela Revista Veja e Jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo.

    A história se passa no mundo dos insetos. A aventura tem início na pequena cidade de Vila Bela do Melado, se desenrolando por todo sertão, onde o bando de Pirilampo Lampião, um misto de justiceiro e assaltante, se esconde e é perseguido pela polícia volante do tenente Muriçoca Bezerra.

    Nesse mundo de insetos, os personagens usam como armamento: bombas de inseticida (como espingarda), mata-moscas (como peixeiras) e grandes bodoques de “gravetos” (como pistolas) e como munição usam sementes de seriguela, umbu e melancia.

    Referências aos personagens históricos estão constantemente presentes nessa grande aventura do sertão nordestino: Marimbondos Revolucionários da Coluna Prestes, Maria Joaninha, Corisquinho Fogoió, Sargento Rufino Moriçoca, Padim Ciço Louva-Deus e muitos outros.

    A história de amor entre Lampião e Maria Bonita é levada em cena com muito humor e fantasia.