Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • É Nóia Minha? Ao vivo com Camila Fremder
    É Nóia Minha? Ao vivo com Camila Fremder
    Espetáculo: É Nóia Minha? Ao vivo com Camila Fremder

    Que Camila Fremder é um sucesso em tudo o que faz, isso não é segredo para ninguém. Em 2019, a escritora e roteirista resolveu resgatar a essência das crônicas que escrevia no começo de sua trajetória e transformou o material em um podcast. 

    Assim, nasceu o “É Nóia Minha?”, que já conta com mais de 300 episódios, mais de 31 milhões de plays e cerca de 1 milhão de ouvintes mensais, em seus quase 5 anos no ar. 

    Agora, o público poderá assistir a episódios ao vivo, no dia 24 de janeiro de 2026, no palco do Grande Teatro do Sesc Palladium. 

    A podcaster trará suas nóias ao palco, refletindo sobre situações corriqueiras com o público do teatro. 

    O formato é um projeto especial, com roteiro de Fremder e Alvaro Leme e figurino de Rodrigo Rosner.

  • Imagem do cartaz Espetáculo Enquanto ainda Há
    Imagem do cartaz Espetáculo Enquanto ainda Há
    Espetáculo: "Enquanto ainda há"

    A peça se passa no instante entre o impacto e o silêncio – o lapso de tempo em que a mente do personagem, um terapeuta que acaba de sofrer um acidente, tenta reorganizar os fragmentos de sua vida. “É uma ficção dentro da mente de um homem em colapso”, explica o ator Anselmo Bandeira. “O personagem tenta reconstruir o dia do acidente, os amores, as culpas, as conversas interrompidas e tudo o que o define, antes que o cérebro se apague de vez”, complementa.

    A narrativa se estrutura de forma não linear, como um quebra-cabeça de lembranças em que três vozes – Maia, a esposa (Camila Furtunato), Samira, a amante (Camila Félix) e Gilberto, o paciente (Anselmo Bandeira) – orbitam em uma consciência fragmentada. Cada um deles representa uma dimensão do personagem: o controle, o desejo e a dor. “Esses personagens são partes de um todo. Quando essas três vozes se cruzam, o espetáculo atinge o ponto em que razão, emoção e corpo colidem, e já não há retorno”, conta a diretora, Carolina Cândido.

    Mais do que um retrato de um homem em crise, “enquanto ainda há” reflete sobre a fragilidade das relações humanas e o esgotamento afetivo da contemporaneidade. A peça propõe uma reflexão sobre a tentativa de controlar o que se sente e o preço de não se permitir sentir.

  • Espetáculo: "Enquanto houver Vida” - Formatura do Cefart
    Espetáculo: "Enquanto houver Vida” - Formatura do Cefart
    Espetáculo: "Enquanto houver Vida” - Formatura do Cefart

    Uma família se reúne para uma festa de aniversário em sua casa e, no decorrer do dia, segredos são revelados, memórias retomadas e relações familiares expostas.

    É a partir daí que se desenvolve todo o drama dos vários personagens que fazem parte do espetáculo “Enquanto houver Vida”, apresentação de formatura dos estudantes do Curso Técnico de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart, da Fundação Clóvis Salgado.

    Dirigida pelas artistas convidadas Cláudia Assunção e Mariana Ruggiero, e escrita pela dramaturga Cris Moreira, a peça marca a retomada dos espetáculos de formatura dos estudantes da Escola de Teatro na Sala João Ceschiatti, com a presença de público.

    As apresentações acontecerão entre os dias 21 de abril e 08 de maio, de quinta a sábado, às 20h, e no domingo, às 19h. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos na bilheteria do Palácio das Artes somente uma hora antes de cada apresentação.

    Cada pessoa poderá pegar um par de convites. “Enquanto houver Vida” propõe à plateia uma experiência singular, a partir de um cenário realista e complexo, que remete a um espaço físico de uma casa, e uma abordagem que traz o olhar cinematográfico para o processo de construção da dramaturgia.

    A montagem gira em torno de uma festa onde os personagens, que precisam lidar com os reflexos da pandemia e conflitos entre gerações e ideologias, redescobrem lugares de afeto e encaram a saudade como forma de celebração. Dentro deste contexto, o espectador poderá se identificar com a família de Rosa, a matriarca e organizadora da celebração.

    Além dela, há várias outras mulheres na peça. Desta forma, a presença feminina é muito forte e fundamental para o desenvolvimento da trama. E esta força não vem apenas da existência ou da quantidade, mas da própria personalidade das personagens.

    Mariana Ruggiero, uma das diretoras do espetáculo e que no início de sua carreira se formou como atriz no Cefart, comenta que “a história trabalha relações familiares a partir das quais muitos segredos vão sendo desvendados. A peça conta com a estrutura de uma família em que as pessoas têm uma ligação de muita intimidade, e inclusive discutem isso. O motivo da comemoração é o que mais incomoda os personagens.

    É o primeiro encontro familiar pós-pandemia, e eles ainda estão entendendo como se abraçar, como se relacionar.

    O público vai se identificar”. Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais e Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, apresentam o espetáculo “Enquanto Houver Vida”, que tem correalização da APPA – Arte e Cultura, patrocínio master da Cemig, ArcellorMittal, Instituto Unimed-BH¹, AngloGold Ashanti e Usiminas por meio das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, além do apoio cultural do Instituto Hermes Pardini.