Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: "Ensina-me a Viver" - Sesc Palladium
    Espetáculo: "Ensina-me a Viver" - Sesc Palladium
    Espetáculo: "Ensina-me a Viver" - Sesc Palladium

    O grande sucesso do teatro, “Ensina-me a Viver”, volta aos palcos em nova montagem, trazendo a atriz Nívea Maria, que celebra 60 anos de carreira.

    Com texto de Colin Higgins, tradução de Millôr Fernandes e direção e adaptação de João Falcão, o espetáculo é baseado no filme “Harold e Maude” (1971), e conta a história do improvável encontro – e paixão – entre Harold, um “senhor de quase vinte anos”, solitário e obcecado pela morte, e Maude, uma “menina de quase oitenta anos”, livre e apaixonada pela vida.

    Nívea Maria dá vida à personagem, vivida nas montagens anteriores por Glória Menezes.

    No elenco, também estão Arlindo Lopes, Susana Ribeiro, Fernanda de Freitas, Luciano Bortoluzzi, Carol Dezani, Franz Granja, Walisson Machado e Priscila Alcebíades.

    O espetáculo fará apresentações nos dias 25 e 26 de novembro (sexta e sábado, às 20h30), no Grande Teatro do Sesc Palladium.

    Classificação: 14 anos|

    Duração: 110 minutos.

  • Espetáculo: Entre a pele e a alma - Focus Cia de Dança
    Espetáculo: Entre a pele e a alma - Focus Cia de Dança
    Espetáculo: Entre a pele e a alma - Focus Cia de Dança

    A nova coreografia da Focus Cia de Dança(RJ), Entre a pele e a alma teve sua estreia oficial em junho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A montagem chega agora na capital mineira, apresentando uma superprodução que celebra a existência e a liberdade do corpo por meio de seus desejos, liberdade e controle. 

    Entre a pele e a alma reúne referências da célebre pintura O Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymus Bosch (século XVI) ao Carnaval, a festa pagã da alegria, com síntese definitiva na voz e na obra do cantor Ney Matogrosso, convidado especial para interpretar a trilha do espetáculo, criado para celebrar os 30 anos de trabalho de Alex Neoral.

     A trilha foi composta especialmente para o espetáculo por Sacha Amback e Paula Raia. Além dos compositores, a criação amalgama uma equipe de renome: figurinos são de João Pimenta, aclamado estilista de São Paulo, o visagismo é assinado por Fernando Torquato, os cenários são de Barbara Lana e o design de luz é de Anderson Ratto. 

    O espetáculo é dançado e criado com Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Iure de Castro, Letícia Tavares, Lindemberg Mallí, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares. A direção de produção é de Tati Garcias. A temporada é viabilizada por meio do patrocínio oficial da Petrobras, que está permitindo também a circulação da montagem.

     A ideia do espetáculo surgiu a partir de experiências vividas pelo criador, reunindo camadas de sensibilidade, a partir do olhar aguçado de quem consegue transformar vivências em movimentos. A cada nova viagem, a trabalho ou passeio, Alex Neoral marca presença em museus e instituições culturais Brasil adentro e mundo afora. 

    A inspiração surgiu após o impacto de se deparar com a célebre pintura do tríptico O Jardim das Delícias Terrenas, exposta no acervo do Museu do Prado, em Madri, na Espanha. Nela, o pintor holandês Hieronymus Bosch (século XVI) propõe observar o corpo numa contraposição entre o sagrado e o profano, experienciando a mais absoluta liberdade, a partir da origem da humanidade, numa interpretação única.

  • Espetáculo: "Entre Ellas"
    Espetáculo: "Entre Ellas"
    Espetáculo: "Entre Ellas"

    O passado e o presente de uma mulher, antes e depois da deficiência, se movimentam, simultaneamente, diante dos olhos do espectador no espetáculo “Entre Ellas”, da Kinesis Companhia de Dança, dirigida por Renatha Maia.

    Criado a partir da história de vida da bailarina Fernanda Maciel, responsável também pelo roteiro, o espetáculo é dançado por duas bailarinas, com movimentações apenas nos níveis baixo e médio, ou seja, sem que estejam de pé. Elas se movimentam em uma espécie de jogo entre “a antiga”, “a outra” e “a nova”. Quem é quem? São a mesma pessoa?

    A ideia é confundir e, ao mesmo tempo, provocar o público sobre corpos marcados e não marcados pelo uso de muletas, em movimentos que se misturam, separam, se desfazem e refazem. As muletas ficam dispostas no palco e compõem a dança, também como um convite para outro olhar estético e artístico para esse objeto e suas diversas possibilidades de sentido.

    A trilha sonora é composta por músicas e textos falados que ajudam a conectar cenas e dar sentido ao espetáculo.