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  • Espetáculo: “Era uma vez um lambe-lambe holandês - bonecos de recicláveis contam histórias tradicionais”
    Espetáculo: “Era uma vez um lambe-lambe holandês - bonecos de recicláveis contam histórias tradicionais”
    Espetáculo: “Era uma vez um lambe-lambe holandês - bonecos de recicláveis contam histórias tradicionais”

    Belo Horizonte recebe, entre os dias 17 e 24 de novembro, uma série de apresentações da Companhia Zarabatana Lambe. Serão apresentadas ao todo quatro micropeças teatrais em formato de teatro lambe-lambe, também conhecido como Teatro de Miniatura.

    “Era uma vez um lambe-lambe holandês - bonecos de recicláveis contam histórias tradicionais” apresenta quatro histórias elaboradas a partir de diálogos com o consultor holandês Stefan Meyer, que também colabora com a trilha Sonora das montagens.

    Este é o espetáculo de estreia da Zarabatana Lambe, companhia formada pela artista carioca, Clarice Rito e pelo mineiro Hermes Perdigão, com foco no formato lambe-lambe. Para o projeto, além de usar dois contos tradicionais, os artistas criaram novas tramas para dois personagens tirados do famoso Efteling, um parque temático holandês, que se assemelha à Disneylândia.

    O personagem mais emblemático é HOLLE BOLLE GIJS, traduzido como “João Comilão”, que foi extraído de uma canção voltada para o público infantil para povoar o parque como lata de lixo. Na encenação da Zarabatana, o mecanismo de João Comilão dá pane, e a lata de lixo passa a devorar tudo que aparece pela frente.

    A história é uma metáfora da voracidade com que a humanidade, através do consumismo, vem devorando o planeta e seus recursos naturais. As histórias apresentadas ao público são originárias da região dos Países Baixos.

    Tanto os cenários quanto os personagens são construídos com materiais reciclados e o enredo das apresentações gira em torno de temas como a sustentabilidade e a nossa conexão com o meio ambiente, consumo responsável, uso de tecnologias e o respeito ao próximo.

    Clarice e Hermes apresentam, cada qual, uma peça com duração aproximada de 2 minutos. No formato de um para um, como é a tradição do teatro lambe-lambe, apenas um espectador por vez assiste ao pequeno espetáculo, que é apresentado de dentro de uma caixa.

    A trilha sonora é compartilhada somente com o espectador, a partir do uso de fones de ouvido. Serão apresentadas 2 peças diferentes no período da manhã e 2 na parte da tarde.

    As montagens são consideradas sínteses poéticas, transmitindo histórias de forma que o público preencha as lacunas com seu próprio imaginário.

    Nos dias 17 e 18 de novembro, a Zarabatana Lab será uma das atrações do 1º Festival de Invenção e Criatividade - UAI-FIC, no Centro de Línguas, linguagens, inovação e Criatividade, o CLIC.

    A Companhia fará uma programação intensa, distribuída em 9 lugares distintos. Um deles é a UEMG, em que os artistas se apresentam e conversam com os alunos da Escola de Design - somente este evento não será aberto ao público.

    A estreia da Companhia Zarabatana Lambe celebra os 33 anos de existência do estilo teatral lambe-lambe e homenageia Ismine Lima – falecida este ano – que junto com Denise Santos, criaram esta modalidade de teatro, inspiradas nos fotógrafos ambulantes.

    A expectativa dos artistas é de atingir um público abrangente e diversificado. “Queremos despertar a sensibilidade das pessoas para a arte feita nas ruas, divulgando cada vez mais a tradição do teatro lambe-lambe e da artesania”, explica Clarice Rito.

    Esse projeto é a segunda parceria entre Consulado Geral dos Países Baixos no Rio de Janeiro e a Zarabatana Lab Cultural, que assina a produção executiva. “Queremos promover os aspectos da cultura holandesa e reflexões sobre o modo de vida atual, em especial, sobre a ecologia”, completa a artista. Todas as apresentações são gratuitas.

    A classificação é livre e as apresentações planejadas para ocorrer em espaços abertos poderão ser realocadas para outros espaços em caso de chuva.

    Serviço:

    Datas: 17/11 (quinta-feira) e 18/11 (sexta-feira) Horários: 11h às 12h e de 15h às 16h

    Local: Secretaria Municipal de Educação (antiga Fafich) - Evento UAI-FIC – BH. Endereço: Rua Carangola, 288 - Santo Antônio, BH.

    Data: 19/11 (sábado) Horários: 11h às 12h

    Local: Casa da Virgínia - Mercado Novo Endereço: Av. Olegário Maciel 742 segundo piso corredores E e F – Centro – BH.

    Data: 19/11 (Sábado) Horários: 14h30 às 15h30

    Local: Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no gramado próximo ao Palácio das Artes. Endereço: Av. Afonso Pena, 1377 – Centro – BH.

    Data: 20/11 (domingo) Horários: 11h às 12h

    Local: Parque Municipal das Mangabeiras no Teatro de Gramado (próximo do espelho d´água) Endereço: Av. José do Patrocínio Pontes, 580 – Mangabeiras – BH.

    Data: 20/11 (domingo) Horários: 14h30 às 15h30

    Local: Parque Municipal Jacques Cousteau na Área da Academia Endereço: Rua Augusto José dos Santos, 366 - Estrela do Oriente – BH

    Data: 23/11 (quarta-feira) Horários: 16h às 17h

    Local: MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal (praça de Convivência) Endereço: Praça da Liberdade, 680 – Funcionários – BH

    Data: 23/11 (quarta-feira) (Evento fechado) Horários: 19h às 20h Local: UEMG

    Data: 24/11 (quinta-feira) Horários: 11h às 12h

    Local: Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado no Teatro de Arena Endereço: Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904 – Itapoã – BH

  • Espetáculo: "Errantes" - Uma jornada em nove episódios
    Espetáculo: "Errantes" - Uma jornada em nove episódios
    Espetáculo: "Errantes" - Uma jornada em nove episódios

    Um momento de convívio entre atuantes e público para comer, beber e compartilhar a vida, memórias, sonhos e receitas. Experiência que poderia acontecer no teatro, mas com os novos tempos, será numa sala de zoom, via transmissão no YouTube. “Queremos ‘jogar conversa dentro’, cear é um pretexto para estar juntos“, explica a diretora Rafaela Kênia sobre “Ceia”, um dos episódios de “Errantes” do Grupo Teatro Público, que no dia 8 de outubro, quinta-feira, às 20h, inaugura o primeiro encontro virtual dos artistas com o público. A dramaturgia é de Raysner de Paula e, a orientação de pesquisa, de Nina Caetano e Julia Guimarães. Os episódios são lançados periodicamente, ao longo da temporada, que segue em cartaz por 40 dias, até 15 de novembro, no site www.errantes.net.

    O espetáculo “Errantes” lança mão das noções conviviais e relacionais da história de Jesus Cristo para propor encontro, presença, memória, afetos e partilha, por meio das plataformas digitais, e, em contraponto, propõe um distanciamento do que representa essa figura de Cristo no imaginário da maior parte do Ocidente. Para assistir à “Ceia” e a todos os episódios da temporada, basta o espectador acessar o site errantes.net. Já para estar presente na sala virtual e interagir em tempo real nas performances, a inscrições é pelo sympla, até 7 de outubro, quarta. As vagas são limitadas, apenas 18 espectadores por dia.

    A temporada de “Errantes” é dividida em 9 episódios. “Como estamos vivendo esse excesso no mundo digital, a ideia é que o espectador tenha espaços de respiro entre um episódio e outro. Assim também como são narrados os passos de Cristo, ou ainda, os atos de uma peça”, explica a diretora e integrante do grupo Rafaela Kênia. O primeiro episódio - “Prólogo” -, um vídeo documental (produzido pela NAUM), será publicado, às 18h, no dia 7/10 (quarta). Como o próprio nome diz, “Prólogo” é uma preparação para o público embarcar na jornada. O episódio relata o processo de criação do trabalho, durante o isolamento. “Passamos por uma espécie de Calvário, tendo que descobrir como criar na adversidade. A impossibilidade de não estarmos com as pessoas em geral e com o público, é uma cruz que pesa nesse momento de pandemia para o artista. Nas errâncias e quedas, a gente foi descobrindo outros significados”, completa.

  • Imagem de divulgação do teatro
    Imagem de divulgação do teatro
    Espetáculo: "Escorpiões na Alma"

    Na próxima terça-feira, dia 17 de março,  estreia a peça solo “Escorpiões na Alma” – inspirada em Macbeth de Shakespeare e protagonizada pelo ator Júlio Maciel (Grupo Galpão). Em cena, o público assiste a uma abordagem vertical sobre os últimos momentos do conhecido personagem do autor inglês, em uma adaptação irreverente e apocalíptica.A peça será apresentada em duas sessões gratuitas, nos dias 17 e 18/03, terça e quarta-feira, às 19h, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium, dentro da programação da 2ª edição da Mostra ao Teatro.