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  • Espetáculo: “O Jardim do Imperador” - Diversão em Cena ArcelorMittal
    Espetáculo: “O Jardim do Imperador” - Diversão em Cena ArcelorMittal
    Espetáculo: “O Jardim do Imperador” - Diversão em Cena ArcelorMittal

    O programa Diversão em Cena, promovido pela Fundação ArcelorMittal, traz a Belo Horizonte a “Cia Pelo Cano” com o espetáculo “O Jardim do Imperador”.

    Na montagem, as atrizes palhaças, Paola Musatti e Vera Abbud, usam os recursos da palhaçaria para reconectar as crianças com a natureza por meio das plantas, seja na comida, nos remédios caseiros, nos cosméticos, dentro ou fora de casa.

    A montagem será apresentada no dia 09 de outubro (domingo), às 11h, na Praça Duque de Caxias (Santa Tereza), com acesso gratuito.

    Classificação indicativa: livre | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia “O Jardim do Imperador” é baseado no livro “Sementes da Verdade” – um conto folclórico oriental.

    O espetáculo conta a história de um imperador que está no final de sua vida e precisa achar um sucessor.

    Ele decide, então, que será escolhido por meio das plantas que tanto cultiva e aprecia e convoca as crianças de todos os povoados para uma reunião.

    O governante entrega a semente a cada uma delas, para que as cultivem, e aquela que provar que fez o melhor possível dentro do período de um ano, será o seu sucessor.

    De forma simples e despojada, Paola Musatti e Vera Abbud conseguem despertar e aproximar as crianças para o tema sobre natureza.

    O cenário é vivo, composto por vários tipos de ervas aromáticas e medicinais.

    As plantas assumem um papel protagonista no espetáculo, como é proposto no livro. “O espetáculo convida a uma viagem sensorial de aromas e texturas. Propicia a vivência de um outro tempo, o de cultivar, de cuidar, da paciência, da delicadeza e da espera.

    Onde se respeita ciclos: a semente brota, dá flores e frutos, morre e novamente germina.

    São processos sublimados das nossas vidas urbanas e tão necessários para um entendimento dos processos da vida”, comentam as atrizes.

    A interação com a plateia é recurso essencial no espetáculo. No final, as crianças são convidadas pelas atrizes a visitar o jardim do imperador, para tocar e cheirar essas plantas, estimuladas pela fantasia da história.

    Nessa hora inicia-se uma rica conversa das palhaças com as crianças e adultos do público, que trocam seus conhecimentos e lembranças, herdados das avós, das receitas caseiras, adormecidos na memória.

    E por fim, as personagens oferecem uma semente para cada criança para que ela cultive, em casa, seu próprio jardim.

    A Cia. Pelo Cano é formada por Paola Musatti e Vera Abbud, que trabalham com a linguagem do palhaço há mais de 20 anos.

    Começaram a praticar as disciplinas circenses e o teatro no início da década de 1990. A partir de 2004, estimuladas pelo percurso comum e pela bagagem artística acumulada ao longo de tantos anos, decidiram se aprofundar ainda mais na linguagem do palhaço, fundando a Cia Pelo Cano, explorando as possibilidades de uma dupla de palhaços.

    Desde então, refletir e atuar em um número, um espetáculo ou qualquer outra intervenção cênica a partir do ponto de vista do palhaço, tornou-se prioridade em suas pesquisas artísticas.

    Ao longo dos 15 anos de trajetória, a Cia já se apresentou em diversas regiões e festivais dentro e fora do Brasil.

    Internacionalmente já foram realizadas apresentações na Colômbia, Chile, Argentina e Áustria.

    A apresentação de “O Jardim do Imperador” em Sabará faz parte da programação circense que integra o Diversão em Cena ArcelorMittal em 2022.

    Os espetáculos de circo têm curadoria da Agentz Produções Culturais que realiza também o Festival Mundial de Circo em Belo Horizonte e que agora, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, programou diversos trabalhos circenses para integrarem a programação do Diversão em Cena.

    O programa Diversão em Cena há mais de uma década tem o compromisso de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais gratuitas ou a preços populares a teatros, escolas e praças públicas, em mais de 60 municípios.

    A iniciativa é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

  • Espetáculo: "O Lago dos Cisnes" - São Paulo Companhia de Dança (SPCD)
    Espetáculo: "O Lago dos Cisnes" - São Paulo Companhia de Dança (SPCD)
    Espetáculo: "O Lago dos Cisnes" - São Paulo Companhia de Dança (SPCD)

    A capital mineira se prepara para receber um dos maiores clássicos do balé mundial. A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), uma das mais importantes companhias de dança da América Latina, traz a Belo Horizonte sua aclamada versão de "O Lago dos Cisnes", com coreografia de Mario Galizzi, para uma temporada especial no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Serão três apresentações imperdíveis nos dias 27 e 28 de setembro de 2025. Sob a direção artística de Inês Bogéa, a SPCD revisita a imortal obra de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, oferecendo ao público uma experiência emocionante e tecnicamente brilhante. 

    A montagem de Mario Galizzi, criada especialmente para a São Paulo Companhia de Dança em 2018, condensa a narrativa em dois atos e quatro cenas, aprofundando-se na dualidade entre o bem e o mal e nos conflitos humanos que permeiam a história na qual foi assegurado um maior destaque ao mago Rothbart, responsável pelo encantamento que engatilha a trama, e às princesas que disputam a corte de Siegfried, ao mesmo tempo em que honra o legado de Ivanov nos atos brancos. "O Lago dos Cisnes" é um balé que transcende gerações, e a versão da SPCD tem sido amplamente elogiada pela crítica e pelo público. 

    A obra narra a trágica história de amor entre o Príncipe Siegfried e Odette, uma princesa transformada em cisne pelo feiticeiro Rothbart. A dualidade entre Odette, o Cisne Branco, e Odile, o Cisne Negro, interpretadas pela mesma bailarina, é um dos pontos altos da apresentação, explorando a complexidade da natureza humana.

  • Espetáculo: "Olé! É Sempre Tempo de Música"
    Espetáculo: "Olé! É Sempre Tempo de Música"
    Espetáculo: "Olé! É Sempre Tempo de Música"

    Atenta Ao cenário e cumprindo o seu papel de promover o acesso à cultura, a Pólobh inicia a sua temporada 2021 de shows e espetáculos já dentro da nova realidade.

    A produtora irá reapresentar, no formato on-line, duas grandes produções que circularam pelo Brasil: Belle, da Cia. Deborah Colker, no dia 10 abril (sábado) e Olé! É Sempre Tempo de Música, no dia 17 de abril (sábado), pelos Canais no Youtube do Sesc em Minas e da Pólobh (com recursos de libras e audiodescrição), sempre às 20h.

    E, no dia 24 de abril (sábado), às 19h30, Belle, da Cia. Deborah Colker, terá reexibirão pela Rede Minas, em canal aberto para todos os municípios de Minas Gerais. “Quando a pandemia surgiu, estávamos com a temporada 2020 de espetáculos e shows pronta e ela precisou ser interrompida.

    Foi quando desenvolvemos o projeto de teatro online e conseguimos viabilizar oito espetáculos que foram assistidos por 10 milhões de pessoas pelo Youtube e pelo canal de uma Tv por assinatura!

    O ano de 2021 começou já impondo desafios para o setor cultural, como esperado. Mas a vivência anterior nos possibilitou enxergar as oportunidades em cima das dificuldades e nos anteciparmos. Vamos iniciar a temporada 2021 com a reprise online desses dois grandes trabalhos que foram produzidos pela Pólobh em anos anteriores, mas já estamos trabalhando também para que nosso projeto, da forma mais segura possível, com espetáculos inéditos, possa ser realizado em 2021. Não vamos deixar a cultura parar.

    Como produtores, essa missão é nossa”, conclui Marisa M. Coelho, diretora da Pólobh. Segundo a gerente de Cultura do Sesc em Minas, Janaína Cunha, o Sesc dará continuidade em 2021 aos projetos que valorizam e mantém a cultura ativa, reforçando a importância do encontro e das relações humanas, mesmo de dentro de casa. “A pandemia afetou fortemente o setor cultural e por isso seguimos repensando novas formas de produzir arte e cultura, que envolvam o público e assegurem o papel essencial da arte na sociedade, no desenvolvimento humano e no bem-estar das pessoas”, diz Janaína.

    Durante as transmissões, o público poderá fazer doações voluntárias, por meio da Sympla, para o Programa Mesa Brasil – programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc (link para doações: https://bileto.sympla.com.br/event/67667).

    As reapresentações de Belle, da Cia. Deborah Colker, e do Olé! É Sempre Tempo de Música! fazem parte da programação do projeto Festival Temporada Pólobh, realizado pela Pólobh, com apoio Cultural do Sesc em Minas, e que realizará também, nos dias 15 e 16 de abril, o Ciclo de Debates: “Amanhãs: Diálogos sobre o mercado cultural | O Futuro das Artes Pós Pandemia”, com 4 painéis, com as participações de lideranças do setor cultural, das esferas público e privada, de norte ao sul do País, com objetivo de desenvolver estratégias e diálogos entre os diversos agentes da cadeia produtiva da cultura em busca de reflexões sobre novos modos de fazer.

    Os debates serão online e com acesso gratuito a todos os interessados sobre o mercado artístico e cultural e suas inovações cotidianas. As inscrições e os acessos, gratuitos, se darão por meio da plataforma Sympla.

    Olé! É Sempre Tempo de Música!

    O musical, que circulou pelo País em 2019, leva o público a um resgate dos seus melhores momentos vividos entre as décadas de 1960, 70 e 80, a partir de um passeio lúdico pelas trilhas sonoras de suas vidas. O músico Eduardo Dussek compõe o elenco, ao lado do Caffeine Trio, Mylena Jardim (vencedora do The Voice Brasil 2016), Adrianna Moreira, Marcelo Veronez, Marcelo Ricardo e DJ Barulhista. Os maiores hits nacionais e internacionais sob as vozes de um time de artistas de primeira linha, conduzidos pela MG Big Band sob a regência do maestro Marcelo Ramos. No repertório, músicas e autores atemporais que marcaram a história da música, mostrando que para ela o tempo não passa. Dos Beatles à Jovem Guarda, passando pelo Roberto Carlos romântico e suas emoções, sem esquecer dos embalos de sábado à noite, do pop rock brasileiro dos anos 80 e da disco music. O repertório celebra, ainda, o melhor de Rita Lee, Tim Maia e Lulu Santos, o samba esquema eterno de Jorge Benjor e, claro, também toca Raul. O público irá reviver mais uma vez os clássicos populares que trazem evidências de um célebre garçom, da musa que é luz, estrela e luar, e os hits dançantes e de rosto colado, além das marchinhas imortais do carnaval. Tudo isso com auxílio luxuoso de Eduardo Dussek e seus impagáveis personagens. Um musical ágil, dinâmico e dançante, com interpretações marcantes, em que a música é o protagonista.