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  • Espetáculo: "O Porteiro" de Alexandre Lino
    Espetáculo: "O Porteiro" de Alexandre Lino
    Espetáculo: "O Porteiro" de Alexandre Lino

    Uma das comédias de maior sucesso no Brasil, vencedor do prêmio FITA e indicado ao Prêmio do Humor idealizado por Fábio Porchat, o espetáculo O Porteiro, com o ator Alexandre Lino, faz única apresentação em Belo Horizonte.

    Com direção de Paulo Fontenelle, que também assina o texto, a montagem faz uma grande e divertida homenagem a todos os porteiros do Brasil.

    A comédia já passou por diversos Estados, entre eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Maranhão e o Distrito Federal.

    Com sessões lotadas e sucesso de crítica, o espetáculo também cumpriu circuito de festivais.

    Visto por mais de 100 mil espectadores a peça, só no Rio de Janeiro, já cumpriu 10 temporadas com muitas sessões esgotadas.

    Baseada em histórias reais, o ator Alexandre Lino todos os anos volta à cena especialmente para comemorar o dia do Porteiro e dessa vez para comemorar o filme que celebra o sucesso da peça.

    Pode-se dizer que “O Porteiro” não é uma peça comum, é uma experiência interativa em que os espectadores são convidados a participar de um grande e divertido encontro de condôminos.

    A plateia são os moradores deste edifício.

    E em todas as apresentações a espontaneidade do público torna cada espetáculo totalmente diferente um do outro e uma grande festa acontece nesta reunião coordenada pelo Porteiro Waldisney.

  • Espetáculo: O Profeta
    Espetáculo: O Profeta
    Espetáculo: O Profeta

    Após temporada de grande sucesso em Belo Horizonte e atendendo a pedidos do público, o espetáculo “O Profeta” retorna à capital mineira, de 1 a 3 de março, sexta a domingo, no Teatro Sesiminas.

    Baseada no livro homônimo de Gibran Khalil Gibran, um dos livros mais lidos do mundo, a obra trata de temas como o amor, filhos, trabalho, alegria, tristeza e morte, entre outros assuntos que tocam a alma e os sentimentos humanos. 

    Com dramaturgia de Lúcia Helena Galvão, uma das filósofas mais populares da atualidade no Brasil e direção de Luiz Antônio Rocha (indicado ao prêmio Shell 2019 por “Paulo Freire, O Andarilho da Utopia”), a peça é estruturada em doze ensaios poéticos. 

    Baseados na obra de Gibran, a história desafia o vazio e descortina a beleza da vida em temas profundos abordados com a ternura e a sabedoria que vem do Oriente. Numa atmosfera de enlevo e encantamento a peça é um convite para sermos dignos da vida e a viver ao nível do que há de mais elevado em nós. 

    No palco, está o músico e cantor libanês Sami Bordokan, que dá vida a All Mustafa, o profeta que está prestes a embarcar em um navio para retornar a sua terra natal após um ciclo de doze anos de exílio na cidade de Orfhalese. No dia da partida, antes da chegada iminente de seu navio, os habitantes da pequena cidade pedem a ele que lhes fale sobre as questões fundamentais da condição humana. 

    E, assim, o profeta responde com reflexões que, na sua aparente simplicidade, revelam uma compreensão profunda da vida e do processo de existir. 

  • Espetáculo: O Profeta - Teatro SesiMinas
    Espetáculo: O Profeta - Teatro SesiMinas
    Espetáculo: "O Profeta" - Teatro SesiMinas

    O Profeta, de Khalil Gibran – história que tem encantado gerações há 100 anos -, é um dos livros mais lidos do mundo e já foi traduzido para mais de cem idiomas.

    A história da jornada turbulenta e incerta do homem pela vida ganha peça de teatro pela primeira vez no Brasil, com uma releitura filosófica baseada na obra de Khalil Gibran por Lúcia Helena Galvão, interpretação do cantor libanês Sami Bordokan e direção de Luiz Antônio Rocha (indicado ao prêmio Shell 2019 pela montagem de Paulo Freire, O Andarilho da Utopia).

    Depois do sucesso de público e crítica da montagem teatral Helena Blavatsky, a voz do silêncio, a autora e filósofa Lúcia Helena Galvão repete a parceria com o encenador Luiz Antônio Rocha. 

    No papel título, o músico e cantor libanês Sami Bordokan conta essa história pelas cordas do seu alaúde. Sami é pesquisador de música árabe clássica e folclórica e faz releituras de temas tradicionais num trabalho de resgate de peças ancestrais. Seu estilo de tocar o alaúde e de cantar é único reunindo influências diversas desde a música clássica árabe, o canto bizantino, o Sufismo, o flamenco e a música popular brasileira.

    Assim, O Profeta apresenta uma variedade de sons e ritmos, utilizando instrumentos musicais ancestrais como o alaúde, a flauta nay, a rabab e a derbak, tocados pelo músico William Bordokan, além do místico canto oriental entonado pelo próprio ator em cena.