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  • Espetáculo "O Animal Agoniza"
    Espetáculo "O Animal Agoniza"
    Espetáculo "O Animal Agoniza"

    O Animal Agoniza com Guilherme Colina - Dia 05 a 07 de junho no Teatro da Cidade.

    Um espetáculo com direção e dramaturgia de Rita Clemente e atuação de Guilherme Colina. Em “O animal agoniza”, nos vemos diante dos limites entre a racionalidade, a consciência, o amor e nossa mais selvagem porção: o medo de perder o poder. Na trama, quando a companheira resolve deixá-lo, com medo de perder aquilo que ele acha que é seu, um homem se vê diante de seus limites.
     

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    O Animal Agoniza - Banner
    Espetáculo: O Animal Agoniza - Palco Cidade

    O Animal Agoniza com Guilherme Colina - Em Setembro no Teatro da Cidade.

    Um espetáculo com direção e dramaturgia de Rita Clemente e atuação de Guilherme Colina. Em “O animal agoniza”, nos vemos diante dos limites entre a racionalidade, a consciência, o amor e nossa mais selvagem porção: o medo de perder o poder. Na trama, quando a companheira resolve deixá-lo, com medo de perder aquilo que ele acha que é seu, um homem se vê diante de seus limites.

  • Foto de capa pra o espetáculo "O beijo no asfalto"
    Foto de capa pra o espetáculo "O beijo no asfalto"
    Espetáculo: "O Beijo no Asfalto"

    Escrita em 1960 e apresentada pela primeira vez em julho de 1961 pela Companhia dos Sete – com direção de Fernando Torres e Fernanda Montenegro no elenco – a peça acompanha Arandir, homem que presencia um atropelamento e atende ao último pedido de um desconhecido agonizante: um beijo. O gesto de compaixão, porém, é transformado em escândalo quando imprensa, polícia, vizinhança e família passam a construir uma narrativa de desvio sexual, crime e traição. A palavra de Arandir perde espaço para uma versão pública sustentada por preconceitos, interesses, chantagens e falsos testemunhos, fazendo com que a peça investigue como uma sociedade pode transformar um ato de humanidade em prova de culpa.  

    Na montagem do GOM, a obra também aborda os mecanismos coletivos de fabricação da culpa e a maneira como diferentes estruturas sociais participam da condenação de Arandir. Jornal, polícia e família passam a validar uma versão dos acontecimentos, enquanto a narrativa pública se sobrepõe à experiência íntima dos personagens. A montagem também investiga a repressão do desejo e os códigos de masculinidade presentes nas relações entre Arandir, Selminha e Aprígio.