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  • Espetáculo teatral “Caim” | Memorial Minas Gerais Vale
    Espetáculo teatral “Caim” | Memorial Minas Gerais Vale
    Espetáculo teatral “Caim” | Memorial Minas Gerais Vale

    Caim, como todos sabemos, mata Abel. O primeiro homem nascido de mulher, e precursor de uma extensa linhagem de assassinos, enfrenta Deus e é castigado a andar errante e perdido pelo mundo. Mas o Senhor, sabe-se lá o que tinha em mente, decide salvar Caim de um destino trágico. Coloca na testa do criminoso um sinal que é, ao mesmo tempo, condenação e proteção. Reparte-se a culpa. Esse adolescente peregrino abandona a família sem dizer até logo e parte sem rumo, apátrida. Depois de uma árdua caminhada Caim se torna amante de Lilith, a dona de uma cidade, e, transformado por esse encontro, parte para enfrentar o destino que lhe foi imposto

  • "Espetáculo Teatral: "Canção da Barbárie"
    "Espetáculo Teatral: "Canção da Barbárie"
    "Espetáculo Teatral: "Canção da Barbárie"

    O espetáculo Canção da Barbárie - solo de Clarice Rodrigues com direção de Luan Silva - chega em Belo Horizonte no final de março!

    A peça mergulha na história de uma enfermeira que testemunhou os horrores do “Holocausto Brasileiro” no hospital psiquiátrico Colônia em Barbacena/MG, trazendo à cena memórias e episódios marcantes de um dos episódios mais dolorosos da nossa história.

  • Espetáculo teatral Família é tudo, monólogo de Fabrício Carpinejar
    Espetáculo teatral Família é tudo, monólogo de Fabrício Carpinejar
    Espetáculo teatral Família é tudo, monólogo de Fabrício Carpinejar

    Neste espetáculo, o escritor gaúcho Fabrício Carpinejar fala sobre a relação com seus pais, as memórias com os avós e a relação com os filhos. O trabalho é inspirado no seu livro “Família é tudo” (Bertrand Brasil, 2019). Carpinejar nos convida a valorizar a grandeza dos pequenos momentos diários no convívio em família: menos tempo no celular, mais conversa olhos nos olhos. Sutis gestos de ternura e gentileza vão tecendo, de uma geração a outra, o que mais importa: o amor nos relacionamentos.

    A peça se desenvolve como se estivesse sendo folheado um grande álbum de fotos de uma família. Mas fotos descritas, jamais vistas. Fotos narradas, jamais mostradas. O conteúdo cômico e dramático muda em toda apresentação, em repertório baseado no improviso e na empatia. Carpinejar no palco está circulando, deitado ou sentado. É uma feição vaga-lume, hipnotizante, de neon, valorizando a figura do contador de histórias.