Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • “Precisamos Falar do Assédio”
    “Precisamos Falar do Assédio”
    Exibição do filme “Precisamos Falar do Assédio” (2016)

    13/12  Domingo – 18h

    Exibição do filme “Precisamos Falar do Assédio” (2016)

    Direção: Paula Sacchetta  (SP) 

     

    Na Semana da Mulher, uma van-estúdio parou em nove locais de São Paulo e do Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. São relatos de mulheres de 15 a 84 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar em casa ou na rua. O filme traz uma amostra significativa, de 27 depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução. 

     

    Exibição por meio do Vimeo, com retirada de ingressos pela Sympla

    Classificação: 14 anos

    Duração: 80 minutos

    Disponível para visualização por 48 horas

     

  • Cena do Filme
    Cena do Filme
    Exibição do filme “Tea for Two” (2018) 

    12/12 Sábado – 18h

    Exibição do filme “Tea for Two” (2018) 

    Direção: Julia Katharine (SP) 

    "Tea for Two” conta a história de Silvia, cineasta de meia-idade em crise com sua vida. Na mesma noite em que é surpreendida pela visita da ex-esposa, Isabel, Silvia conhece uma outra mulher que a fascina. O reaparecimento da ex-companheira gera conflito com o novo amor de Silvia por Isabela, interpretada por Julia Katharine, que também assina a direção e o roteiro do curta. Com o trabalho, a cineasta marcou um feito histórico no audiovisual brasileiro: pela primeira vez, uma mulher trans lançou um filme no circuito comercial de cinema no país.

     

    Exibição por meio do Vimeo, com retirada de ingressos pela Sympla

    Classificação: 12 anos

    Duração: 25 minutos

    Disponível para visualização por 48 horas

    RETIRADA DE INGRESSO PELO SYMPLA

  • Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”
    Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”
    Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”

    O Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube (CCMTC) exibirá, nesta sexta-feira (1º de novembro), às 20h, dois curtas-metragens produzidos pelo Coletivo 1921. Vencedor do Festival Cinefoot, o curta “Azul escuro” conta a história de um torcedor cego que vive na Amazônia. O outro filme, “Eterno – um capítulo incontestável”, relata o dia em que uma família participou do recorde de torcedores do Cruzeiro no Mineirão. Os ingressos são gratuitos (quatro por pessoa) e podem ser retirados na bilheteria do Teatro, a partir das 18h. Os organizadores sugerem ao público a doação de um pacote de fraldas geriátricas, que serão destinadas, pelo Programa Minas Tênis Solidário, a instituições assistenciais. Com duração de 25 minutos, “Azul escuro” conta a história de Seu Lúcio, um cruzeirense que vive na Amazônia. Após ficar cego e quase suicidar, Seu Lúcio passou a produzir um livro sobre o Cruzeiro, sua paixão acalentada desde a infância de órfão. Por um surpreendente acaso, sua história de menino escondido no interior da floresta chegou à imensa torcida em Belo Horizonte, levando a vida do torcedor solitário a um desfecho emocionante. Para produzir o filme, o Coletivo 1921 fez um financiamento coletivo, e cerca de 330 torcedores doaram a quantia necessária para as gravações na Amazônia e em Belo Horizonte. Produzido em 2017, “Eterno – Um capítulo incontestável” tem duração de 7 minutos e mostra a história da família Ribeiro, que, no dia 22 de julho de 1997, lotou uma Kombi, em Betim, e foi assistir à partida do Cruzeiro contra o Villa Nova, no Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, integrando a multidão de 132.834 torcedores. Aquele seria o “eterno recorde” de público do segundo maior estádio do Brasil. Vinte anos depois, a família Ribeiro se reuniu novamente para reviver aquele dia em que a torcida do Cruzeiro escreveu um dos capítulos mais importantes de sua história.