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  • Espetáculos: "Ficções" com Vera Holtz
    Espetáculos: "Ficções" com Vera Holtz
    Espetáculos: "Ficções" com Vera Holtz

    O Festival Teatro em Movimento, que tem curadoria e coordenação geral de Tatyana Rubim, abre sua programação de 2024, trazendo novamente a Belo Horizonte o espetáculo sucesso de público: Ficções. 

    A peça, que marca o retorno de Vera Holtz aos palcos depois de três anos, teve seu roteiro criado a partir do best-seller Sapiens – uma breve história da humanidade, do professor e filósofo Yuval Noah Harari, que vendeu mais de 23 milhões de cópias em todo o mundo, e que fala da capacidade humana de criar e acreditar em ficções: deuses, dinheiro, nações...o que foi ou não inventado?

     Mas, apesar dessa habilidade inédita e revolucionária que alçou nossa espécie à condição de "donos" do planeta, seguimos inseguros e sem saber para onde ir. 

    Idealizado pelo produtor Felipe Heráclito Lima e escrito e encenado por Rodrigo Portella, o monólogo, que teve uma bem sucedida estreia de crítica e público por onde passou e cumpre nova temporada em BH dias 24, 25 e 26 de janeiro, no grande teatro do Sesc Palladium, sempre às 20h. 

    Os ingressos estarão à venda pelo site Sympla e na bilheteria do teatro.

    A partir do best-seller Sapiens, do escritor israelense Yuval Harari, Ficções fala da capacidade humana de criar e acreditar em ficções: deuses, dinheiro, nações…o que foi ou não inventado? 

  • Espetáculos: Gil Refazendo e Benguelê - Grupo Corpo
    Espetáculos: Gil Refazendo e Benguelê - Grupo Corpo
    Espetáculos: Gil Refazendo e Benguelê - Grupo Corpo

    De 5 a 8 de dezembro, o Grupo Corpo apresenta Gil Refazendo e Benguelê, no Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte. 

    A temporada é uma oportunidade única para assistir a uma das mais prestigiadas companhias de dança brasileira, reconhecida mundialmente e que celebra dois grandes artistas da MPB: Gilberto Gil e João Bosco. 

    O programa abre com Gil Refazendo. Com 40 minutos de duração, o espetáculo inspirado na música de Gilberto Gil passeia por temas brasileiros e ancestrais, com a coreografia de alta intensidade, assinada por Rodrigo Pederneiras. 

    Após intervalo de 20 minutos, os bailarinos voltam ao palco para um novo encontro entre África e Brasil, desta vez encabeçado pela música de João Bosco com Benguelê. Tão ritualístico quanto festivo, o balé, com 41 minutos de duração, esbanja vigor e potência criativa.

    O Grupo Corpo tem patrocínio master do Instituto Cultural Vale e da Cemig e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

  • Espetáculos: Gil Refazendo e Breu - Grupo Corpo
    Espetáculos: Gil Refazendo e Breu - Grupo Corpo
    Espetáculos: Gil Refazendo e Breu - Grupo Corpo

    Grupo Corpo chega ao Grande Teatro Cemig Palácio das Artes para cinco apresentações, trazendo Gil Refazendo (2022), com trilha de Gilberto Gil, e Breu (2007), música de Lenine, num contraste entre a solar criação do baiano e a densa música do pernambucano, traduzidas na coreografia de Rodrigo Pederneiras - de 30 de agosto a 3 de setembro -

    GIL REFAZENDO

    A trilha, especialmente criada por um dos papas da música popular brasileira, Gilberto Gil, chegou às mãos de Paulo e Rodrigo Pederneiras em 2019, quando o baiano completou 80 anos.

    E ganhou sua primeira tradução cênica - GIL. Ano passado, a música voltou ao palco em uma nova encarnação, no espírito de renovar, reconstruir, rever, reviver. Refazer. “Não é somente uma nova coreografia: é um novo espetáculo”, vai mais longe o diretor artístico da companhia, Paulo Pederneiras. O nome ganhou o aposto: GIL REFAZENDO.

    Assim como a música de Gilberto Gil, que se ergue na releitura de temas do compositor baiano que o Brasil conhece de cor, o balé foi reconstruído. Inteiro.

    BREU

    Tradução poética da violência e da barbárie dos dias que vivemos, Breu, balé criado em 2007, é uma demolidora partitura de movimentos escrita por Rodrigo Pederneiras.

    Para expressar em movimentos a densa e lancinante trilha sonora criada por Lenine, coreógrafo e bailarinos partiram para a formulação de novos códigos de movimento, repletos de angulosidade e a rispidez.

    A brusquidão das quedas e uma penosa morosidade nas subidas parece puxar os bailarinos para o chão, movendo-se com o auxílio da pélvis, dos pulsos, dos cotovelos, dos joelhos, dos tornozelos, dos calcanhares.

    Para manter-se de pé ou ficar por cima, é preciso ignorar o outro e encará-lo como inimigo.

    O individualismo, o triunfo a qualquer preço e a disposição para o confronto como estratégia de sobrevivência parecem reger os quarenta minutos de espetáculo.