Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Super Só & Outros Vídeoclipes
    Espetáculo: Super Só & Outros Vídeoclipes
    Espetáculo: Super Só & Outros Vídeoclipes

    Teatro Marília recebe o espetáculo "Super Só & Outros Vídeoclipes".

    Nos noticiários da cidade, o principal comentário é a presença de um super-herói indesejado. As informações circulam e chegam até uma quadra comercial de Brasília e suas quitinetes. Até então protegidos em suas “caixas de morar”, os habitantes e trabalhadores da região têm suas vidas cruzadas e alteradas por novos acontecimentos. Solidão, medo, angústias, sonhos, desejos, são alguns dos aspectos humanos que são vivenciados nesse condomínio com a chegada do Super Só, uma espécie de super-herói às avessas. A cada janela da comercial que se abre no palco, um universo da realidade se revela e faz de Super Só & Outros Videoclipes, um espetáculo que celebra e reflete as relações humanas com humor, fantasia e muita música.

    • Produção: Supersônia Cia de Teatro
    • Datas: 20, 21 e 22 de maio, sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
    • Duração: 95 minutos
    • Classificação: 14 anos
    • Ingressos:R$20,00 (Inteira), R$10,00 (Meia) ou pelo site www.diskingressos.com.br 
    • Obs.: Retirada ou compra na bilheteria do Teatro 2h antes do espetáculo

    A sessão do espetáculo Super Só & Outros Videoclipes do sábado, dia 21 de maio, terá tradução em libras. 

     

  • Espetáculo: SuperTramp Experience
    Espetáculo: SuperTramp Experience
    Espetáculo: SuperTramp Experience

    No dia 28 de julho de 2023 (sexta-feira), às 21h, o Grande Teatro CEMIG Palácio das Artes será palco do espetáculo inédito SUPERTRAMP EXPERIENCE, em única apresentação!

    Supertramp Experience é uma banda que tem apenas um objetivo: transmitir o som, a energia e a emoção, o mais fielmente possível, da lendária banda inglesa Supertramp.

    A banda europeia, agraciada pelo próprio Roger Hodgson, é considerada o melhor tributo ao Supertramp do mundo, e é formada por Antoine Oheix (vocal e teclados), Alan Valley (guitarra, teclados e backing vocal), David Martin (saxofone, teclado, coros), Jean-Claude Givone (baixo, coros) e Stéphane Glory (bateria).

    São cinco músicos apaixonados, que se apresentam nos palcos da Europa, emocionando o público ao som dos lendários sucessos de uma das maiores bandas de todos os tempos.

    Um espetáculo de quase 2 horas, em tributo ao Supertramp, o lendário grupo liderado pela dupla Roger Hodgson e Rick Davies.

    Venha se emocionar ao som de canções como: “The Logical Song”, “Dreamer”, “School”, “Goodbye Stranger”, “Fool’s Overture”, “Crazy, Hide in your Shell”, entre outras.

  • Espetáculo: “Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência”
    Espetáculo: “Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência”
    Espetáculo: “Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência”

    As Suraras do Tapajós chegam a Belo Horizonte com o espetáculo “Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência”. O show acontece no Autêntica, no dia 11 de setembro, às 20h, integrando a circulação nacional do primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil.

    Vindas de Alter do Chão (PA), em Santarém, território do povo Borari, as Suraras do Tapajós levam ao palco uma apresentação que mistura celebração, ritual e manifesto, conectando música, dança e práticas ancestrais. O espetáculo reúne canções autorais, referências à tradição paraense e elementos que reafirmam a relação dos povos indígenas com a natureza, as águas e seus territórios.

    No repertório, o grupo apresenta músicas do álbum “A Força Que Vem das Águas - Kiribasáwa Yúri Yí-Itá” e singles mais recentes, além de referências a mestres do carimbó, como Dona Onete.

    A sonoridade parte do carimbó tradicional, com curimbós, maracas feitas de cuia, banjo e violão, além de arranjos vocais marcados pela alternância entre solista e coro. A dança também ocupa lugar central na apresentação, com coreografias que convidam o público a participar e integrar a roda que se forma no palco.

    Em cena, as artistas se apresentam descalças, com grafismos de jenipapo, saias artesanais, cocares, biojoias e outros adornos indígenas. O espetáculo incorpora ainda o tradicional banho de cheiro com ervas medicinais, prática ancestral amazônica ligada à cura, proteção e bem-estar, ampliando a dimensão ritual e sensorial da apresentação.

    O Nheengatu, idioma utilizado até hoje no Baixo Tapajós, também se faz presente em falas e músicas, reforçando o compromisso do grupo com a preservação dos saberes originários. Ao ocupar um gênero tradicionalmente marcado pela presença masculina, as Suraras ampliam, por meio da música, o protagonismo das mulheres indígenas e a defesa de seus territórios.

    A passagem das Suraras por Belo Horizonte também inclui atividades gratuitas de formação e troca com o público. No dia 10 de setembro acontece uma roda de conversa, das 19h às 20h, seguida de uma oficina de carimbó, das 20h30 às 22h30. As atividades serão na sede do Grupo Aruanda, no Centro.