Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Suzy Brasil usando vestido branco com detalhes em amarelo, bolsa vermelha sobre os ombros e laço prata na cabeça. Imagem com fundo escuro.
    Suzy Brasil usando vestido branco com detalhes em amarelo, bolsa vermelha sobre os ombros e laço prata na cabeça. Imagem com fundo escuro.
    Espetáculo: Suzy Brasil em "Uma Noite Horripilante"

    Com uma narrativa dinâmica e rápidas trocas de roupa, o público se surpreende e se diverte com Suzy Brasil, a criação mais famosa de Marcelo Souza, que nesta montagem interpreta seis personagens para contar a história de Branca de Neve (só para adultos) e a sua saga para conseguir um beijo verdadeiro.

    O espetáculo começa com a velha contadora de histórias, que após contar suas histórias macabras, resolve aplacar os ânimos da plateia contando a história de uma linda princesa. Personagem já conhecido do público, a Branca de Neve alcoolizada de Marcelo Souza agora ganha novos contornos nesta peça, ao entrar num mundo encantado cuja guardiã é a grande Naja, personagem também já conhecida do público através do programa humorístico "LOL" da Amazon Prime.

    Este é um espetáculo para todos os tipos de públicos — especialmente para quem aprecia humor, sátiras e contos de fadas. A nova produção apresenta uma proposta totalmente diferente de tudo o que os fãs de Suzy Brasil e Marcelo Souza já viram até hoje.

  • Espetáculo: Sylvia
    Espetáculo: Sylvia
    Espetáculo: Sylvia "Uma comédia romântica da Broadway"

    A aclamada peça teatral "Sylvia", escrita por A.R. Gurney, vem cativando plateias desde sua estreia Off-Broadway, em 1995, até chegar à Broadway, em 2015. Envolvente, a história, que gira em torno de Sylvia, uma encantadora cadela, e o casal que a adota, conduzem o público a essa sensível comédia, estrelada por Cassio Scapin, Vera Zimmermann, Simone Zucato e Thiago Adorno. A montagem chega pela primeira vez a Belo Horizonte para apresentações, dias 23 e 24 de março, sábado às 21h e domingo às 19h, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

    O espetáculo convida a todos a embarcarem em uma viagem para a vibrante Nova York dos anos 90, onde Greg, um homem de meia-idade e classe média alta, encontra a adorável Sylvia no parque e decide levá-la para o lar compartilhado com a esposa, Kate. Sua decisão acaba por desencadear uma série de eventos engraçados e comoventes, que se desenrolam quando o relacionamento entre os três personagens passa a ser habilmente explorado, revelando uma trama de laços emocionais e desafios cômicos.

    Mergulhando em questões relevantes e atemporais como amor, lealdade, compromisso e responsabilidade afetiva, bem como a síndrome do ninho vazio e a importância de se ter um cachorro na família, à medida em que Sylvia se torna, não apenas uma mascote, mas uma fonte de inspiração e transformação para Greg, a dinâmica entre o casal se torna também um ponto central de tensão, levando o público do entretenimento à reflexão, especialmente durante cenas em que a trilha sonora, assinada por Daniel Maia,  que mescla composições originais com sucessos como “Stand By Me”, “Pretty Woman” “Moon River” e “The Dog Days Are Over” - essa considerada um ponto alto -, encapsula as complexas emoções entre os personagens principais, culminando em um desfecho surpreendente.

  • imagem do Espetáculo: Talvez eu tenha aberto meus olhos no escuro e olhado
    imagem do Espetáculo: Talvez eu tenha aberto meus olhos no escuro e olhado
    Espetáculo: Talvez eu tenha aberto meus olhos no escuro e olhado

    Talvez eu tenha aberto meus olhos no escuro e olhado é um manifesto à vida. Um exercício que fabula um espaço/tempo comum onde o desafio de migrar coletivamente implica uma ética do junto que não desconsidera o desejo de silêncio, de distância e de permanência.

    Novo espetáculo de formação do Cefart reflete sobre uma errância orientada por uma noção de coletividade que nos coloca a todos em relação.

    Pensar em um coletivo que decidiu migrar junto levou o diretor e dramaturgo Anderson Feliciano a iniciar a construção do espetáculo ‘Talvez eu tenha aberto meus olhos no escuro e olhado’, que tem em cena estudantes finalistas do curso técnico em Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). O grupo, composto por 13 pessoas, forma o coletivo teatral Boca da Noite e iniciou os ensaios em agosto.