Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Big Heart Parade "Edição Mata Atlântica"
    Exposição: Big Heart Parade "Edição Mata Atlântica"
    Exposição: Big Heart Parade "Edição Mata Atlântica"

    “Falar sobre desenvolvimento sustentável é cada vez mais necessário”, afirma a CEO e founder da Toptrends, Catherine Duvignau.

    A agência costuma promover cultura, causas e marcas por meio de ações de marketing cultural e, desta vez, transfere de São Paulo/SP para Belo Horizonte a exposição Big Heart Parade, em cartaz de 3 a 31 de maio na Praça da Liberdade.

    Lançada em junho de 2022 e com curadoria do escritor e ambientalista Thiago Cóstackz, a exposição com 31 obras em formato de coração e com imagens que retratam o risco da destruição da Mata Atlântica vai ocupar a Praça da Liberdade, na região Centro-Sul.

    Dentro da curadoria, o recorte que delineia a exposição, perpassam os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que compõem a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Temas como “Vida na água”, “Vida terrestre” e “Ação contra a mudança global do clima” estão inseridos no documento. Contando com o apoio do Ministério da Cultura e o patrocínio da New Holland Construction, a exposição quer sensibilizar os mineiros, assim como os paulistanos tiveram a oportunidade. “Tenho certeza que Minas vai gostar muito dessa exposição, assim como São Paulo gostou.

    Representar a Mata Atlântica e manter esse conceito de desenvolvimento sustentável fizeram com que essas obras ganhassem forma”, disse Catherine à reportagem do DIÁRIO DO COMÉRCIO.

    Segundo ela, a potência da arte é capaz de transformar a sociedade para apelos importantes tratados pelos ODS. “As obras em forma de coração, órgão vital para a vida e símbolo do amor, mostram sobre a urgência de se proteger o meio ambiente e plantar árvores para se combater o impacto dramático do aquecimento global”, explica.

    Para a confecção das obras que estarão na Praça da Liberdade, foi convidada uma das mais consagradas artistas plásticas de Minas Gerais. Também pintora, desenhista e muralista, Yara Tupynambá pretende levar uma referência de Belo Horizonte para a exposição, adianta Catherine Duvignau. “Cada artista que participa da exposição buscou expressar em sua obra a sua vivência, parte de sua história, resultando numa curadoria diversa.

    Assim fez Yara Tupynambá, levando um pouquinho de Belo Horizonte para a nossa intervenção”, conta a organizadora. Participam também da mostra obras realizadas pela jornalista Sônia Bridi e pelo cinegrafista e fotógrafo Paulo Zero. Uma coautoria do ator Reynaldo Gianecchini com Claudia Liz estão entre os destaques.

  • Exposição Björk digital - CCBB
    Exposição Björk digital - CCBB
    Exposição Björk digital - CCBB

    Olá! Com todas as mudanças provocadas pela pandemia foi necessário pensar em novas possibilidades de dar continuidade ao projeto Björk Digital, já que a exposição presencial foi descontinuada em sua temporada no CCBB Rio de Janeiro e não pode seguir a realização no CCBB Belo Horizonte, conforme originalmente previsto.

    Reunimos neste site conteúdos especialmente desenvolvidos para a exposição no CCBB, agora disponíveis para todo o público brasileiro.

    Apesar de não ser possível replicar a experiência imersiva com o uso de óculos aqui neste ambiente, esperamos que você goste do que vai encontrar!

  • Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac
    Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac
    Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac

    A Rodrigo Ratton Galeria sedia até 9 de abril a exposição ‘Boi de Piranha – Brazilian Zodiac’.

    Com a curadoria de Júlio Martins, serão exibidas 25 obras do artista plástico Froiid, que poderão ser visitadas gratuitamente mediante agendamento prévio pelo WhatsApp 31 99981 9281.

    O jogo do bicho é a temática da mostra e cada peça corresponde a um animal representado no “jogo de azar brasileiro”.

    De acordo com o artista, cada pintura adquirida enquanto ‘Boi de Piranha – Brazilian Zodiac’ estiver em cartaz deverá ser retirada, assim desmontando a exposição, diferente das mostras tradicionais onde os trabalhos são retirados apenas ao final.

    “Podemos dizer que se tivéssemos um zodíaco brasileiro, nosso horóscopo seria representado pelos 25 animais do jogo do bicho. Ser brasileiro muitas vezes é jogo de sorte ou azar.

    Nesta exposição, busquei criar trabalhos baseados na tradição construtivista brasileira junto tipografia vernacular (desenhos de letras populares feitas manualmente) vistas nas carrocerias de caminhão.

    Compõe-se uma instalação que deve ser desmontada conforme o desejo do público visitante da galeria, criando uma instalação em movimento como um jogo de formas e contraformas”, explica.

    Formado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES/UEMG). Como artista, participou de diversas exposições individuais e coletivas, tais como: "Boi de Piranha, Brazilian Zodiac" (2021); "É Hora da onça beber água" (Palácio das Artes, 2020-2021); "Onde a coruja dorme" (Galeria de Arte BDMG Cultural, 2019-2020); na exposição "EmMeio" (Museu Nacional de Brasília, 2018); Festival Internacional de Fotografia (2017); e "Copa do Mundo" (Sesc Palladium, 2014).

    A exposição “ Boi de piranha “ Braziliian Zodiac, do artista multi disciplinar Froiid (@froiidaodamassa ), traz uma instalação que tem o jogo do bicho como temática.

    São exibidos 25 trabalhos, cada um correspondendo a um animal do tradicional jogo brasileiro.

    Froiid vem desde 2011 relacionando arte e jogo, criando diversas intervenções; e recentemente foi um dos ganhadores do prêmio Décio Noviello 2020, com uma exposição individual no Palácio das Artes em Belo Horizonte.