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  • Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”
    Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”
    Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”

    Centro de Arte Popular destaca bonequeiras do Vale do Jequitinhonha em nova exposição temporária “Bonecas de barro: o viver do Vale”

    Nesta quinta-feira, 21 de setembro, a partir das 19h, o Centro de Arte Popular inaugura a nova exposição temporária “Bonecas de barro: o viver do Vale”.

    O público poderá conferir de perto os trabalhos de Gloria Maria Andrade, Andreia Andrade e Mercinda Severa Braga, filha, neta e nora de Dona Isabel, precursora na produção das bonecas de barro. Maurina Pereira dos Santos (Teca) e Aneli Brandão, de Santana do Araçuaí, Ponto dos Volantes; Maria José Gomes da Silva (Zezinha) e Irene Gomes, do município de Coqueiro Campo, em Minas Novas, também integram a mostra.

    Período de Visitação: 21 de setembro a 22 de outubro.

  • Exposição: “Bonecos Giramundo”
    Exposição: “Bonecos Giramundo”
    Exposição: “Bonecos Giramundo”

    O Giramundo – uma das mais atuantes companhias de teatro de bonecos do Brasil – e a Fundação Clóvis Salgado celebram 55 anos de história com a Ocupação Giramundo, no Palácio das Artes. A programação reúne uma exposição inédita de bonecos, atividades educativas, mostra de cinema, espetáculo e visitas guiadas. Intitulada “Bonecos Giramundo”, a exposição poderá ser conferida na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard. 

    A mostra apresenta cerca de 600 peças — entre bonecos, máscaras, objetos de cena e elementos cenográficos — que marcaram a trajetória do grupo no teatro, no cinema de animação e na televisão. A programação inclui também a apresentação de “Alice no País das Maravilhas”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em celebração ao Dia das Crianças. 

    Fundado em 1970, o Giramundo surgiu a partir da iniciativa dos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O coletivo mineiro é conhecido no teatro de bonecos pela qualidade de suas produções e pelo nível de experimentação que seus artistas trazem à cena. Ao longo de 55 anos, já estrelaram mais de 40 espetáculos, utilizando bonecos que podem ser manuseados de diferentes formas — por meio de fios, varas, luvas ou até vestidos. Suas produções perpassam temas variados, com destaque para a cultura brasileira (autores, personagens, história e etnias formadoras), clássicos da literatura mundial (com títulos como “Pinóquio”, “Alice no País das Maravilhas”, “Vinte Mil Léguas Submarinas”) e música erudita (com adaptações de obras de Mozart, Prokofiev, Carlos Gomes, Saint-Saëns e Manuel de Falla). Atualmente, dirigido por Bia Apocalypse, Marcos Malafaia e Ulisses Tavares, o grupo amplia as suas atividades, passando dos palcos para um núcleo multimídia, em que o teatro e o cinema de animação se juntam.

  • Fachada do Centro Cultural Pampulha
    Fachada do Centro Cultural Pampulha
    Exposição Bordando Memórias

    A exposição apresenta os bordados confeccionados nas oficinas realizadas pelo Museu Casa Kubitschek em 2017 e 2018. Em 2017, foram bordados os móveis modernistas do museu e, em 2018, a temática escolhida foi os jardins. Um grupo bordou as plantas que compõem os jardins de Burle Marx, e o grupo de bordadeiras do Centro Cultural Pampulha trabalhou com os jardins de suas memórias. Brotaram margaridas, rosas, copos-de-leite, tamanquinho-holandês, dente-de-leão…