Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: “Contraposto”
    Exposição: “Contraposto”
    Exposição: “Contraposto”

    A última exposição da temporada 2023 do Programa de Exposições da Galeria de Arte do Minas II apresenta Contraposto, da artista Lívia Cristina. No espaço, estarão expostas 15 fotografias em preto e branco que apontam as diferenças.  “Visualmente, o contraste traz força, intensidade e vigor para as imagens”, explica a artista.

    A exposição pode ser visitada de 6 de novembro a 6 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 6h às 22h; aos sábados, das 6h às 20h; e aos domingos e feriados, das 6h às 19h.  A Galeria de Arte do Minas II fica na avenida dos Bandeirantes, 2.323, na Serra. A entrada é franca.

  • Exposição: Contraposto de Lívia Cristina LC
    Exposição: Contraposto de Lívia Cristina LC
    Exposição: Contraposto de Lívia Cristina LC

    Na exposição de fotografias em preto e branco, Lívia Chaves explora o conceito de contraste e contraposição, em três camadas. A primeira é constituída pela própria opção estética do uso do preto e branco, cuja essência é justamente o contraste. A segunda camada é temática, com imagens do mundo natural sendo contrapostas ao universo forjado pelo homem. A terceira é trabalhada por meio do projeto expográfico, com as fotografias dispostas em um corredor, mostrando que os contrastes e as diferenças também podem escancarar conexões fortuitas entre as fotografias.

    Lívia Chaves é uma artista belo-horizontina que, há mais de 10 anos, alimenta uma paixão por fotografia – em especial a analógica, mas também a digital, mais recentemente. Com formação em tradução de literatura, a artista é escritora e realiza incursões ainda em outras esferas das artes visuais.

  • Exposição: Copo Lagoinha
    Exposição: Copo Lagoinha
    Exposição: Copo Lagoinha

    O Copo Lagoinha é, sem sombra de dúvidas, um patrimônio boêmio da cultura belo-horizontina. Tanto é que se tornou inspiração e matéria-prima para uma mostra com obras inéditas de 20 artistas, arquitetos e designers da cidade, que está exposta no hall Aarão Reis, na sede da Belotur. Recentemente, essas obras participaram da Ação Modernos Eternos Street, ocupando diversos espaços da capital mineira, além da própria mostra Modernos Eternos, que teve sua 7ª edição concluída em julho deste ano no P7 Criativo, prédio assinado por Oscar Niemeyer na Praça Sete.

    Para criar as obras, os participantes receberam Copos Lagoinha e estruturas em metal. Cada um ficou livre para desenvolver sua proposta, no formato ou suporte preferido, apenas com o desafio de representar a história de afeto entre os belo-horizontinos e o copo. “Os artistas foram trabalhando à sua maneira. Temos resultados muito interessantes e diferentes que vão desde esculturas mais tradicionais, até um lustre feito com Copos Lagoinha e instalações em grande escala”, conta Marcos Esteves, curador. Entre os convidados estão, por exemplo, o urbanista João Diniz, pesquisador da Baixo Centro de BH, o escultor Ricardo Carvão Levy, autor do ‘Monumento à Paz’ na Praça do Papa, e o Stark Studio, empreendimento de arquitetura, design autoral e marcenaria. O Movimento Viva Lagoinha também foi parceiro e incentivador da Exposição, ajudando na divulgação e em apresentações da mostra. 

    A exposição pode ser acessada pela portaria da Rua Espírito Santo, da sede da Belotur, de segunda à sexta, de 08h às 18h.

    Copo Lagoinha (ou Americano)

    Criado em 1947 por Nadir Figueiredo, o então copo ‘Americano’ ganhou este nome por ser produzido, ainda que em São Paulo, por máquinas de origem norte-americana. Icônico, o copo chegou a representar o design brasileiro no Museu de Arte Moderna de Nova York. O nome Lagoinha já é oficialmente reconhecido pela fabricante, após petição popular, em referência ao bairro boêmio belo-horizontino de mesmo nome, onde, na década de 40, o copo foi apresentado e vendido à clientela dos bares, pela primeira vez.