Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição "Complexa Cidade" - Visita Mediada

    Montada no Casarão, outrora uma residência rural, a mostra foi concebida diante do desafio de abordar aspectos da vida na capital, considerando dois eixos de sentido: a casa e a rua, ativando as percepções da vida pública e privada. Por meio de objetos, vestígios arqueológicos, mapas, fotografias, pinturas e representações literárias, a exposição propõe ao visitante uma reflexão acerca das múltiplas maneiras de se ocupar a cidade.

    Aberta a visitação livre no horário: 18h às 23h 

    Classificação etária: Livre

    Visita mediada: 18h30.  

    Para participar da visita mediada: estar no Casarão às 18h30 e procurar a mediadora. Limite de até 20 pessoas,  por ordem de chegada.

  • "Exposição Confidencial" por Bárbara Lissa - Memorial Vale
    "Exposição Confidencial" por Bárbara Lissa - Memorial Vale
    "Exposição Confidencial" por Bárbara Lissa - Memorial Vale

    ATÉ 09/11 – BÁRBARA LISSA APRESENTA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: CONFIDENCIAL

    Até 9 de novembro a artista-pesquisadora Bárbara Lissa realiza a exposição Confidencial.

    São fotografias que propõem uma reflexão sobre a ligação das pessoas entre si e com os lugares.

    “Dizem que qualquer pessoa no mundo se conecta a outra a partir de cinco pessoas. Comumente conhecemos alguém que já esteve nos mesmos lugares que nós no passado. Como uma teia, estamos conectados, deixando rastros que se cruzam, se modificam e deixam marcas uns nos outros, interligando a todos”, explica a artista.

    Bárbara Lissa é mestranda em artes pela Escola de Belas Artes da UFMG, graduada em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais (2019) e graduada em Letras (licenciatura do português) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013). Seus projetos perpassam a fotografia e o audiovisual, tratando de temas como memória, esquecimento, ficção e questões feministas.

  • Exposição: "Confinadas"
    Exposição: "Confinadas"
    Exposição: "Confinadas"

    Pinturas em pequenos formatos, produzidas no período de confinamento da pandemia, revelam mulheres solitárias, enclausuradas na maior parte das vezes em seus ambientes domésticos.

    Foi assim que a artista carioca Lígia Teixeira deu sentido àquele momento de vazio e de suspensão da vida.

    A exposição retrata a (sobre)vivência durante o isolamento e em um momento em que, existencialmente, estavam todos sozinhos.

    Em 32 telas, ela reflete sobre o universo feminino, suas inquietações e representações sociais diante do imaginário coletivo.

    Muitas vezes em cenas monótonas, tediosas e, justamente por isso, brutalizantes, as obras são uma alusão a todas as mulheres e uma metáfora para se discutir o silenciamento e apagamento do ser feminino ao longo dos séculos.

    Espaços restritos, solidão e as questões de um confinamento imposto em tempos pandêmicos.

    Num mundo em que as janelas de nossas casas passaram a ser molduras para a vida, a artista carioca Lígia Teixeira encontrou na arte um caminho para se equilibrar e sobreviver.

    Em “Confinadas”, exposição em cartaz na Piccola Galleria de 15 de agosto a 1º de outubro, ela elabora pinturas em telas de pequenas dimensões, que era o recurso disponível naquele momento e representavam bem a precariedade da existência das pessoas.

    A partir de referências encontradas online, a artista cria pinturas sobre mulheres solitárias, em situações desconfortáveis que são, também, uma viagem introspectiva.

    Durante o bate-papo, Lígia vai contar sobre seu processo criativo, suas inspirações e os principais aspectos das obras.

    O evento é online, com transmissão ao vivo no canal da Casa Fiat de Cultura no YouTube.

    Inscreva-se gratuitamente pela Sympla.