Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • EXPOSIÇÃO COM OBRAS DE MARCEL GAUTHEROT CONTINUA ABERTA À VISITAÇÃO NA CASA DO BAILE - CENTRO DE REFERÊNCIA DE ARQUITETURA, URBANISMO E DESIGN

    A exposição "Marcel Gautherot - registros modernos da Pampulha: depois e além" continuará aberta para visitação pública até junho de 2022, na Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. Com acervo do Instituto Moreira Salles e curadoria de Carlos M Teixeira e Marconi Drummond, a exposição apresenta imagens do fotógrafo francês radicado no Brasil e integra a programação do Pampulha Território Museus. Os visitantes terão a oportunidade de conferir, também, livros, revistas, vídeos e documentos sobre a obra do artista, que foi um dos principais fotógrafos a registrar a arquitetura moderna brasileira, em especial do Conjunto Moderno da Pampulha.

    As visitas podem ser realizadas de quarta-feira a domingo, das 10h às 18h, de forma gratuita, e respeitam todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes na capital mineira. O agendamento é feito pelo site pbh.gov.br/reaberturamuseus.

    A exposição é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e do Instituto Periférico.

  • Exposição: Como pisar suavemente na terra
    Exposição: Como pisar suavemente na terra
    Exposição: Como pisar suavemente na terra

    A ancestralidade e a mulheridade afro-indígena estão presentes na exposição da artista visual baiana Jessica Lemos.

    Em uma mistura de referências do rural e do urbano, é possível encontrar na estética da artista expressões e temáticas que remetem à colonialidade, ao sertão e às suas memórias afetivas. Nas sete obras presentes na Piccola Galleria, a ancestralidade e a força feminina estão presentes de diferentes formas.

    Como elemento recorrente, a mandioca, alimento sagrado e importante para a cultura dos povos originários, é revelada em sua força vital e ainda faz alusão a necessidade latente do respeito a natureza e da reconexão com a terra.

    Do rural para o urbano, das fotografias para o lambe-lambe. Jessica Lemos ao mesmo tempo em que trabalha temáticas intimistas, como as memórias afetivas e a ancestralidade, cria um equilíbrio entre esses dois territórios que fazem parte de sua trajetória e podem ser percebidos pelas diferentes técnicas utilizadas em suas obras, que são costuradas pela performatividade expressa em imagens.

    A força do feminino, com histórias, sabedoria e vivência, assim como o embate à colonialidade e ao racismo eminente em muitos arquivos da história da arte estão presentes em “Como pisar suavemente na terra”, que ainda faz um convite a todos para sonharem um futuro melhor.

    No bate-papo a artista vai apresentar essas discussões e as inspirações que utiliza para desenvolver seus projetos. Inscreva-se gratuitamente pela Sympla.

  • Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues
    Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues
    Exposição: ‘Como sobreviver a um naufrágio’ – Márcio Diegues

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Como sobreviver a um naufrágio’, do artista Márcio Diegues, na sexta-feira, dia 10 de março de 2023, às 19 horas.

    A mostra conta com texto curatorial de Marina Câmara e Daniela Amon e reúne desenhos, objetos, livros de artista, gravura e um desenho instalativo, realizados entre 2017 e 2023.

    Os trabalhos compõem interlocuções visuais com as experiências do naufrágio, da ruína e da falência e poderão ser vistos até o dia 16 de abril de 2023.

    A entrada é gratuita, com classificação livre.

    A exposição traz representações do mar, inclusive com experiências de desenho in situ e intercruzamentos com referências da literatura, oceanografia, atlas geográficos, cartas náuticas, imagens de sonares, relatos de conflitos bélicos, além de fatos reais e imaginários.

    “A noção de naufrágio nos alerta para as ruínas do nosso tempo.

    Falar sobre naufrágio é colecionar e expor traumas”, diz o artista. “E frente à arrebentação das margens do real nas linhas da vida, frente ao inesperado afundamento cotidiano – como sobreviver a um naufrágio?, questiona”.

    Márcio Diegues (1988 – General Salgado, SP): é artista e professor, pesquisa o desenho como fio condutor de suas relações com a paisagem e o espaço, desdobrando-o em gravuras, livros de artista, objetos, instalações, ações de coleta e obras site specific.

    É graduado em Artes Visuais pela UEL, Londrina, em 2012, mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ, em 2017, e doutorando no PPGArtes-UERJ, em 2019, na linha de Processos Artísticos Contemporâneos.

    Atualmente reside em Belo Horizonte, MG, e trabalha como artista e professor assistente de desenho no Departamento de Desenho da EBA-UFMG.