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  • Exposição de arte “Do Caos à Harmonia” por Marco Vilela - Espaço Galeria Templuz
    Exposição de arte “Do Caos à Harmonia” por Marco Vilela - Espaço Galeria Templuz
    Exposição: “Do Caos à Harmonia” por Marco Vilela

    O Espaço Galeria Templuz inicia a temporada 2023 com a exposição do artista plástico contemporâneo, Marco Vilela. A partir do dia 05 de maio, o público poderá conferir “Do Caos à Harmonia”, mostra com 20 obras, sendo 10 inéditas, do expressionismo abstrato, que desafiam o espectador a conectar sua mente com o subconsciente para despertar sentimentos e significados pessoais.

    “São criações resultantes da harmonia de cores, texturas, formas e dos movimentos, da minha energia, e de uma subjetividade e espontaneidade que caminham com a técnica da pintura de ação (action painting ou gestualismo). No caos e na beleza das telas, os visitantes terão experiências distintas ao vê-las pela primeira vez e em outros momentos, criando novas perspectivas”, comenta Marco Vilela.

    O artista plástico, que também é arquiteto, busca inspiração nos elementos da natureza, que são criados ou transformados segundo o seu ritmo. Por isso mesmo, seu processo de criação é orgânico, sem linearidade ou padrões, mas com a finalidade de transmitir emoção, beleza e vigor através de composições únicas. “Com tinta acrílica e esmalte, pinto minhas telas esticadas no chão para ter uma visão de "dentro" delas e ser parte delas”, declara.

    A exposição “Do Caos à Harmonia” ficará em cartaz no Espaço Galeria (4º piso) Templuz até o dia 17 de junho e tem entrada franca.

    Funcionamento: segunda a sexta, 9h às 19h | sábado, 9h às 14h

    Sobre o Marco Vilela

    Nascido em Belo Horizonte, o artista plástico e arquiteto convive com telas, tintas e pinceis desde que se entende por gente, frequentava o atelier do seu pai, o pintor e arquiteto Saul Vilela. “O Bruno, meu irmão mais novo, e eu ficávamos lá pintando, imitando o que ele fazia. Comecei experimentando a técnica dele, mas fui levando-a para o meu olhar, de acordo com o meu sentimento, criando assim o meu estilo próprio”, declara.

    Marco Vilela representa a corrente do expressionismo abstrato e emprega a técnica da pintura de ação, na qual se destacam o movimento e a energia do artista. Ao contrário do que ocorre na arquitetura, na arte Vilela se desconecta do mundo externo, deixa a imaginação e o movimento fluírem, sem que haja um planejamento ou qualquer intenção figurativa ou geométrica.

    Sobre a Templuz

    A Templuz pertence ao maior e mais tradicional grupo do segmento de material elétrico e telecomunicações do Brasil, o Grupo Loja Elétrica, fundado em 1947. A marca desenvolve projetos luminotécnicos completos residenciais, comerciais e corporativos em parceria com profissionais do mercado, atuando em todas as etapas do processo por meio de consultorias com sua equipe de lighting planners.

    Seu showroom de 1.400 m² distribuídos em quatro andares conta com estacionamento exclusivo com manobrista para os clientes. O primeiro andar oferece iluminação decorativa; o segundo andar, iluminação técnica; o terceiro, integração de tecnologias e automação; e no quarto andar ficam o auditório e o espaço cultural.

  • Exposição: Do Céu ao Chão - Uma Poética da Mistura | Casa J Galeria
    Exposição: Do Céu ao Chão - Uma Poética da Mistura | Casa J Galeria
    Exposição: Do Céu ao Chão - Uma Poética da Mistura | Casa J Galeria

    Período: Abertura 03.08.2022 até 03.09.2022.

    Horário: Segunda a sexta, das 10hrs às 18hrs e aos sábados de 10 às 14hrs.

    O artista apresenta pinturas que combinam pigmentos minerais e tinta acrílica sobre tela. A utilização desses pigmentos reforça as referências e a densidade matérica de algumas formas, em especial as relacionadas à terra e à pedra.

    A paleta de cores utilizada, ora reforça contrastes e tensões, ora cria nuances de luz e uma atmosfera de intercâmbio de energias. Texturas, opacidades e concentrações revelam-se e misturam-se com transparências, luminosidades e movimentos. Manoel Teixeira, também urbanista e professor de arquitetura da Puc Minas, nasceu em 1951 no Rio de Janeiro, mora em Belo Horizonte e vem, há mais de quatro décadas produzindo e expondo trabalhos de pintura e desenho.

    Dedicou intensamente dos anos 70 até 2000, dando um tempo e retornando 20 anos depois para algumas exposições coletivas e agora retornando em uma individual em galeria de arte. “Fluida é a estrutura da circulação universal, o lugar onde tudo vem ao contato de tudo, e se mistura sem perder sua forma e sua substância própria.”

    Emanuele Coccia - A vida das plantas. Da energia do sol, interligando luz, ar, água, terra, mediada pelas plantas, a vida é permanentemente criada e recriada no mundo. Essa interligação é que norteia os trabalhos da presente mostra, na busca de uma conexão ao que nos rodeia e de um acercar-se à natureza: suas expressões visíveis e algo que subjaz escondido, os diferentes modos de ser das coisas e um encantamento, gerador da vida, que surge na proximidade e troca entre elas.

    A representação decorrente não se pretende naturalista, não quer pintar paisagens, mesmo que inventadas, embora às vezes se aproxime disso, mas trabalhar com expressões sintéticas que remetem a certa essência das diferentes matérias e formas: a terra, a pedra, os vegetais, a água, o ar, colocando-as em contato e explorando seu intercâmbio.

    Os elementos da natureza são referências e se traduzem em cores, texturas, superposições e transparências, proximidades e interseções. A representação dos vegetais emerge às vezes de forma mais clara e inesperada em meio a representações mais abstratas e metafóricas de outros elementos.

  • Exposição: ‘Do Contra’ de Syl Triginelli
    Exposição: ‘Do Contra’ de Syl Triginelli
    Exposição: ‘Do Contra’ de Syl Triginelli

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Do Contra’, da artista visual e arte-educadora mineira Syl Triginelli. 

    A mostra reúne gravuras, xerografias, cadernos de anotações, livros de artista e obras digitais que dialogam com a acessibilidade, a luta antimanicomial e a cultura do impresso. 

    O evento acontece no dia 23 de agosto de 2024, sexta-feira, às 19 horas.

     As obras poderão ser vistas até 29 de setembro de 2024. 

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.